quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Se vira nos 30, Raq!

Enfim, balzaquiei, Braseel! No dia 28 de outubro, me tornei uma trintona! Não fiz nenhuma comemoração no dia, afinal não poderia estar com ressaca de jeito nenhum na quarta ( sim, não sei comemorar algo sem beber ), mas fui presenteada com um dia lindo: sol do jeito que gosto. Acordamos cedo, fomos tomar café-da-manhã na padoca, João precisava trabalhar um pouco e eu me dei o luxo de aproveitar o meu dia na piscina! Fiquei torrando osbacon sozinha, pensando na vida, ouvindo música, me refrescando com mergulhos na piscina. Fiquei até quase 16hs quando o João me ligou pra avisar que estava vindo para casa, então subi, tomei banho, me arrumei e fomos tomar sorvete na Bacio di Latte. Pra variar os mesmos sabores de sempre: bacio di latte ( leite ), café e doce de leite. Depois fomos até ao shopping Morumbi para comprar presentinhos para mim mesma e à noite fomos jantar no restaurante japonês Matsuya que fica em Moema. 

A festa digna foi no sábado, 01 de novembro, na balada Lab Club que fica no <3 da Augusta. Nunca tinha ido, foi indicação de um amigo e confiei no bom gosto dele. Convidei todas as pessoas realmente importantes para mim e que fazem parte do meu círculo social.
O sábado foi um dia estranho, começou que não consegui acordar com facilidade, só consegui sair da cama e ainda assim com sono quando já eram quase 14hs, daí atrasou todos meus planos. Fomos almoçar num restaurante perto de casa e a comida não caiu muito bem. No final da tarde, fui ao salão. Esperei o mesmo tempo de sempre para deixar o esmalte secar, coloquei as sandálias e quando cheguei em casa, vi que o esmalte dos DOIS dedões estavam ~amassados~ e não dava tempo de voltar ao salão. Antes disso, no caminho para casa, eu estava a pé porque o salão fica a apenas três quarteirões de onde moro, começou a cair um temporal e eu tinha feito escova. Quase não faço e quando resolvo fazer, chove, olha que lindo. A minha sorte é que parei numa banca de revistas no meio do caminho e a dona de lá foi um anjo e me emprestou um guarda-chuva.
Quando cheguei em casa, liguei para a minha amiga responsável pelos bolinhos whoopies que ofereci aos convidados e ela disse que tinha resolvido fazer um teste na massa e não tinha dado certo, então estava fazendo tudo de novo e que provavelmente atrasaria.
Daí pra finalizar, tinha marcado make com uma maquiadora, mas ela teve um contratempo porque ficou sem luz onde mora e onde atende as clientes e daí atrasou. Era para eu ir pra lá às 20hs, mas fui quando já eram quase 22hs. Já estava achando que meu dia todo havia sido cheio de sinais pra não fazer festa. Foi na casa da Mary, a maquiadora, onde me acalmei, encontrei com o Eli lá, contei pra eles a saga que tinha sido meu dia e já comecei a rir. Fizemos um esquenta rápido enquanto era maquiada. João foi nos buscar lá e fomos para a balada.

Eu tinha marcado com os convidados às 23hs na frente da Lab para não pegarmos muita fila, acabei me atrasando 20 minutos. Quando vi já uma turma reunida de convidados, umas 12 pessoas, me deu um alívio gigante. Depois aos poucos outros convidados chegaram e nos encontraram já lá dentro.
A Lab é boa demais e estava rolando a Combo Hits que eu amei. São duas pistas: uma onde toca apenas rock ( de várias vertentes ) e na pista inferior toca POP, de tudo um pouco.
Nos acabamos de dançar e foi tão gostoso, melhor do que desejei! Fiquei BEM feliz! 
E ainda ganhamos um camarote para chamar de nosso, o que foi muita sorte porque pensei em fechá-lo para nós, mas acabei desistindo e acabamos tendo ele do mesmo jeito.
Algumas pessoas que foram, comentaram que fazia muito tempo que não se divertiam tanto ou que há muito tempo não iam pra balada. Pena que passou tão rápido o tempo!

Cantamos Parabéns quando já eram quase 5hs. 
Fomos embora quando já estava amanhecendo, às 6hs e tanto, foi uma festa digna, nos divertimos demais. Ah, claro que descemos no chão chão chão no final da festa.
Fazia tempo que não tomava tequila e lembrei que ela causa amnésia e ressaca que não é de Deus no dia seguinte. risos

Foi tão boa que na semana seguinte o assunto principal foi a festa. Rendeu assunto, risadas, baphos, comentários.

No domingo, obviamente foi um dia dedicado a curar ressaca e tentar lembrar de fatos que ocorreram, claro que com ajuda de amigos e do João. Sim, de PT, eu entendo mais que a Dilma...

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Por falar nela, em eleições, segundo turno e afins. Apenas: eita, porra!

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A Fê finalmente voltou de Vitória! o/ 
Infelizmente, chegou alguns dias depois da festa. Um bom motivo para agitar uma outra baladinha parte II da minha comemoração do ciclo de balzaca. Acho BEM digno.
O retorno dela foi um alívio gigante. Nos falávamos diariamente, mas mesmo assim estava morrendo de saudade! Fora é claro com o fato de ter aliviado o meu lado, pois por este tempo fiquei responsável com a parte dos compromissos que cabem a ela. Mas sociedade é isso: saber dividir tudo e segurar as pontas do outro lado quando necessário. Teoricamente foram férias que ela tirou nestes quase 3 meses, mas conversamos e ela concordou com o fato de eu não considerar que tenho direito a este período também. Chegamos a um acordo bom para ambas.
Agora vou também poder voltar a viajar para discotecar, algo que resolvi dar um tempo enquanto ela não voltasse, pois chegava sexta e eu estava esgotada, tentei mas não consegui conciliar tudo. Por um lado foi ótimo porque não perdi nenhum evento da vida social.

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Na semana passada, ganhei mais uma gatinha, a Sky, que tem apenas 3 semanas de vida. Parece um ratinho de tão pequena e frágil. Ela apareceu no jardim de uma amiga que ficou desesperada por não poder ter mais um gato, daí quando vi que ela pediu ajuda no Facebook, logo falei com o João. Ele não demonstrou tanta empolgação e não tocamos mais no assunto, até que na quarta-feira passada, me fez uma surpresa e foi buscá-la. A Sky não é toda pretinha como queríamos, é metade preta e metade branca. Sapeca demais.
A Tati se apaixonou logo de cara pela nova irmã felina, quando cheguei com a Sky em casa no meu colo, fez festa abanando o toco do rabo enquanto a cheirava. A Duda aceitou também numa boa, mas tadinha, ela já está velhinha, acho que se eu colasse um elefante na frente dela, ela teria a mesma reação. 
O problema está sendo a Aline, que por enquanto está a rejeitando completamente, bafora só de olhar pra Sky, parece que vai atacar a qualquer momento. Está morrendo de ciúmes e acabou se distanciando um pouco de nós, não quer saber de carinho, talvez esteja se sentindo traída por termos tirado dela o trono de caçula da noite para o dia.

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Neste último finde, fomos para Uberlândia. Sei que vou levar bronca por não ter avisado que iria ( em especial da Tassya ), mas foi tudo muito corrido. Fomos para a inauguração do centro de umbanda, o mesmo que trabalhamos aqui em Sampa, mas que abriu um espaço lá. Fomos de carro e a viagem foi bem cansativa, sete horas de estrada, chegamos no sábado quando eram quase 17hs sendo que a inauguração estava marcada para às 18h30, mas quando chegamos fomos ajudar nos últimos detalhes que faltavam ficar prontos. Não conseguimos descansar.
Não foi apenas comemoração, pois já tinha assistência em peso para conhecer nosso centro e tomar passe.
A Gira que realizamos foi a coisa mais linda, valeu a pena enfrentar uma viagem cansativa. Ficamos hospedados num hotel praticamente ao lado, o que facilitou bastante. Acabou à 1h e pouco, mas o João queria voltar pra Sampa na parte da manhã para chegarmos ainda durante a tarde em Sampa, então tomamos café-da-manhã, já fizemos check-out e pegamos estrada antes do meio-dia.

