terça-feira, 1 de outubro de 2013

Post GIGANTE

Semana passada foi PHODA, no melhor sentido que esta palavra possa significar.
A segunda-feira começou com uma reunião numa produtora e terminou com um show vip do CPM 22, na Mix TV, para a gravação do Grandes álbuns. Fomos no Jota Quest há um tempinho atrás, depois fomos convidados para o do Capital Inicial e do Marcelo D2, mas infelizmente não conseguimos ir, pois ambos shows ocorreram bem em uma quarta.

O CPM em minha vida...

Quando eu estava pela segunda vez no primeiro colegial, no Maria Imaculada, tinha uma grande amiga chamada Carol. Ela era bem nerd, punk com orgulho e filha de um pai japonês. Sentava na carteira bem atrás dela. Éramos opostas em tudo, mas nos entendíamos tão bem que era minha confidente da época.
Carol ia quase todos os sábados assistir show num tal de Hangar 110, no Bom Retiro. Lugar este que muitas bandas hoje conhecidas fizeram os primeiros shows, como por exemplo, o CPM 22.

E me lembro de quando ela me convidou para ir ao show desta banda. Obviamente não fui por n motivos.
Em 2008, recebi um e-mail da Carol, relembrando nossa amizade. Ela me contou todas as novidades, inclusive que já se tornara mãe.

Meses após ter sido convidada por Carol para conferir o show do CPM, a música Regina Let´s Go estourou nas rádios.

Em 2006, ao apresentar uma premiação no VMB, para qual banda entreguei o troféu? CPM 22.
Em 2011, na Fazenda, após uma atividade ganhamos um pocket show de qual banda? CPM 22.

Enfim, encontrei esta banda por acaso em momentos diferentes. E olha que nem sou uma fã alucinada, mas sempre curti o som dos caras, pelo menos. Imagina ter estes encontros casuais sem gostar?

E lá fomos nós para o show da Mix. Primeira fileira, bem de frente para o palco. O álbum escolhido foi o ´Chegou a hora de recomeçar´. ( A banda convidada para gravar canta apenas as músicas de um único álbum )
E o CPM 22 contou com a participação do guitarrista Phillipe da banda Dead Fish, que tocou a segunda guitarra durante todo o show.

Músicas como Desconfio, Dias Atrás, Não sei viver sem ter você, Ontem e Peter, me deixaram rouca ao cantar berrando junto. Até fiquei preocupada, pois no dia seguinte seria a gravação do Fritada, mas felizmente acordei com a voz normal...

Na terça-feira, fomos cedo no Tateno, um atacado de doces com preços baratíssimos. Precisávamos comprar doces para a festa de sexta. E já que estávamos lá e sou formiga, compramos doces para nossos momentos de gordice cometidos diariamente.  
Depois, fomos ao shopping para comprarmos cápsulas de café e eu pre-ci-sa-va de uma sandália preta nova. Por sorte encontrei uma logo na primeira loja que entramos, na Zara. Pretinha básica do jeito que gosto.

João me deixou em casa, me encontrei com a Fê, trabalhamos até às 16hs e então comecei a me arrumar, pois teria de estar no teatro às 18h30.

Eu estava ansiosa, tensa, com borboletinhas na barriga. Afinal, não é todo dia que sou Fritada por seis humoristas em um palco de teatro com uma plateia de quase 300 pessoas rindo de mim, né?
E ainda estava preocupada de não ter ninguém na plateia. Pior do que ter quase 300 pessoas rindo de mim, é não ter ninguém querendo me ver.

Fiquei escondidinha no camarim enquanto o pessoal chegava, faltando uns 15 minutos antes de ser anunciada pelo Diogo Portugal para entrar na área do teatro, fui fumar com a esposa dele no jardim da frente. Foi quando uma preocupação acabou: uma das organizadoras foi me contar que a plateia estava lotada. amém

Desci as escadas em direção ao palco já com a segurança necessária. Não tive tempo de assistir nenhum vídeo de outras fritadas, então tirei minhas próprias conclusões do que poderia acontecer ali, mas estava tranquila.

Quando recebi o convite, há mais de um mês, resolvi topar por dois motivos: o primeiro obviamente foi o cachê lindo que receberia para estar lá, e o segundo foi porque sempre soube levar na esportiva as piadas prontas ( ou não ) relacionadas à minha criatura ou à mim.
É saudável sabermos rir de nós mesmos, não?

E foi o que aconteceu: ri tanto quanto à plateia. Nos bastidores, já tinha conversado com todos humoristas enquanto nos arrumávamos. Já conhecia o Rabin, pois temos um amigo em comum, então nos encontramos em alguns churrascos. O fato de ter passado tanto tempo juntos nos bastidores, fez com que todas as sensações ruins tenham ido embora. Eu não estava indo para uma ~guerra~, mas para ser o principal foco de boas risadas.

O resultado dessa Fritada será exibida no Multishow em outubro.