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Até e axé! ;)
   

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Bom dia!

Se no sábado tive que trabalhar, no domingo passei a tarde toda na piscina. Fomos tomar brunch na padoca Dona Deôla e nos frustramos, chegamos lá às 12h40 mas nos deparamos com o buffet do almoço. Uma mocinha que trabalha lá nos disse que o café-da-manhã é apenas até o meio-dia. O horário muda de unidade para outra, resolvemos desta vez irmos em uma mais próxima de onde moramos e nos ferramos, mas já que estávamos lá, sentamos no balcão mesmo e comemos. Não estava com vontade mesmo de cometer gordices matinais! mentira, estava sim. :(

Fui para a piscina matar saudade daquela linda. Há muitos meses sequer pisava ali, estava precisando muito de vitamina D. Fiquei tanto tempo sem torrar no sol que minhas marcas de biquíni já estavam praticamente desaparecidas, era preciso fazer muito esforço para conseguir visualizá-las. No sábado, foi difícil ver pela janela aquele sol lindo, falei para o João que se no domingo o tempo estivesse igual, nada e ninguém me tiraria da piscina. E então passei a tarde que nem lagartixa, torrando na cadeira com alguns mergulhos para amenizar o calor. Carreguei a bateria solar pra começar mais uma semana, a penúltima antes de me tornar balzaca.

Eu tô assustada com os últimos acontecimentos, num bom sentido. Não que eu tenha duvidado quando me disseram, mas não é mesmo que tem sido um ano de justiças? E quando acho que nada mais de interessante vai acontecer, vem a vida e me surpreende. Depois de 2011, este ano veio pra marcar, ainda que já estejamos a poucos meses para o próximo.

No próximo sábado, vou tocar numa festa infantil para crianças de 4 a 8 anos, de dois orfanatos que o nosso centro ajuda há anos. Conseguimos um espaço bacana e com as doações dos médiuns, vamos conseguir proporcionar uma tarde bem gostosa para elas, cheio de delícias, brincadeiras, oficinas ( em uma delas uma amiga vai ensinar a fazer bonecas de pano com símbolos dos Orixás ). Eu fiquei responsável pelas músicas, aceitei na hora quando recebi o convite, mas fiquei preocupada num primeiro momento, afinal o que esta geração curti ouvir?
Na minha época, quando eu tinha esta faixa etária, no final dos anos 80 e início dos 90, eu gostava de ouvir Xuxa, Angélica, Trem da Alegria e Balão Mágico ( herdei das minhas irmãs o vinil deste grupo ), não tínhamos tantas opções. Éramos mais ingênuas, mais crianças talvez.
Uma amiga que tem uma filha de 7 anos me contou recentemente que a pequena chegou da escola chorando, quando perguntou o que tinha acontecido, ouviu que tinha brigado com o namorado. Minha amiga quase teve um infarto, mas me contou rindo da situação. Daí eu disse que na nossa época com 7 anos, nossas dores eram outras.
Liguei para ela pra perguntar o que a Manu gosta de ouvir e foi então que fiquei conhecendo a banda Palavra Cantada dentre outras. Joguei no Google e soube que existe desde 1994, mas gente onde eu estava que não conheci antes? Foi paixão a primeira música ouvida.
 É uma música mais fofa do que a outra e como são muitas, precisei selecionar algumas para não tocar apenas desta banda.
Entre as atuais, vou tocar algumas da minha época também que são atemporais. Vou proporcionar um momento nostálgico aos tios médiuns que estarão cuidando das crianças. rs

Até e axé!   

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Finde

E depois de uma semana tão tensa e intensa, nada como um final de semana especial, curtindo bons momentos com amigos. No sábado de manhã, eu e o João aproveitamos para cuidarmos da toca, coisinhas básicas como ir ao supermercado, mas também fomos em busca de uma tapeçaria para levarmos nossa querida poltrona para ser reformada. Quem tem gatos em casa, conhece bem os estragos que as unhas dos felinos são capazes. Pedimos para trocar pelo tecido suede, que é o mesmo material do nosso sofá, que aliás está intacto porque as gatas não conseguem desfiar de jeito nenhum. No período da tarde, aproveitei para colocar muitas coisas em ordem que durante a semana não consegui.
E à noite, fomos para uma botecada com os nossos amigos irmãos no santo, com quem trabalhamos de branco. Quando saímos do bar, no início da madrugada, fomos buscar a minha sogra que estava na festa de casamento de uma sobrinha. Ela me mimou com dois bem-casados ( eu estava precisando demais de glicose naquele momento! ) e um balãozinho com gás hélio e formato de coração, daqueles que ficam no teto até murchar. Pensei que as gatas amariam e ficariam interessadas com algo que fica indo pra cá e pra lá no alto, masss elas estão morrendo de medo, tadinhas.

O domingo foi um dia cheio. Pra começar, acordamos às 10h30, nos arrumamos e fomos votar para ficarmos livres logo, paramos numa padoca no meio do caminho para tomarmos café-da-manhã. Votamos em escolas diferentes, primeiro fomos na qual voto, tinha fila na minha seção e demorou um pouco para chegar a minha vez, mas ok. A escola estava bem cheia e notei que havia muitas pessoas com camisetas do Brasil ou simplesmente amarelas. Saquei que era algum tipo de código ou algo parecido, acredito demais em sintonia, mas né, estava óbvio que não era o caso.
Curiosa, depois que votei, escrevi no meu facebook pessoal sobre esta observação e perguntei se alguém sabia de algo, alguns amigos comentaram que estava rolando uma parada nas mídias sociais: galera combinando de ir com camiseta do Brasil se não fosse votar no PT, já outros disseram que era um código para mostrar que votaria no Aécio, mas de qualquer maneira, tinha bastante gente de amarelo.   

Antes de sair de casa, fiz minha colinha com os números. Acabei pisando na bola com o deputado Estadual, pois marquei um número errado e quando digitei na urna apareceu um ser que nem tinha ouvido falar, não sei quem é, de onde é ou o que come, mas sem outra opção, meu voto acabou sendo neste mesmo. Sem um plano B, teria que votar em branco. Em branco ou num ser que nem sei quem é, deu no mesmo de certa maneira, pois joguei voto fora. Paciência. No fim, acabou nem fazendo diferença, afinal mesmo com o meu voto ele teria passado longe da vitória ainda assim.

Fomos convidados por um amigo para almoçarmos no restaurante Spot em comemoração ao aniversário dele. Eram 13 e pouco, ele mandou mensagem para avisar que já estava lá, então fomos encontrá-lo. Fazia tempo que não íamos ao Spot, um pouco mais de um ano, continua do mesmo jeito, gosto bastante deste lugar. Além dele, estava o irmão e a cunhada. Estava lotado com fila de espera, então ficamos sentados no balcão do bar enquanto esperávamos uma mesa livre. Bebi uns bons drinks, o melhor foi o saquê com kiwi e mel. Sempre pedi para adoçar com açúcar, mas já que tinha a opção com mel, quis experimentar e adorei, super combinou com saquê.
Demorou bastante tempo para conseguirmos uma mesa, quase 2 horas de espera, mas foi bom porque assim deu tempo dos outros convidados chegarem. Me diverti horrores com um casal que sentou ao meu lado. Estávamos verdes de tanta fome, ainda bem que demorou apenas 20 minutos para os pedidos chegarem na mesa. Devorei exatamente o mesmo prato da última vez que fomos: trutas grelhadas e arroz com brócolis ( já contei que sou tarada por brócolis? *-* ). De sobremesa, pedi uma tortinha de caramelo com chocolate meio amargo que acompanha uma bola de sorvete de creme.
Ficamos papeando, cantamos parabéns com um mini bolo que o restaurante dá de presente ao aniversariante, fomos embora quando já estava escurecendo, eram quase 18h30, ou seja, passamos a tarde lá.