Fomos embora quando era quase meia-noite. Foi mais uma experiência diferente que valeu a pena!
Fui com a Fê e a Marcela, num barzinho perto de casa para conversarmos e bebermos. E no meio do nosso papo, tivemos que encarar uma situação bem patética de um ser machista. ( assunto para um outro post )

Na quarta-feira, logo cedo, a Fê foi passar alguns dias em Vitória para matar saudade da família. Como passarei alguns dias em Salvador em breve, então nada mais justo dela ter alguns dias de descanso na terra natal. Direitos iguais.
Na parte da manhã, trabalhei um pouco antes de me preparar para mais um dia de branco.
Logo no início do trabalho, quando as pessoas que seriam assistidas começaram a chegar, recebemos uma notícia que deixou toda a equipe dos médiuns bem triste. Um rapaz que foi algumas quartas tomar passe com os guias e em busca de forças espirituais, faleceu no dia 13. Bem que estranhei que ele sumiu do nada, após ir várias quartas consecutivas. A senhora que cuidava dele, nos deu a notícia.
Ele era HIV positivo e se isso não bastasse, ainda lutava contra um câncer. Acabou desistindo da luta, se entregou e cometeu suicídio.
Falei pouco com ele, mas me lembro bem das vezes que esteve lá. Em uma das primeiras vezes, passou na cromoterapia, onde frequentemente tenho auxiliado o médium responsável por este trabalho. Querendo ou não, a gente se apega aos assistidos e uma notícia como esta, nos abala.

A quinta-feira foi uma loucura. Além de estar sem a Fê presente, tudo resolveu acontecer no mesmo dia, mas no fim deu tudo certo. Para compensar o fato de não conseguir almoçar, meu lanchinho da tarde foi quase um pote inteiro de Tablito em massa que a Kibon lançou. E eu disse "foi quase" porque fui boazinha e deixei duas colheradas para o João experimentar.
No meio de tudo, recebi um e-mail que estava esperando há quase um mês. E marcamos uma reunião para esta próxima quinta. Torcendo desde já.
Quando cheguei em casa, fiquei até o começo da madrugada, buscando e baixando músicas novas.

Já a sexta-feira foi dedicada também ao trabalho branco. Fomos ajudar a organizar e decorar a festa de Cosme e Damião do centro para receber "as nossas criancinhas!". A doçura dos erês é contagiante.
Enchi mais de 50 bexigas e descobri que mesmo sendo fumante há quase uma década e meia, ainda tenho fôlego. O mais difícil foi ficar dando nó, pois como minhas unhas estão compridas, fiquei com medo de estourar. Algo que aconteceu com apenas uma bexiguinha.
Por falar em unhas, uma delas resolveu quebrar ontem no meio da loucura. Estava sem tempo para ir ao salão e decidi resolver por conta própria, então joguei no Google: como colar unha quebrada.
Assisti um dos vídeos e vi que precisava apenas de: super bonder + um pedaço de papel higiênico + lixa + muita calma e atenção para não colar os dedos.
Saí para comprar o bonder e foi quando fiz a descoberta do Tablito em massa. Voltei e em menos de 5 minutos estava com a unha bonitinha novamente.
E só de pensar que já tive ataques de nervos com váááárias unhas quebradas sem saber deste truque...!  

A festa foi linda, cheia de doces, erês e de crianças. Além da energia linda!
Minha erê se acabou de tanto comer, era maria-mole em uma mão, suspiro em outra, pirulito na boca. E o desespero para comer rápido pra pegar mais? Fora os marshmallows que eu odeio, mas pelo jeito ela ama. E adorou a boneca que comprei de manhã para ela, é uma tal Dora ( de algum desenho em canal fechado que nunca tinha ouvido falar ).

E assim, minha semana encerrou com muita doçura na vida! :)

No sábado, acordamos tarde porque chegamos quando eram quase 2hs e ainda enrolamos para dormir. Já era quase meio-dia, tomamos café-da-manhã em casa mesmo e mais tarde, saímos para almoçar dignamente em um restaurante na esquina de casa.
Passei o dia à toa, a única coisa de útil mesmo que fiz foi treinar mixagem.
Assisti o programa do Luciano Huck que há tempos não assistia e chorei com um quadro que ele ajudou um senhor que sobrevive vendendo pães artesanais.
Eram 19 e pouco, resolvemos dormir um pouco para aguentarmos a viagem e madrugada acordados.
Levantamos às 22hs e nos arrumamos para esperarmos o motorista que nos levaria.

Chegamos em Campinas em 45 minutos. Fizemos um bate-volta: toquei na balada Sonique e depois já voltamos para a toca.
Uma das baladas mais bonitas que já vi!
Assumi o som das 2hs às 3h30, depois tirei foto com o pessoal.
Antes de ir embora e pegar a estrada de volta, fui ao banheiro e quando estava saindo quase fui atingida com vômito de uma menina que estava passando mal, mas foi muito quase.

Chegamos em casa às 6hs e pouco, nosso retorno foi tão rápido quanto.

E o domingo foi dedicado exclusivamente a curtir uma boa preguicite aguda. Acordamos quando eram quase 14hs, saímos para alimentar as lombrigas e na volta, até tentamos ficar assistindo televisão na sala, mas a cama nos chamou e voltamos para ela. Acordamos novamente quando já eram 18h30! Mas estávamos precisando colocar o sono em dia.
Pedimos pizza e a devoramos tomando vinho.
Mesmo com o fato de ter dormido o dia todo, ainda estava com sono, então não tive insônia.
Assisti a final da Fazenda. Quase não acompanhei esta edição, mas estava torcendo para quem teve o final feliz!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Fritada



É hoje! Tô divulgando em cima da hora, mas quem quiser ir, ainda dá tempo de garantir o ingresso e ir me ver ser fritada por humoristas no palco. E quem não puder ir, poderá assistir depois no Multishow!  
 
 
 
 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Lovelace

 
Fui assistir Lovelace sabendo pouco sobre a garota que provocou uma revolução sexual nos anos 70 ao protagonizar o Garganta Profunda.
 
Assim que recebi o convite da Paris Filmes para conferir este filme biográfico, fiquei com vontade de pesquisar sobre a vida da atriz pornô mais conhecida dos Estados Unidos. Afinal quem é Linda Lovelace?
 
Decidi por fim não pesquisar sobre, pois preferi descobrir e responder a pergunta acima com o filme, sem estar influenciada por textos na internet para justamente fazer esta descoberta diante da telona.  
Fui curiosa e sem criar expectativas. Quando o filme acabou, respirei fundo, enxuguei as lágrimas e precisei de alguns segundos para me recuperar. Passei o restante do dia pensando sobre a história e me lamentei por Linda já não ser mais viva, pois certamente mandaria um e-mail a ela, com confidências, elogios e deixando claro que acabara de ganhar mais uma admiradora.
 
Lovelace mexe com vários sentimentos do espectador. Impossível não sentir as dores físicas e psicológicas de Linda. As cenas quentes tornam-se apenas detalhes, por isso não pense que se excitará com os momentos da garganta profunda. Mas, tenho certeza que você sairá do cinema julgando menos a vida dos outros.
 
O ápice da história é quando a realidade é mostrada, como se de repente como espectador, tenhamos ganhado o poder de invadir o interior mais profundo de Linda, e pudéssemos então entender o que se passava com esta jovem. Não, nada estava tão bem quanto parecia estar. Daí em diante, nossa visão e os sentimentos são rapidamente substituídos.
 
As mulheres se identificarão nos primeiros momentos do filme, afinal qual nunca se apaixonou por algum cara no estilo do Chucky? Um príncipe nos primeiros encontros, que abre a porta do carro e nos faz acreditar que é o homem da nossa vida, mas que em pouco tempo de relacionamento, fecha a porta de nossos sonhos femininos mais íntimos. Me identifiquei com a falta de apoio dos pais conservadores e também tive uma amiga-irmã como a Patsy.
 
Quando Chucky apanhou merecidamente com cintadas, assumo que dei uma risadinha sarcástica. E no momento que Linda teve oportunidade de pedir socorro aos policiais, senti uma leve revolta por ter decidido proteger seu amado agressor. Aliás, nesta cena podemos perceber que a mulher que sofre violências domésticas, não busca ajuda por acreditar que merece viver a situação e acredita que o vilão se tornará mocinho a qualquer momento. E quantas mulheres não se anulam para se dedicar apenas à vida do homem que ama?
 
Por muitos anos, ela foi marionete do próprio marido. Não sentiu prazer ao fazer a famosa Garganta profunda, quanto menos buscou desfrutar os holofotes da fama.
 
Não sei se teria força e coragem para viver tantas situações estando obrigada, pois o principal ponto que nos diferencia é que minha aventura sexual foi por livre e espontânea vontade.  
 
Além de a história mexer com o espectador, achei o filme muito bem feito, instigante e a trilha sonora é a cereja. E uma boa surpresa foi não ter reconhecido Sharon Stone.
 
Na cena final, é impossível não chorar ou no mínimo se emocionar com o desfecho. No meu caso, minha emoção foi dobrada porque foi no momento que mais me coloquei no lugar de Linda. Ela conseguiu receber os abraços que busco até hoje.         
 
Por fim, Linda foi considerada como diva, mas sem ter o direito de desfrutar os prazeres da vida.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Não sei dizer o que tem me deixado mais feliz ultimamente, só sei que é muita emoção para meu pequeno coração. A semana passada foi cheia de bons momentos que me fizeram sorrir ao ter certeza que fiz boas escolhas, me tornando ainda mais grata por tudo e todos que estão comigo nesta caminhada.

Foi uma semana que eu e a Fê quase piramos, trabalhamos a beça, dormimos pouco para dar conta do recado. No sábado, nosso brinde à beira da piscina ( foto no instagram ) foi merecido. Ficamos que nem lagartixa o dia todo, com direito a insolação, mas ok. O que importa é que matei saudade das marquinhas de biquíni depois de tantos meses e as banhas ficaram torradas. Por falar nelas, neste último mês em especial, abusei demais da boa vontade do estômago. Tô comendo mais do que nunca e não é gula, não, é fome mesmo, sabe.    