Eu e o João fomos direto para a Granja Viana, onde mora minha dinda linda. Fazia tempo que estava devendo uma visita, avisamos que iríamos após um almoço então que não era preciso se preocupar em preparar nada para comermos, mas para acompanhar o café ela nos ofereceu bolo de nozes da Dona Deôla, e já que insistiu acabamos aceitando. Ficamos tricotando, colocando o papo em dia. Acabamos assistindo toda a apuração dos votos lá, estava na maior expectativa com o resultado. Dos meus cinco votos, ~ acertei ~ apenas dois, um destes que foi para presidente, quem votei acabou indo para o segundo turno, mas achei lindo que tenha conseguido, já foi uma vitória. Eu não estava tão otimista que ele conseguiria, afinal as pesquisas apontavam outra coisa bem diferente, então quando soube até pulei de alegria.

Tenho alguns amigos que são petistas e respeito a opinião deles, apesar de encherem o Facebook com tantos ataques aos que são anti-PT. O que percebo é que os petistas não aceitam opiniões e votos contrários aos deles, são sofredores, mas fiéis, sabe. Bacana defender uma visão política, só que eles se tornam chatos demais, perdem o controle.
Eu nunca votei no PT e não seria neste ano que isto aconteceria, SE um dia ocorrer... O que acho bem difícil, sinceramente. Assisti dois debates entre os candidatos à presidência, no primeiro fiquei em dúvida entre dois daí no da Globo tive certeza. Eu pouco sei sobre política, não sou alucinada em ficar lendo notícias, até porque desanima bastante. Não sou aquela que diz: "ai, mas o Brasil não tem mais jeito", pelo contrário, ainda boto fé que um dia tudo mude.
Sou a favor de mudanças, se algum partido não está dando certo na presidência ( no MEU ponto de vista ), então nada mais justo do que trocar. Sempre vi voto como uma parada bem egoísta, cada um vota no candidato que te beneficiará mais, levando-se muito em conta as propostas apresentadas, mesmo que eles nunca cumpram com todas as promessas feitas, no calor do voto a gente sempre tem aquela ponta de esperança gigante de que sim, desta vez o eleito vai calar a boca de quem o duvidou. E é tão bom ter tal esperança! É tão bom podermos votar em quem bem quisermos! E viva a democracia! <3

E é por essa e outras que fiquei bem feliz com o resultado deste primeiro turno.
Fomos embora da casa da dinda quando já passava um pouco da meia-noite. Este finde foi bem especial para mim!

Axé e até!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

BH, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Balneário Camboriú.

Antes de qualquer coisa, é com um enorme prazer que comunico que hoje o filme Bruna Surfistinha passará pela segunda vez na Globo! o/ Dessa vez será no Corujão, após o programa do Jô. Beijinho no ombro pras inimigas, sim ou com certeza?

Estou me recuperando de uma virose chata que se transformou em uma sinusite, assim sem pedir licença ao meu organismo. Fiquei bem mal, precisei ficar alguns dias de molho em casa, me dopando com remédio e me afogando com chás. Mini férias forçadas quando menos poderia, mas ok, valeu pelo descanso. A situação foi tão crítica que precisei faltar duas quartas-feiras do centro, senti falta de vestir meu branquinho básico, mas não tive outra opção. Nesta semana que estou voltando ao normal, a pior parte é que todo trabalho se acumulou.

Mesmo doente, cumpri dois findes entre viagens e discotecagens, as baladas não deixaram de ser menos divertidas, respirei fundo, bebi pouco e ignorei o fato de estar com sinusite. 
Na última sexta, 12, fomos à Belo Horizonte, fazia dois anos que não íamos para lá. Chegamos no início da tarde e, como de costume, deixamos a mala no quarto e fomos ao shopping Pátio Savassi que era o mais próximo de onde estávamos hospedados. Almoçamos no restaurante Dona Conceição, um self-service de comida mineira da boa. Comemos como se não houvesse o amanhã.
Depois ficamos passeando e fazendo comprinhas, uma grande descoberta foi a loja Frau Bondan que é uma graça e dá vontade de comprar tudo, nem parece que estamos numa doceria. Eu sou viciada em latinhas de alumínio e lá eu pirei porque a maioria das embalagens é justamente latas fofas. Tem doce de leite, pão de mel, chocolate, etc. O alfajor é pra comer rezando. Também devorei e amei os Gemmas que é um doce fino com cobertura de chocolate e com alguma bebidinha: uísque, cachaça ou vinho do Porto. Só comprei dois de cada porque como não conhecia fiquei com medo de não gostar, mas me arrependi demais, são deliciosos! Publiquei a foto deles no instagram ( @cantinhodaraq ).
Infelizmente, esta doceria existe apenas em Belo Horizonte, mas estou torcendo para que algum dia abram uma filial em Sampa.
A mocinha que nos atendeu, comentou que no último piso do shopping há a cafeteria da Frau, então antes de irmos embora, fomos tomar um expresso. Pena que durante o almoço, comi tanto que não aguentei provar nenhum doce do balcão ( e que não há na loja ).
Voltamos para o hotel e apagamos. Achei que nunca mais sentiria fome na vida depois do almoço, mas acordei faminta. Saímos andando meio que sem rumo nas proximidades para ver se encontrávamos algum lugar para comer, acabamos encontrando no meio do caminho, o Kasbah, um restaurante árabe. Uma esfiha foi o suficiente para matar a fome, pois o tamanho dela não é tradicional, é tipo uma mini pizza. Depois do jantar, caminhamos mais um pouco e voltamos ao hotel, nem dormimos mais. Às 1h30, foram nos buscar e seguimos para a balada ANDA, onde toquei na festa Fun Party. Às 5h30 já estávamos de volta no hotel.

Um pouco antes das 11hs, já estávamos no aeroporto, nosso destino desta vez foi o Rio de Janeiro! Ficamos hospedados no Centro, o que foi ótimo porque fomos almoçar a pé na Confeitaria Colombo que existe há 120 anos! Lugar lindo para cometer gordices sem culpa. Estava muito quente para comer feijoada, então acabamos almoçando algum lanche mais ~leve~. Comi um crepe de 4 queijos com nozes. O garçom perguntou se eu queria salada ou batatas fritas como acompanhamento. Oh, que dúvida! risos. Óbvio que quis as batatas.
O João devorou um beirute com filé mignon grelhado, queijo, presunto, ovo. Assim, tudo junto e misturado.
De sobremesa, escolhi o ´quindim de camisola´ que é novidade, segundo o garçom. É um doce que mistura pastel de nata com quindim tradicional. Peeeense. João comeu uma fatia de uma torta de chocolate.
Passeamos no centro por um bom tempo antes de voltarmos ao hotel. Adoro centros das cidades, mas moro em São Paulo e conto nos dedos de uma mão a quantidade de vezes que fui ao centro daqui.

Um pouco antes da meia-noite, fomos a Jacarepaguá, quase 40 minutos de trajeto. Chegamos ao Tênis Clube e a festa já estava bombando, enquanto esperava o momento de subir no palco onde os equipamentos estavam ligados, fiquei curtindo o som da DJ e tirando foto no camarote. Eram 2h e pouco quando me chamaram para ir assumir o som. Sinceramente, não estava botando fé, mas me surpreendeu, o público foi muito carinhoso comigo. Depois recebi quem queria me conhecer pessoalmente e tirar fotos num espaço improvisado ao lado do palco. Eram 5h e pouco quando fomos embora e voltamos ao hotel.