E no meio desta fase boa, eu e o João decidimos passar alguns dias em Salvador, em outubro. Ontem compramos as passagens, reservamos hotel, enfim está tudo certo para passarmos quatro dias na terra do axé ( não me refiro ao estilo musical, neste caso ). Faremos os mesmos passeios e esperamos rever o Sr. Clarindo, no Pelourinho. Tô contando os dias desde já!

Ah, não divulguei, mas na sexta retrasada, 06, participei do programa Dark Room, na rádio 89,1 FM. Parecia bate-papo no boteco entre amigos, ri muito com os meninos. Além disso, pude conhecer melhor a Geisy Arruda e ter uma opinião mais concreta dela já que tinha a visto apenas uma vez num dos ensaios da Águia de Ouro. Ela é uma menina, merece onde está, soube fazer uma limonada geladíssima. E beijo pros recalcados!

No mais, ainda é cedo para comentar sobre a série na Fox e outras cositas más. Em 9 anos, aprendi que surpreender é mais gostoso, enfim. (risos)

Até.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Finde

No sábado, para a minha própria surpresa, acordei um pouco antes das 10hs, sem despertador e sem sono, sendo que fomos dormir quando eram quase 5hs. Levantei, me arrumei e acordei o João, mas ele preferiu ficar dormindo um pouco mais. Interfonei para a Fê e combinamos de tomar o café-da-manhã juntas, convidamos a Lu que mora no prédio também, nos encontramos na recepção e fomos para o Bagel Factory ( uma fabriquinha de bagels ).

Em seguida, fomos para o barzinho onde o João e o marido da Fê já estavam com a turma de amigos. A intenção era apenas almoçarmos e irmos embora, mas daí chegou a Syl e depois foi chegando mais gente. Papo vai, papo vem, acabamos ficando o dia TODO no bar, fomos embora quando fechou, às 18hs. O ~problema~ foi porque surgiu na mesa suco de cranberry para misturarmos com vodka, daí minha amiga, esqueci da vida.

Enfim, nós tínhamos que trabalhar pelo menos um pouco: catalogar produtos novos que chegaram na sexta. Mas não tínhamos condição num primeiro momento, resolvemos então que o melhor seria dormir um tanto e nos encontrarmos mais tarde. E assim fizemos, vim para casa e apaguei, às 21h30 a Fê chegou.

Respiramos e nos jogamos nas planilhas, produtos e número. Acabamos quando eram quase 1h. João que foi assistir televisão no quarto, já estava no décimo quinto sonho. Como nós duas estávamos sem um pingo de sono porque dormimos depois do bar, então resolvemos adiantar o que faríamos no domingo de manhã: palha italiana.

Não sei fazer arroz, feijão, etc. e tal, mas faço um brigadeiro de nutella dos deuses, pão de mel de comer rezando e a palha italiana que faz o maior sucesso. Nhac!

No domingo, tínhamos chá de bebê de uma amiga do centro. Como o plano A não deu certo porque a doceria onde compraríamos as coisinhas não abriu por ser feriado, então resolvi fazer as palhas para levarmos. Eu e a Fê queríamos estar na balada em plena madrugada de um belo sábado, mas ficamos quebrando 4 pacotes de biscoito maisena - o primeiro passo para a produção das palhas.
Terminamos de passar a última palhinha no açúcar às 3 e tanto.

Mas foi tão bacana porque passamos o dia todo juntas desde o café-da-manhã e conversamos sobre trabalho apenas por 2 horas enquanto registrávamos os produtos. Nós até comentamos que nesta última semana, por mais que tenhamos passado todos os dias juntas ( exceto na quarta ), não falamos sobre outra coisa que não trabalho. Então estávamos precisando de papo de amigas!

No domingo, eu e o João fomos tomar café-da-manhã na padoca e depois fomos para o lugar onde aconteceria o chá de bebê mais tarde, pois combinamos com um pessoal de ajudarmos na organização e decoração para poupar nossa amiga que está a apenas duas semanas para a chegada da filha. A barriga está gigante e linda!

O chá de bebê foi uma delícia, energia boa e como conhecíamos quase todos que estavam presentes, então estávamos entre bons amigos. A tarde estava deliciosa com muito calor e para fechar, a noite surgiu com uma lua linda!

Saímos de lá e fomos direto para o teatro, pois era o último dia da peça Entre ruínas quase nada que nosso amigo Filipe ( o aniversariante que fomos na festa surpresa há alguns sábados atrás ) dirigiu.
A peça é diferente de tudo o que já vi, pois o grupo de espectadores não fica sentadinho nas cadeiras da plateia. Ela acontece em diferentes ambientes e vamos acompanhando o elenco, por isso que o grupo precisa ser pequeno, no máximo com 30 pessoas.
E o valor do ingresso é consciente: cada um paga quanto quiser ou puder.
Esta primeira temporada ocorreu no teatro abandonado ( em ruínas ) da Casa do Povo.  

Vou copiar o texto do flyer que está explicando sobre a peça:

"A primeira imagem eram dois seres fantásticos gargalhando da nossa existência. O bufão era a forma encontrada para o nosso riso. Slavoj Zizek trouxe essa imagem para um lugar perigosamente perto de todos nós: real, vizinho e imediato. Visitamos espaços abandonados e nosso primeiro fracasso: o abandono real era inabitável. Visitamos o inferno de Dante, Shakespeare, Borges, cartas suicidas, personagens vivos e mortos. Visitamos as ruínas de Manoel de Barros.
De repente o abandono, a ruína, a sujeira, os pombos e ratos começaram a ficar poeticamente atraentes. De repente, os alagamento, esgotos, a escuridão. Desistir parecia ser uma opção real.
Criação tem dessas coisas, muitas vezes precisamos sangrar o erro.
Mas as ruas explodiram em junho e vários ensaios foram cancelados, ou transferidos para o asfalto, não importa. No meio do caminho nos perdemos, pra onde ir quando não há mais desejo?
Será que ainda seríamos capazes de sonhar com outras possibilidades de agir?
Entre ruínas, colecionamos desistências diárias.
Quase nada nos restava senão abandonarmos as nossas convicções.
Para ouvir algumas histórias é preciso coragem. Para habitar algumas ruínas é preciso antes, construí-las."
(Filipe Brancalião e Jucca Rodrigues)
       
Saímos da Casa do Povo quando eram 20h30, estávamos tão cansados que desistimos de jantar em algum restaurante como tínhamos combinado a caminho da peça. Paramos no Dib, compramos algumas esfihas e trouxemos para comer em casa. Enquanto assistíamos Fantástico, jantamos e nos preparamos para dormir. Não era meia-noite e já estávamos na cama.  

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Enfim, setembro! :)

Ufa! Agora já posso confirmar que este foi o primeiro agosto da minha vida que passei totalmente ilesa de qualquer coisa ruim! Acho digno comemorar este fato.

Esta última semana resumiu a muito trabalho e gordices.
Na terça-feira, eu e o João fomos finalmente conferir a peça teatral Terça Insana e prestigiar nosso amigo Sidney Rodrigues ( ator que atuou no meu filme no papel de um dos clientes ).
Estacionamos em uma vaga ótima e logo surgiu um senhor do nada perguntando se poderia tomar conta do carro em troca de um ~café~. Achei ele tão carismático e com energia boa que quando me pediu um cigarro, dei o maço todo que estava quase cheio. Até o João estranhou minha atitude.
Normalmente, quem aborda para tomar conta do carro, é folgado demais. Chega de uma maneira grosseira, sem educação, parece que tá fazendo um grande favor, e AI se dissermos que não queremos que tomem conta, podemos esperar algum risco no carro ou alguma estupidez na volta.

Chegamos no Teatro Itália ( que fica no subsolo do Edifício Itália, no centrão de São Paulo ) faltando quase meia hora para o início. Tinha uma fila considerável para comprar os ingressos, mas não precisamos encará-la. Há poucas e boas vantagens em não ser anônima. risos

Fomos na cafeteria. Não tinha nenhum salgado para enganar nossa fome.
Ficamos sentados em um lugar muito bom da platéia, na fileira H.

Chorei de rir logo na primeira esquete, que mostrou qual é a visão do primeiro encontro segundo uma mulher e segundo um homem. Visões completamente diferentes: o homem faz pouco caso de tudo enquanto para a mulher, tudo é o máximo. Quem interpretou o casal foi o Sidney e a Greice ( criadora desta peça de humor ).

A segunda esquete foi com a personagem Piradinha que chegou dançando a música com o mesmo nome e arrasou. Depois foi a vez do Fernando Beatbox que não apresentou nada de humor, mas que deixou a platéia paralisada com os sons que faz com a boca.
O Sidney também interpretou o Guru Astrogildo e a Tia Help. As outras esquetes foram com a Poliana, Mulher Limão e Branca de Neve.
E quando acabou, minha barriga doía de tanto rir.
Por fim, Silvetty Montilla surgiu para interagir e causar com a platéia. Quando nos encontramos no final da peça, ela se lembrou que nos conhecemos em uma balada no Maranhão.

Neste ano, o Terça Insana completou 12 anos. E daí fui embora me perguntando como que fiquei tantos anos sem conferir este trabalho. Já assisti algumas esquetes no youtube ( Seu merda é bom demais! ), mas ao vivo é outra coisa, né?