Chegamos em casa no domingo às 13hs, daí a adrenalina abaixou, e voltei a sentir com intensidade os sintomas chatos da sinusite. Apagamos na cama, mas até que não dormimos tanto, acordamos às 16hs e pouco. Fomos almoçar no Leporace, um bar no Campo Belo, onde comemoramos a segunda parte do aniversário do João e fomos algumas tantas outras vezes depois. A comida de lá é boa demais, me realizo com o arroz, feijão, farofa e vinagrete deste lugar.
As caipirinhas de lá são maravilhosas, já provei quase todas, estava morrendo de vontade de beber uma, mas me contive, até que estou mais responsável com a saúde.
À noite, o João foi na mãe dele e voltou com uma surpresa para o nosso jantar: empanadas do restaurante Caminito. Eu tinha comentado com ele há alguns dias atrás que estava morrendo de vontade de comer estas empanadas.

Assistimos a estreia da Fazenda, não fiquei muito entusiasmada com a edição deste ano, dos 16 participantes, só conheço cinco, os outros nunca tinha ouvido falar, comentei isso com uma amiga e oh, a conclusão dela: "Você não assiste TV Fama, Raq." risos
Mas continuarei acompanhando. Ai que saudade que bateu daquele lugar! Já faz 3 anos.

Na semana retrasada, foi puxada porque eu estava no início da gripe ( ainda não tinha se tornado sinusite ), mas com tantos compromissos, não consegui parar pra cuidar de mim. Na quinta-feira, 04, fomos para Porto Alegre, foi quase um bate-volta, bem corrido. Chegamos quase no final da tarde, fomos ao shopping Praia de Belas para enganarmos a fome, já que o João queria jantar no Santo Assado, onde jantamos na outra vez que fomos. Entre as opções da praça de alimentação, decidimos comer batata no Baked Potato. Nem passeamos muito porque o shopping estava bem cheio.
Voltamos ao hotel e resolvi ir num salão ali perto para ver se tinha horário disponível para fazer as mãos e os pés, consegui marcar para às 19hs. O João me deixou lá e foi dormir, combinamos que quando acabasse, ligaria para ele ir se encontrar comigo e irmos direto ao Santo Assado para jantarmos. Deu tudo certo.

Antes de entrarmos no hotel, quis caminhar um pouco, precisava ir em alguma farmácia pra comprar mais remédio. As ruas estavam bem movimentadas, a noite estava quente e uma lua linda no céu. Durante este passeio noturno e sem rumo, encontramos uma lojinha bem simples que chamou nossa atenção, entramos e tinha uma variedade grande de quadros com imagens divertidas, alguns retrôs, enfim, acabei comprando um que amei: o Batman e o Robin se beijando. ( vou tirar foto depois e publicar no insta! ). Me arrependi por não ter comprado também o da Mulher Maravilha segurando um vibrador, mas na terça-feira já encomendei o meu. Perguntei para a dona, quem nos atendeu se tinha loja virtual, daí ela disse que não, mas que envia por correio, me deu o cartão de visita com os contatos para encomenda.  :)
Caso alguém queira conhecer esta lojinha, vale a pena, tem bastante coisa diferente e interessante, chama Artesanal Retrô ( R. Gal Lima e Silva, 293 - Cidade Baixa - Porto Alegre )

Às 2hs fomos para a boate da Tia Carmem, para discotecar para as primas. A boate é de luxo, linda, nem parece o que é, sabe. Como cheguei um pouco antes do horário, fiquei na salinha conversando com a Mari, que é uma figura, ela é responsável por cuidar das meninas, desde massagem, make, como também vende roupas, acessórios, etc. Fui muito bem recebida pelas garotas e os clientes, estava com receio, mas foi muito bacana. Discotequei por pouco tempo, meia hora apenas, pois havia todo um cronograma de shows e apresentações. Depois fiquei tirando foto e chegamos no hotel às 4 e pouco.

No dia seguinte, sexta, 05, nosso voo para São Paulo foi cedo, um pouco antes das 9hs. Resolvi algumas coisas e dormi boa parte do restante do dia. À 1h30 da madruga, fomos para Guarulhos, pois fui tocar numa festa fechada lá. Chegamos em casa quando eram quase 6hs. Conseguimos dormir bem porque nossa ida para Balneário Camboriú começaria às 16hs, no sábado...

Desembarcamos no aeroporto de Navegantes, daí seguimos de carro até Balneário. Não estava muito bem, precisava ficar quieta no hotel para ter energia pra encarar a balada na madrugada, então não passeamos, nem nada. Jantamos no restaurante do hotel mesmo, daí tomei o remédio e dormi até quase meia-noite. Acordamos e nos arrumamos para mais uma balada.
Só digo uma coisa: a D.Led já está na listinha das melhores baladas que conheci! A acústica é boa demais e o lugar é um charme. A pista estava lotada, com muita gente linda. A energia estava uma delícia, leve. O Wander, produtor e meu contratante, foi um querido comigo, super atencioso, me deixou super a vontade, a minha sensação é que eu já tinha ido ali. Foi tudo lindo! <3
Depois de discotecar, fui no camarote para receber as pessoas e tirar fotos, ainda fiquei mais um pouquinho para curtir o som. Voltamos para o hotel quando o dia estava clareando, às 6 e tanto.
Ouvi boatos que voltarei em breve em Balneário... :)

Por hoje é só. Até e axé!


  


       

  

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Ei, voltei!

Agosto acabou sem nenhum desgosto, nem acredito que passei ilesa neste ano! #batuquemos
Foi um mês com a energia pesada como tem de ser, mas como vesti muito meu branquinho básico, acabei me protegendo até não poder mais.
Foi corrido, estava tão ansiosa para chegar agosto por um motivo muito especial. Tô voltando, gente! o/ 
Para este retorno, comecei a fazer um curso no Centro Cultural B_arco, que tem tudo a ver com este novo desafio que abracei. Precisei também ficar loira, quem está responsável agora pelo meu cabelo, é o Rogério, um cabeleireiro incrível do salão i9 Hair, que fica no Jardins. Passei uma tarde inteira com a equipe deste salão cuidando de mim bem no comecinho do mês, além dos fios bem mais claros, também fizeram uma hidratação botox e cortaram bem pouquinho, pois foi minha única condição: ok, mudo a cor do cabelo, topo mudar de salão, masss não topo mudar radicalmente o tamanho dos fios.
Agosto então foi dedicado a este retorno ou novo início, dependendo do ponto de vista. A responsa será grande, já estou sentindo o peso dela, mas vamos que vamos!

Na semana passada, completei 10 anos que sou subcelebridade! Sim, foi em agosto de 2004 onde toda esta loucura boa começou. E daqui a dois meses, completarei 30 anos de vida. Você acha mesmo que eu deixaria estas comemorações passarem em branco?

Paralelamente a isto, continuei trabalhando com os filhotes e o trabalho continua dobrado porque a Fê ainda não voltou de Vitória. Ela precisou ir para lá pra cuidar de um problema judicial com o inquilino do apartamento dela e para curtir o sobrinho que nasceu no final de junho, fora um outro problema pessoal dela que é desnecessário expor. Não há previsão de quando retornará, somente quando ela conseguir resolver tudo, enquanto isto continuo tocando aqui.

Por falar em tocar, mas em outro sentido no caso, discotequei apenas uma vez no mês passado, no sábado retrasado, fomos para Novo Hamburgo (RS). Jantamos num restaurante japonês, o Takeo Sushi, super recomendo. O João preferiu se acabar no rodízio, já eu não resisti quando vi no cardápio um prato com salmão grelhado com geléia de gengibre e risoto de queijo brie com nozes. Hmmm. Dá água na boca ao lembrar.
Toquei na festa da balada Três NH, em todos os telões do ambiente estavam passando o filme Bruna Surfistinha. A pista e os camarotes do andar de cima estavam lotados, quase 500 pessoas presentes, me arrepiei, dancei, suei, me acabei. Gosto assim!