***
No sábado, acordamos às 10h30, nos arrumamos e fomos em busca de algum buffet de café-da-manhã, pois como pegaríamos estrada no meio da tarde, precisávamos tomar um café reforçado para substituir o almoço também. Fomos experimentar o café-da-manhã no Lá da Venda, onde fomos muito durante a época que estava fazendo curso de DJ na Beatmasters.
Como enjoamos de tanto ir, pois o cardápio é enxuto, experimentamos e repetimos todas as opções, então fazia um bom tempo que não íamos.
Não vá com muita fome, pois a quantidade de qualquer opção é bem pequena. Recomendo demais o quibe de abóbora. >3
O ambiente é super gostoso, com clima de casa de interior. Na frente há uma loja com várias coisinhas bacanas produzidas por artesãos de várias regiões do Brasil. Vale a pena dar uma garimpada.
Se você gosta de pão de queijo, pre-ci-sa experimentar o de lá, que é de queijo da Serra da Canastra. A unidade é bem grande, mas não é enganação: tem mais gosto de queijo do que de farinha com fermento.

Eu esperava mais do buffet do café-da-manhã. Custa R$ 33 por pessoa e há poucas opções de quitutes. Em compensação, tudo é bem caseiro e tudo o que comi estava bom demais. Há três opções de geléia, duas de pão ( o de minuto é delicioso ), três de bolo ( o de fubá com goiabada é muito amor ) e mais algumas poucas coisas. Ah, e o pão de queijo que não poderia faltar!
Me acabei com o suco orgânico de tangerina que peço todas as vezes que vamos.
Voltaremos um outro dia para ter uma segunda opinião, quem sabe não tenham mais opções?
Talvez a culpa seja nossa, pois o buffet é servido até às 12h15 e chegamos lá às 11h40, faltando pouco tempo para encerrarem o serviço.

De qualquer maneira, já combinei com o João que quero ir em breve para matar saudade do quibe de abóbora.

Demos uma passada no shopping e depois fomos para casa pra organizarmos o que levaríamos para a viagem. Fomos para uma festa numa fazenda dentro da reserva florestal em Juquitiba.
Para chegar lá, foi muito cansativo, são quase 10km de estrada de terra bem ruim, cheia de buracos e pedras. Para entrar na reserva rola toda uma burocracia necessária, um guarda florestal pega os dados de quem entrará lá. Na saída, pode acontecer dele revistar o carro, pois não pode tirar sequer alguma florzinha.

O cansaço da viagem e o tempo de espera da burocracia, é logo recompensado com a vista e com a beleza de estar no meio do mato, da natureza. Festa boa demais em um lugar lindo. Acabou quando eram quase 6hs. Ficamos do começo até o fim. E como estávamos entre amigos ( nossa turma que trabalha de branco no centro ), então não tinha como ser ruim. Mais do que curtir a festa, renovamos as energias para começarmos setembro!











terça-feira, 27 de agosto de 2013

Boa noite!

E a última semana de agosto começou do jeitinho que gosto e promete ser boa!
O dia começou cedo, pois tive apenas a manhã e o início da tarde para render no trabalho. Almocei rapidinho e às 15hs já estava na TV Gazeta para gravar o programa A máquina apresentado por Fabrício Carpinejar. Será exibido apenas em outubro.
Adorei o formato deste programa, bem diferente, informal e o objetivo da máquina é interessante. Foge do mais do mesmo, sabe. 

A gravação acabou às 18hs e pouco, levamos mais de uma hora para chegarmos em casa, sendo que a distância não é grande entre a Avenida Paulista e onde moramos. Se o trânsito sempre foi um caos, então agora com a faixa exclusiva para ônibus, nem se fala. Dá vontade de arrancar todos os fios de cabelo.

Assim que cheguei, avisei a Fê para descer na recepção, tínhamos combinado de tomarmos café para definirmos algumas coisas dos filhotes, mas acabamos mudando de ideia: substituímos o café por cevada. A noite estava boa e fizemos um happy hour num boteco perto de casa. No caso, foram ~horas felizes~, pois chegamos agora há pouco.

E já que não dei bom dia hoje por aqui, vim dar boa noite. Amanhã o dia será longo para nós e à noite vamos prestigiar um amigo no teatro!

Boa noite e uma ótima semana! ;)              

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Curitiba

No final de semana retrasado, eu e o João fomos curtir mais uma vez Curitiba! ♥
Desta vez, tínhamos dois compromissos profissionais para cumprir: sessão de autógrafos na livraria Cultura e discotecagem na balada Sistema X.
Como chegamos na sexta à tarde, então tivemos bastante tempo livre para nos divertirmos com os piás Few e Will.


Na sexta, depois da sessão de autógrafos, fomos jantar na lanchonete Kharina. Nos acabamos na porção de nachos com queijo (1), comi um sanduíche delicioso (esqueci de tirar foto), bebi vodka com frutas vermelhas (2) e a canela deu um toque especial. De sobremesa, comi uma fatia de torta de limão (3).
O ambiente é muito gostoso, o atendimento é ótimo e ágil. A única crítica é em relação à torta de limão que me decepcionou. Sou quase uma ~especialista~ neste doce, pois é uma das minhas sobremesas favoritas, mas achei que a de lá é um tanto artificial, não tinha muito gosto de limão e a consistência estava dura demais. Mas ok, as demais coisas compensaram.
A lanchonete é tradicional e super antiga, existe desde 1975. O que mais me chamou atenção foi o cardápio, super bem feito e criativo.