O único acontecimento que me tirou do sério em agosto, foi com uma cachorra abandonada na rua toda ensanguentada. Estávamos no centro onde trabalhamos de branco, era a primeira quarta-feira do mês, já estávamos prontos para começarmos o trabalho quando uma pessoa da assistência entrou toda apavorada avisando que tinha uma cachorra morrendo na calçada bem na frente da casa. Fui lá com dois amigos e não acreditamos no que vimos, a cachorra não tinha nem força para se levantar, sangrava muito e a barriga estava inchada. Respiramos fundo e decidimos tentar salvá-la. Enquando a Li foi buscar o carro, eu e o Rafa conseguimos um pano para carregar sem machucá-la ainda mais. Nisso, uma senhora saiu de uma das casas da frente, nos viu e contou que esta cachorra era de uma vizinha, não tivemos dúvida, tocamos a campainha. A mulher na maior cara de pau confirmou que a cachorra era dela, mas que tinha deixado na rua para que tomasse um ar e "porque está sujando o meu quintal de sangue". Aquele momento em que a gente respira mais fundo para não mandar o ser a merda. Fez o maior pouco caso, disse que já tinha ligado para a prefeitura que, quando faz algo com um animal, é para sacrificar na maioria das vezes. Avisamos que a partir daquele momento, o cachorro era nosso.
O Rafa entrou para trabalhar e eu fui com a Li e a cadelinha em busca de alguma clínica. Não quis saber, fui descalça, toda de branco, com o pano de cabeça pendurado na saia e ai se alguém olhasse feio. Conseguimos uma clínica boa na região, a CliVet, na Vila Mascote, a veterinária examinou e logo diagnosticou um tumor no útero, por isso o sangramento e o inchaço. Como a clínica é particular, conseguimos negociar um preço bom para ambas as partes e a deixamos lá mesmo para ser internada e ser operada para retirar o tumor. A veterinária avisou que faria o possível e o impossível, mas não garantia que a cadelinha sobreviveria. A cirurgia aconteceu na manhã seguinte por conta do jejum necessário. Ela teve uma parada cardíaca durante, mas conseguiram reanimar e sobreviveu. A mantemos internada lá por alguns dias para ficar em observação, o tamanho do tumor que tiraram é inacreditável.
Voltamos na casa para darmos satisfação aos antigos donos, eles nos contaram que a cachorra estava há 12 anos com eles e que, pasmem, não tinham percebido que estava com um tumor. Quer dizer, a barriga da cachorra começa a inchar, começa a ter sangramento vaginal, mas levar ao veterinário pra quê mesmo, né? Mais fácil ignorar e dizer que não tinha percebido nada de estranho.
O que importa é que ela está bem, ainda está em tratamento de uma anemia profunda, o resultado do hemograma após a cirurgia foi desesperador.
Atualmente ela está bem melhor e está passando uma temporada num hotelzinho canino enquanto não encontramos um novo lar e uma nova família para a nossa Nina. Seremos responsáveis por ela para sempre, nos revezamos nas visitas e somos gratos por termos tido esta oportunidade de salvá-la. Ela é muito dócil, quando vou visitá-la, vou embora com o coração partido porque queria muito poder trazê-la para casa, mas querer não é poder. Não sei como ela reagiria com dois gatos e também tenho medo da Tati não aceitá-la, fora o fato de estar totalmente sem tempo para ficar em casa pra dar atenção, carinho e amor que ela precisa. Se alguém quiser dar este amor e lar, me avise.
A Nina é bem velhinha, não há mais muito tempo de vida, mas precisa de alguém que possa amá-la como se não houvesse o amanhã. Ela já está castrada, pois na cirurgia para a retirada do tumor, a veterinária aproveitou a anestesia. Quem adotá-la, precisa morar em São Paulo e aceitar visitas minhas, da Li e do Rafa que a socorremos. Ajudamos com os custos da alimentação, remédios e demais cuidados. Quem quiser, avise no cantinhodaraq@gmail.com

Eis a Nina:


Nina já internada, mas antes da cirurgia.
Dois dias depois da cirurgia.

     
     

Nina no hotelzinho, tomando sol, duas semanas após a cirugia.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Bom dia!

Eita, dessa vez bati o recorde de ausência por aqui: um pouquinho mais de um mês.
Tantas, mas tantas coisas aconteceram e estão acontecendo! Gosto assim. Desafios sempre são bem-vindos. Para quem torce por mim, continue torcendo aí: agosto enfim chegou, meu bem! ;)
Este segundo semestre promete, não fiquei ausente virtualmente ou quase pirei em vão, risos.

A Copa acabou, ainda bem que passou rápido este período que me fez engordar uns 3kgs, sem exagero, mas que fez bem para a vida social. O jogo com a Alemanha, aqueeeele que o Brasil perdeu de 7x1 ( adorei, diga-se de passagem ), estávamos na casa de um casal de amigos onde reunimos uma turma e fizemos uma festinha julina. Os meninos estavam assistindo o jogo na sala e as meninas na cozinha, pois estávamos terminando de fazer o vinho quente, bolinhos caipiras e outros quitutes. Estávamos vendo o jogo pelo notebook, com alguns segundos de atraso, mas no meio do papo, não estávamos prestando tanta atenção e foram tantos gols seguidos que num primeiro momento, pensamos que fossem replays, demoramos para entender que o Galvão estava anunciando novos gols. Eu não estava torcendo para o Brasil, mas em compensação não queria que tivesse perdido tão feio, deu dó, sabe.

No jogo anterior, contra a Colômbia, o João agitou com uns amigos nossos um churrasco na casa da mãe dele porque queria estrear o novo brinquedinho: uma churrasqueira elétrica digna, mas que ocuparia metade da nossa varanda. Então fomos para lá, minha sogra liberou a bagunça e aproveitou para levar uma amiga. Ainda bem que não choveu, pois levamos a televisão para a área externa, onde estávamos fazendo o churras. Passamos a tarde toda, fomos embora quase meia-noite. Foi um dia bem divertido, fumamos até charuto.

E no jogo do Brasil com o Chile, foi no dia 28 de junho, aniversário do João, agitei uma festinha surpresa pra ele com bolo e convidados que ele não estava esperando. Como iríamos de qualquer jeito assistir o jogo num bar, então nem desconfiou de nada, percebeu apenas quando começaram a chegar amigos que não estavam indo normalmente conosco assistir os jogos. Ele ficou super feliz! Cantamos parabéns depois do jogo, ainda ficamos mais um tempo e como o bar fecharia, o Rafa disse para irmos a um barzinho no Campo Belo que ficaria aberto até o início da madrugada, fomos para lá então pra continuarmos com a comemoração. Ficamos até fechar, às 1h30, sendo que chegamos no primeiro bar um pouco antes das 13hs, então no total foram quase 13 horas comendo e bebendo! Haja estômago e fígado, meudeus!

Já a final da Copa assistimos no aeroporto de Florianópolis, apenas o segundo tempo, pois para voltarmos para casa precisamos enfrentar uma conexão de quase 3 horas. No primeiro tempo, estávamos no avião de Porto Alegre para Floripa.
Na sexta, 11, fui tocar em Vitória,  na Move Music. Chegamos no final da tarde, depois de almoçarmos, pedi para a contratante providenciar uma manicure para mim, pois eu estava desesperada com a situação das minhas unhas, nas últimas duas semanas não tinha conseguido de jeito nenhum ir ao salão, até tentei, marquei horário, mas tive que desmarcar. Foi então que conheci a Jaqueline, que foi me atender no hotel, ficamos quase 1h30 conversando enquanto ela dava um jeito nas minhas mãos. Só não ficamos mais tempo juntas porque a filha dela ligou para avisar que já estavam atrasadas para o culto na igreja.
Jantamos numa padoca perto do hotel, abrimos mão da moqueca capixaba ( que experimentamos da outra vez ), isso por que desde quarta-feira o João não estava muito bem por conta de uma virose, então estava preferindo fazer refeições leves para não abusar tanto da boa vontade do estômago.
A balada foi show, amei o público capixaba, fui muito bem recebida.

No dia seguinte, 12, no final da manhã partimos para Porto Alegre, chegamos no horário do almoço, às 14hs e pouco, do aeroporto fomos direto almoçar com os produtores da festa, dois fofos. Não vou lembrar o nome do restaurante infelizmente, nem fiz check-in no fourquare para registrar. #chatiada
Mas era um self-service digno para alimentar as lombrigas, depois de comermos absurdamente, fomos ao hotel e dormimos. Jantamos no restaurante do hotel mesmo, tamanha a preguiça, e fomos para a balada à 1h30 da madruga, fui tocar na festa Skins, no Cine Theatro. E também encontrei um público animado e carinhoso. Depois que toquei, no momento de receber o pessoal para tirar fotos, tive a grata surpresa de conhecer a Tássia, uma fã fofa de Uberlândia que conheci há alguns anos atrás no Twitter. Ela estava com a Kah, que mora lá e que já a conhecia pessoalmente. Faltou o And para termos formado o quarteto fantástico, risos.
Fiquei bem feliz, Tássia e Kah, gracias, suas lindas! Pena que não conseguimos bater papo e peço desculpas por não ter dado a atenção merecida.

Chegamos no hotel às 5 e pouco, acordamos atrasados, não rolou nem café-da-manhã, nem almoço, mas com a ressaca que eu estava, não me importei, com água, muita água, já estava feliz. Já não posso dizer o mesmo pelo João.

Na última quinta-feira de julho, 25, toquei em uma boate lá em Atibaia, fizemos bate-toca-volta. E na sexta-feira retrasada, 26, voltamos para Porto Alegre, fui tocar na conhecida Tia Carmem. A última foto que está no instagram ( @cantinhodaraq ) é de lá. O Ari que está ao meu lado é uma figura, puxou meu cabelo pela raiz para ver se tenho megahair ( ainda bem que não tenho porque todas as mechas teriam saído na mão dele. Beijo, Ari! ). Foi uma noite que rendeu boas risadas por vários motivos. ´
E foi tão bom que voltaremos no início de setembro ( Kah, daí teremos tempo para papear! Já marque na sua agenda! )

E no finde, dos dias 19 e 20, teve festa julina lá no terreiro! o/ Foram os dois dias inteiros de muito trabalho e mais ainda diversão, foi aberto ao público e os médiuns se revezaram nos trabalhos para garantir uma festa bacana e organizada, cada turma de desenvolvimento ficou responsável por uma barraca, fiquei na do Tomba-lata. Foi um final de semana bem gostoso e divertido! Pena que acontece apenas uma vez por ano. Participei de todos os bingos possíveis, foram mais de dez por dia, mas é óbvio que não ganhei nada: nunca tive sorte no jogo, apenas no amor, nhá.

No mais, acho que consegui fazer um breve resuminho dos últimos acontecimentos, não me lembro de todos os fatos e não posso divulgar os principais baphos, mas aguardem no local.

Até e axé.











   

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Bom dia!

E quase um mês depois, estou de volta para mais uma tentativa de ser blogueira como nos velhos tempos!
Espero que compreendam a minha ausência, mas este ano está daqueeele jeito que desejei que fosse: intenso e cheio de trabalho. Foquei nos planos. Simples assim.
Ainda não há nenhuma novidade que eu possa adiantar, mas em breve terão notícias de mim, afinal agosto já está tão próximo... nhá!

Neste último finde, o sábado foi dedicado às gordices que agregam mais valor nasbanha. Depois da feijoada, partimos para uma doceria francesa que conhecemos por acaso durante um passeio sem rumo. E no domingo, passamos a tarde inteira no Chá Bar de um casal de amigos que se casará em breve, saímos de lá às 19hs e fomos direto ao HSBC para conferir e dar boas risadas no Primeiro Festival de Stand Up Comedy que nosso amigo Gus está produzindo, fomos então prestigiá-lo. Sentamos em uma mesa num lugar privilegiado, bem na frente do palco, o que para um show de humor, a possibilidade de nos tornarmos alvos de piadas era grande, mas felizmente isto não aconteceu. Cada comediante se apresentou por meia hora, foram três no total: Robson Nunes, Luís França e Maurício Meirelles. O MC do evento foi o Rafael Cortez. Estamos aguardando o segundo Festival desde já. Eles estarão no Rio de Janeiro, no Vivo Rio, no comecinho de julho. Recomendo.

A segunda-feira rendeu apenas até um pouco antes das 14hs. Está tendo Copa, Braseel!
Nos outros dois jogos deste Brasilzão de meudeus, assistimos com os amigos, mas excepcionalmente na segunda, decidimos assistir em casa por motivo de: ontem não poderia estar com ressaca de jeito nenhum.
Em casa, consigo ter todo um autocontrole necessário: se há bebida e não posso beber, não bebo. Controle este que não acontece num bar com os amigos e com a adrenalina que o jogo provoca.
Minha sogra veio assistir o jogo com a gente e fizemos uma farra moderada. Bebi apenas refrigerante, água e espresso. #batuquemos

No dia 31 de maio, fomos ao show do Jards Macalé, no Auditório do Ibirapuera. Fomos com três casais de amigos mais uma amiga solteira. Quem agitou nossa ida para lá, garantiu que valeria a pena. Show gratuito, no parque Ibirapuera, do Jards, assumo que fiquei com um pé atrás, mas me surpreendeu em todos os sentidos: 1. Jards canta bem pra caralho, que voz! 2. O público alternativo não era molecada, não. Pessoal bem bacana. 3. Show gratuito, mas não estava lotado, havia uma quantidade ideal de pessoas considerando o meu ponto de vista.
Todos levaram vinhos e petiscos, fizemos um piquenique. A noite estava bem fria, com sereno, mas o vinho aqueceu.
Macalé encerrou o show quando eram quase 22hs, aos poucos o público foi embora e nós ficamos. Havia um segurança do Auditório que ficou por perto, só fomos entender porque ele começou a olhar feio pra gente simplesmente do nada quando resolvemos ver que horas eram: quase 1h. Então tivemos o bom senso de deixarmos o local.

No sábado, dia 07, fizemos um bate-volta a Bauru. Estivemos lá em novembro passado, mas a mesma balada me contratou novamente e fiquei feliz por voltar num espaço curto de tempo. Foi o mesmo esquema da outra vez: um motorista veio nos buscar com uma van às 15hs. Depois de 4 horas de estrada, chegamos na cidade e fomos direto jantar no Luna Bar ( gostamos tanto de lá que não quisemos experimentar outro lugar ), fiz uma boa escolha no prato principal: estrogonofe de soja. Nunca tinha visto soja tão pequena, a qual sempre compro são no mínimo o dobro do tamanho, vou procurar desta pequenina. Depois do jantar fomos ao hotel, como precisávamos estar à 1h30 na balada 212 Club, então tivemos um tempinho para descansar e nos arrumar. Ficamos um tempo no camarote ao lado da cabine de DJ. Comecei a tocar às 2 e pouco, depois tirei fotos, revi várias pessoas que também estavam da outra vez, fomos embora quando eram quase 5hs. Passamos no hotel para trocar de roupa e voltamos para São Paulo.
Chegamos em casa quando eram quase 10hs, não consegui dormir durante a viagem porque van balança demais. Tínhamos um compromisso no início da tarde, então dormimos apenas até às 13hs e fomos para o terreiro, não para trabalharmos de branco, mas para conferir um torneio de judô, competição entre algumas escolas com judocas mirins.
O evento não era apenas isso, alguns médiuns estavam vendendo seus produtos e serviços. Aproveitei para comprar vários bolinhos da Lola ( comentei num outro post que um casal de amigos está investindo em bolos caseiros ), a Carol fez design na minha sobrancelha, recebi massagem relaxante Quick que é naquela cadeira que parece desconfortável, mas que faz a gente babar.
Fomos embora quando acabou, às 19 e pouco. Apesar do cansaço, das poucas horas dormidas e da ressaca no meu caso, curtimos muito o evento e nossa tarde!
Chegamos em casa, pedimos pizza e o João teve que me acordar no sofá para avisar que ela já tinha chegado.
 