No sábado, acordamos cedo e fomos caminhando até o shopping Estação. Fizemos algumas comprinhas e antes de irmos embora tomamos espresso e comemos brigadeiros no Estação Brigadeiro (4) que fica num antigo vagão de trem.
O espaço é bem pequeno, mas confortável. Há mais de 30 opções de sabores, mas acabei escolhendo os mais básicos: devorei um tradicional e um de nozes. E dei uma mordida no de canela com cravo que o João escolheu.
O brigadeiro de lá é maior que os da Maria Brigadeiro e da Brigaderia, e o preço é o mesmo: R$ 4,00.


À tarde os meninos nos buscaram no hotel e fomos jogar boliche (8). Há muito tempo que não jogava. Fechamos uma pista por 2 horas, mas o tempo passou tão rápido que nem acreditei. Conseguimos jogar apenas quatro partidas e em todas fiquei em último lugar, mas valeu a diversão. Demos muitas risadas!
Depois fomos na casa do Will, onde matamos saudade da mãe dele, a dona Carmem. Colocamos o papo em dia com ela enquanto tomávamos um lanchinho da tarde que preparou com o maior capricho. Daí fomos para a sala de TV e enquanto eles viam um programa de culinária no GNT, me aconcheguei no sofá e dei um belo cochilo. Sou uma visita que se sente em casa. rs
Antes de ir embora, eu e o Will tiramos fotos pagando de surfistinhas (5).

À noite, fomos jantar na churrascaria Batel Grill com rodízio de carne e massas, e também tem um buffet gigante onde encontramos de tudo um pouco. Este restaurante é tão bom que foi a quarta vez que fomos. O preço não é dos mais amigos, masss levando-se em conta a qualidade de tudo e da variedade de opções, vale muito a pena!
É para ir com MUITA fome e se acabar de tanto comer!
Já que não como carne, então não posso dizer sobre, mas o João disse que é um dos melhores rodízios que ele já foi.
O que mais gosto de comer lá é o nhoque frito que são mini bolinhas levemente crocantes. Ah, e também recomendo as opções da gastronomia japonesa.
E de sobremesa peça o bombom de morango (6). Não é um bombom literalmente. É uma camada de creme branco, uma camada de morangos e por cima uma de creme de chocolate preto quase brigadeiro de colher. Pense em uma gordice boa! Ai ai. Só de lembrar, salivo.
O jantar foi para comemorar o aniversário do pai do Few e lá tiramos a foto 9.

Obs.: a foto 7 foi tirada na livraria Cultura. Quando estávamos indo embora, o moço que serviu champanhe durante o evento, me pediu para tirar uma foto. Daí aproveitei para tirar uma segurando a bandeja.

Depois de tanto comer, fomos para o hotel. Não consegui dormir, então enquanto o João descansava, aproveitei para responder e-mails. Quando era quase 1h, foram nos buscar para irmos à balada.


Assim que chegamos no camarim, me deparei com uma garrafa de champanhe e outra de vodka, com várias latinhas de Red Bull. É muito amor, gente.
Nos avisaram que eu entraria para discotecar às 2h30, ou seja, tivemos muito tempo para beber e dançar, pois o camarim fica bem ao lado do palco com a cabine então o som estava altíssimo como se estivéssemos na pista.
E as fotos que estão acima enquanto eu comandava o som, foram tiradas pelo Will. Adorei em especial a do canto inferior esquerdo.

Chegamos no hotel às 5 e pouco. Eu estava bem até o momento de colocar a cabeça no travesseiro, daí foi quando o mundo girou. rs

No domingo, acordamos às 11h30, ou seja, perdemos o café-da-manhã no hotel. Os meninos foram buscar a gente porque precisávamos fazer check-out, mas nosso voo era no final da tarde.
Fomos ao shopping Mueller onde ficamos fazendo hora até o momento de irmos ao aeroporto.
Daí almoçamos na praça de alimentação e foi a maior dificuldade eu decidir o que queria comer.
Estava com pouquíssima fome e muita ressaca. E sabe quando a gente olha todas as opções de comida e nada agrada? Não queria lanche, mas também não queria arroz com feijão. Estava desistindo de almoçar, mas fiquei preocupada em sentir fome mais tarde, mais precisamente no avião e sabia que se isto acontecesse, seria obrigada a matar a fome com 6 amendoins.
E assim, acabei comendo meio que por obrigação, fui em um self-service e fiz um pratinho que não custou nem R$ 5. Por pouco o refrigerante não saiu mais caro.

Depois, resolvi tomar frozen que adoro e que está cada vez mais difícil encontrar em São Paulo. Há alguns anos atrás, virou moda por aqui e abriram vários lugares especializados. E com a mesma velocidade que abriram, fecharam. Infelizmente.
Até então eu sempre tomei puro, não gosto de colocar confeitos nem coberturas. Mas daí vi que tinha doce de leite, fiquei com vontade e pedi para a moça colocar. Se arrependimento matasse...
Primeiro porque estragou com o sabor do frozen. E segundo porque embora na plaquinha estivesse escrito doce de leite, no meu mundo aquilo chama cobertura de caramelo. E sim, são coisas BEM diferentes.