A semana retrasada foi uma maratona. Por conta do trabalho, dos três eventos em salão para vender os produtos eróticos, da quarta de branco, da comemoração de 9 anos com o João e o início da Copa bem no dia dos namorados. Não parei de segunda a sábado, no domingo consegui compensar as poucas horas de sono, acho que morri e reencarnei horas depois.
Na segunda-feira, 09, de manhã embalei e fui ao correio para levar os últimos pedidos de produtos da campanha para o dia dos namorados, ainda bem que existe Sedex 10. O restante do dia foi dedicado a catalogar novos produtos que chegaram na sexta anterior, checar estoque e separar os produtos para o primeiro dia de evento no salão.
Houve mudanças. Lembra que contei no início do ano que faríamos três dias seguidos de evento no salão Royale, na Vila Olímpia? No fim acabou não dando certo porque bem no dia dos namorados foi feriado então o salão não abriu e as donas preferiram mudar as datas.
Na terça, 10, fiquei das 10h30 às 19hs no salão SPA Santa Beleza, em Moema, vendendo os produtos eróticos. Cheguei em casa morta na farofa, mas feliz. À noite, me enfiei nos números e me acabei no chocolate.
Na quarta, 11, foi nosso dia de branco no terreiro, das 14hs até 1h da manhã, isso porque acabou cedo o curso de desenvolvimento.
Na quinta, 12, na parte da manhã, deixei tudo pronto para sexta e sábado. Almocei com o João, em seguida fomos nos encontrar com a turma de amigos para a abertura da Copa. Quando o jogo acabou, voltamos para casa e fizemos nossa comemoração especial de 9 anos com um jantarzinho romântico preparado obviamente pelo João. Jantamos fora de casa: no terraço da sala. E a noite foi uma criança.
Na sexta, 13, cheguei no salão Royale às 10hs e lá fiquei até 20hs. Ufa! Me desdobrei em sabe lá quantas pessoas para dar conta do recado. Quando o João foi me buscar, fomos jantar no Paris 6.
No sábado, 14, às 10hs estava novamente no Royale para mais um dia inteiro nas vendas de brinquedinhos eróticos.
No final, as donas foram conversar comigo e devido ao sucesso do evento, elas me convidaram para ir dois dias por mês, sexta e sábado como fizemos desta vez e em março. Óbvio que topei!
Então a partir de julho, numa sexta e no sábado, estarei no salão Royale, na Vila Olímpia.
No domingo, morri e acordei quando eram quase 15hs. À noite, eu e o João fomos a um jantar vegan, pois temos uma amiga mega vegana que está investindo em jantares neste estilo, ela mesma que prepara tudo. Por enquanto, está em teste com os amigos, mas em breve, estará disponível ao público geral. Ela também começou a fazer e vender pastinhas veganas, a de grão de bico é maravilhosa, combina com tudo ou até mesmo pra comer de colherada. Lembra homus, mas o tempero é diferente. Quem quiser comprar e experimentar alguma destas pastinhas veganas, ela já está aceitando encomendas! Aproveitem para conhecer a página dela no Facebook, a encomenda pode ser feita por lá, inclusive: https://www.facebook.com/troqueifritasporsalada?fref=ts

Por hoje é só! Até e axé! ;)   

segunda-feira, 26 de maio de 2014

últimos findes

Nestes últimos dois finais de semana, ficamos em São Paulo, bom para descansar e colocar algumas coisas em ordem, incluindo a vida social.
Ontem, foi um domingo de preguiça, sem despertador tocando. Dia de levantar da cama no horário que bem quisermos, no caso, eram 14hs e pouco quando resolvemos enfrentar o dia chuvoso. Já estava tarde para irmos alimentar as lombrigas em algum brunch da cidade. Fora o fato de que às 16hs, tomaríamos café na casa de um casal de amigos, seríamos cobaias para novas receitas de bolos. Eles estão investindo numa loja de bolos caseiros, o que significa que a partir do próximo mês quando será a inauguração, vamos comer bolo até sair pelos ouvidos.
Se comêssemos muito antes de sairmos de casa, não conseguiríamos ser boas cobaias, então enganamos o estômago com besteirinhas, nos arrumamos e fomos para a casa deles.
Ficaríamos até umas 18h30, pois precisávamos ir ao supermercado, visitar minha sogra e se desse tempo, ainda queria dar uma passada no shopping, mas o papo estava tão bom e os bolos também, que quando fomos ver o horário, já eram quase 21h30, ficamos então três horas a mais do que planejamos, mas ok.
Comemos tanto que nosso almoço e jantar foram apenas bolo. quem nunca?

No sábado, após dormirmos apenas 4 horas ( chegamos em casa quando eram quase 5hs ), acordamos, nos arrumamos e fomos para o centro de umbanda, para um outro trabalho, sem estarmos de branco, mas que faz bem da mesma maneira. Pelo menos dois sábados por mês, um grupo de médiuns e pessoas da assistência se reúnem para fazer marmitas e as distribuem aos moradores de rua em algumas regiões. Sempre que coincide de estamos em Sampa, nós participamos. Vale a pena abrir mão de uma parte do sábado para este trabalho, pois é bem gratificante. Nós já vimos quase de tudo durante as entregas das marmitas, muitos moradores de rua fazem questão de contar porque lá estão e os motivos são vários. Não é apenas droga que os levam para a rua, nem a falta de oportunidades na vida...

Quando eram quase 16hs, já tínhamos cumprido este trabalho, eu e o João então fomos direto para um chá de bebê, de uma sobrinha que está na reta final da gestação, falta menos de um mês para chegar mais um integrante na família. Chegamos em casa quando eram quase 21hs, a noite bem fria estava ótima para queijos, um bom vinho e filme, foi o que fizemos. Há algum tempo que não fazíamos algo do tipo, apenas nós dois, em casa. <3

No final de semana anterior, foi mais agitado do que este. Pra começar, na sexta-feira, assim que encerramos o trabalho da noite no terreiro, fomos convidados para uma balada, em comemoração do aniversário de um amigo. Fomos para casa pra trocarmos de roupa, pois não rola irmos vestidos completamente de branco para uma baladinha. Chegamos à 1h30 na porta da festa, a Javali, na Liberdade. Festa com música alternativa e gente bonita.
Ficamos quase uma hora na fila, pois o lugar já estava lotado e para a fila andar, dependia de pessoas irem embora da festa. Isso porque a entrada custa R$ 50 por pessoa, sem consumação, "no seco" como disse um amigo. Mas valeu a pena esperarmos! A festa não é em uma casa de balada, acontece num espaço alugado que fica embaixo de um prédio comercial, mas o ambiente é grande e com a acústica muito boa, melhor que muita balada, aliás. Dancei e bebi como se não houvesse o amanhã ( mas houve e com muita ressaca, diga-se de passagem ). 
De vez em quando faz bem curtir uma balada com os amigos, no meio da pista, sem responsabilidades, sem tanto juízo... E como faz bem!
Fomos embora quando já eram quase 6h30 do sábado, a pista já estava vazia, o DJ já estava tocando aquelas músicas de fim de festa. Bebi um pouco a mais do que deveria, mas por sorte consegui chegar em casa para passar mal à vontade. Ainda bem que posso contar com um marido que vive sóbrio para cuidar de mim.
João me acordou quando eram 14h30 porque ele sabia que eu não queria perder a hora marcada no salão para fazer mão, pé e hidratação no cabelo. Acordei com uma ressaca que meudels, mas estava morrendo de fome. Normalmente, não consigo comer "comida de verdade" praticamente depois de acordar, mas a fome era tanta que até o João estranhou, fomos num restaurante perto de casa e comi uma pequena montanha de arroz com feijão e batata frita.