Depois passeamos, tomamos café, e então chegou o momento de irmos ao aeroporto. Mais uma vez foi muito bom curtir Curitiba! Cada vez que vamos, volto gostando ainda mais desta cidade!

Agradeço à todos que foram me prestigiar na sessão de autógrafos na Cultura ou na balada Sistema X! E agradeço demais também ao Few, ao Will e à dona Carmem por terem nos recebido mais uma vez de braços abertos! Até outubro! ;)  

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Bom dia!!

Duas semanas passaram e não consegui dar sinal de vida aqui, daí decidi: Ou vai, ou racha.
Farei o possível para que vá, afinal nenhum leitor merece blogueiro desnaturado, mas já estou achando que jamais conseguirei ser presente novamente como nos velhos tempos. Bem, tentarei!

O mês já está acabando e pelo menos até neste momento estou passando ilesa de gripe e de notícias ruins. Será este o primeiro agosto bom de minha vida? Não vou comemorar ainda, pois ainda não acabou.
Em contrapartida, ontem completou um ano de uma notícia bem triste, de uma batalha que perdi. Comentei sutilmente alguns dias depois em um post, mas sem especificar o motivo.
Nem acreditei quando me dei conta que já fez um ano. E esta notícia que veio como uma bomba, acabou mudando muito minha maneira de ver a vida. Precisei ter passado por isto por vários motivos.
O principal deles foi porque no meio da dor acabei recuperando minha fé e finalmente tendo interesse ao fazer meu desenvolvimento espiritual, vestindo branco uma vez por semana, enfim.

Este último finde foi bom demais! No sábado, às 10hs, eu e a Fê fomos em um Starbucks, onde foi nosso ponto de encontro de uma reunião sobre mais uma despedida de solteira que fechamos! :)
Nos reunimos com duas amigas da noiva.
E à tarde, realizamos mais um Chá Erótico em um salão de festas do prédio da cliente que nos contratou e que agitou com as amigas e conseguiu reunir 32 mulheres. Respondi várias perguntas, ensinei truques e vendemos muitos produtinhos. Ficamos com elas durante quase 4hs.

Saímos de lá cansadas, mas felizes com o resultado de mais um evento. Fomos para casa e continuamos o trabalho na planilha do caixa, organização do estoque, etc. Depois, abrimos uma garrafa de vinho e ficamos conversando sobre trabalho.
Às 20hs, eu e o João teríamos que sair de casa para uma festa surpresa de aniversário do marido de uma amiga. Ele chegaria às 21hs em casa, então todos os amigos convidados teriam de chegar antes para a surpresa.
Até me arrumar, ir ao supermercado para comprar alguma bebida pra levar, no fim chegamos quando eram quase 21h30! Por sorte, o aniversariante ainda não tinha chegado.

A festa foi muito boa. Como a maioria dos convidados é ator de teatro, então foi divertido participar da conversa do mundo deles.

Chegamos em casa quando eram quase 3hs. E se sábado foi produtivo e não parei, no domingo resolvi curtir uma boa preguicite aguda na toca. Depois de voltar do café-da-manhã na padoca, troquei de roupa e me joguei na cama. Até às 14hs, meu único esforço foi ficar apertando botões do controle da televisão.

Mais tarde, às 16h30, eu e o João saímos para almoçar. Como estávamos famintos e o dia estava frio, então resolvemos ir no Rancho Nordestino. Voltamos para casa e fiquei organizando como seria a semana.

No mais, o curso de hipnose acabou nesta segunda. Foi um bom investimento.
Agradeço as leitoras corajosas que se ofereceram para serem minhas cobaias, mas no fim, acabamos levando pessoas próximas e trocando de cobaias. Minha cobaia acabou sendo uma amiga de uma colega da turma. O professor nos disse que para a cobaia se sentir mais à vontade precisava ter alguém que confiasse por perto.

Por hoje é só, mas amanhã tem mais.

Até. ;)
 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Bom dia!

Tudo o que é bom, acaba rápido. Meus dias de férias acabaram, mas consegui curtir o máximo que pude a minha toca. Aproveitei muito bem, até enjoei do sofá que me acolheu tão bem nestes dias. Assisti filmes e seriados, cometi muitas gordices deliciosas, li, me diverti sozinha com coisas simples. Consegui desligar a mente para o trabalho e tomar decisões para um futuro breve.

A única coisa que não consegui concretizar foi colocar em ordem meu mundo virtual. Como pode ter notado, não dei sinal de vida na semana passada. Liguei o computador apenas um dia quando comecei a responder e-mails acumulados, mas percebi que estar de férias e ficar horas no computador não faz muito sentido, pelo menos no meu caso.

Retornei ontem com disposição suficiente para encarar este segundo semestre!

E apesar de ser gostoso ficar à toa em casa, estava com saudade da rotina intensa. Pois bem, voltei!