O João me deixou no salão e foi providenciar algum quitute para levarmos pra festa à noite, a segunda parte da comemoração do aniversário do nosso amigo, mas dessa vez na casa dele. O bacana é que conhecíamos quase todos os convidados, então estávamos nos sentindo em casa. Fomos embora quando o domingo já estava claro, quase 7hs. E depois de duas madrugadas consecutivas festejando, quando deitamos na cama, apagamos. Domingo foi um dia de curar toda a ressaca para começar a semana com o organismo em ordem. Fomos tomar café-da-manhã numa padaria perto de casa, quando voltamos, não tive dúvidas: me joguei na cama novamente. A tarde toda até quase 20hs foi assim: eu deitada na cama entre cochilos e vendo televisão, e o João jogando videogame na sala. Ou seja, eu parecendo uma velha, e ele uma criança. rs
Sequer almoçamos tamanha foi a preguiça até para comer. Assim que me recuperei e levantei, pedimos pizza.

Por uma vida com mais findes assim. Amém.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Valença + Curitiba + Maceió

Bom dia!!

Pois é, não consegui estar presente aqui nas últimas semanas como gostaria, pelo jeito nunca mais conseguirei ser a mesma blogueira de antigamente. Muitas coisas tem acontecido ao mesmo tempo, pelo menos são boas, disso não posso reclamar, muito trabalho durante a semana e viagens nos findes, além de novas oportunidades surgindo. E no meio disso tudo, já estou planejando duas grandes comemorações que acontecerão neste ano: meus trinta anos nessa coisa louca chamada vida e dez anos que me mantenho como subcelebridade. Comemorações dignas.

Neste último finde, no sábado fomos ao Rio de Janeiro, conseguimos conciliar uma entrevista numa produtora em Santa Teresa. Quem me entrevistou foi o Rogério Skylab ( Acorda, Sílvia Maria!... Os entendedores, entenderão). Assisti duas entrevistas dele no Jô Soares em épocas diferentes, então fiquei feliz quando recebi o convite para então ser entrevistada por ele. O matador de passarinhos.
Fui preparada para um programa de humor, por conta do jeito engraçado dele de ser, mas fui surpreendida por uma das entrevistas mais sérias. Quem me dera se todos os entrevistadores fossem como Skylab, mente aberta que sabe tocar nos assuntos mais profundos sem sensacionalismo ou ironia. Me senti tão à vontade que uma hora de gravação passou rapidamente, queria mais, teria ficado a tarde toda batendo papo com ele.

Ainda era cedo quando terminou, mas o sábado começou às 6hs, depois de termos dormido apenas três horas. Nosso voo ao RJ foi às 7h40, então às 9h e pouco já estávamos na produtora. Almoçamos lá mesmo, precisávamos estar às 14h30 de volta ao aeroporto, ponto de encontro com o motorista que nos buscaria para irmos à Valença, onde foi a festa que toquei à noite.
Valença é uma pequena cidade a duas horas de carro da capital. No nosso caso, foram mais de quatro horas. O motorista fez o favor de errar o caminho, se perder, ter de voltar a capital e recomeçar do zero.

Chegamos podres na pousada, no quarto nos deparamos com duas camas de solteiro, mas estávamos tão cansados que achamos mais fácil empurrá-las para se juntarem a pedirmos para trocarmos para uma suíte com cama de casal. A fome era gigante, na pousada não tinha nenhuma opção de refeição, o jeito foi pedirmos uma pizza. Segundo o moço da recepção, "a melhor pizza da cidade". Não quero nem imaginar como é a pior. Isso porque pedimos de marguerita, mais simples, só a de mussarela. Já estávamos preparados para comermos com as mãos, mas não estávamos preparados para receber uma pizza sem estar cortada em fatias. Demos um jeito, mas nos sentimos dois homens da caverna devorando uma pizza vorazmente. A massa era um horror, parecia daquelas vendidas semi-prontas no supermercado. Mas matou a nossa fome pelo menos.

Essa viagem acabou sendo uma saga por vários motivos, não sei se por despreparo por parte dos contratantes, imaturidade ou sei lá o quê. Fui, fiz a minha parte, a festa em si que aconteceu num clube da cidade foi boa, recebi muito carinho por parte do público. Mas os bastidores foi bem estressante. A gota d´agua foi no retorno. Tínhamos que pegar a estrada de volta a capital às 5hs da manhã, chegamos na pousada às 4hs e pouco depois da festa, arrumamos a mala, tomamos banho, nos arrumamos e sem dormir, fomos na recepção aguardar quem nos levaria. Esperamos até às 6hs e nada. Ficamos com medo de perder o voo. Depois de todo o estresse, tudo o que queríamos era voltarmos para casa. Depois de muitas tentativas, o contratante deu sinal de vida respondendo por mensagem, mas a desculpa dada para justificar o último deslize, não colou.
Sem outra alternativa, pedimos um táxi para nos levarmos até o aeroporto.

Chegamos em casa às 11hs e pouco. Um amigo nosso mandou mensagem para avisar que o pai havia falecido de madrugada e passou as infos sobre o velório. Eu estava sem condições de ir a um cemitério, velório, coisa e tal. Sem energia alguma e ainda com ressaca, olha que beleza!
João foi e eu fui para a cama. Antes das 14hs, ele estava de volta, me acordou para dizer que já tinha voltado e que dormiria um pouco também, achei ótima ideia. Acordamos no final da tarde, já eram quase 17hs, nos arrumamos e fomos buscar a mãe dele para tomar café e comer o melhor cheesecake do mundo na cafeteria Le Pain. Depois fomos para a casa dela, onde ficamos um pouco, voltamos para casa e pedimos pizza da boa e de verdade para compensar a da noite anterior. Antes da meia-noite já estávamos dormindo mesmo com o fato de termos feito isto a tarde toda. 

No finde anterior, fomos a Curitiba. Foi a sexta vez que fui discotecar em alguma pista de lá. Não me canso de repetir: amo aquela cidade! E amo os piás, nossos queridos amigos, Few, Will e agora o Léo, o novo integrante da turma. Três lindos.
Chegamos no sábado à tarde, ficamos num hotel bem próximo do shopping Estação, famintos fomos almoçar no Madero.
Depois tomamos café e comemos brigadeiros numa brigaderia não tão boa, mas que quebra o galho até. O Few nos deixou no hotel novamente e foi nos buscar mais tarde para irmos à balada Music Hall, onde estava ocorrendo a festa da noite em comemoração ao aniversário dele.
No camarim, foi uma farra só. ALOHA! hahaha. Abafa. ( coloquei um vídeo no instagram @cantinhodaraq )
Daí encontrei com o Will, que saudade deste piá! Ainda não tínhamos nos encontrado neste ano.
Assumi as picapes depois do Few. Como todas as outras vezes, foi bom demais! Nos divertimos absurdamente, comemos gelatina feita com vodka, bebemos, rimos, comemos bolo, dançamos, tiramos muitas selfies, enfim, festa da boa. Gosto assim.
Acabou quando eram quase 5hs.

No domingo, acordamos ao meio-dia. Fomos almoçar na churrascaria Batel Grill para a noooosa alegria! o/ Ficamos mais de uma hora esperando uma mesa para cinco pessoas, mas a espera valeu muito a pena. O valor por pessoa é R$ 65,90 ( + 10% de serviço + bebidas + sobremesa ) num almoço no domingo, mas oh, vale cada centavo, garanto.
 O buffet é super farto, tanto na parte das saladas como nos pratos quentes. A seção de comida japonesa é sensacional, sempre me acabo ali. Ainda há o rodízio de carnes e massas. O nhoque frito é de comer rezando. E é para ir embora dali tipo rolando.
Ficamos quase duas horas entre comilanças e papos.

De lá, fomos diretamente para a casa do Will onde teria a última parte da comemoração do aniversário do Few, num churrasco com um grupo de amigos deles. Enquanto o povo não chegava, deitei no sofá, comi tanto que a sensação é que o estômago explodiria a qualquer momento.
Não sei como ainda encontrei espaço para pão de alho e bolo quando o churras já tinha começado.
Fui com o Will buscar a mãe dele numa cidade ao lado de Curitiba, que agora esqueci o nome. Ela foi passar o feriado numa fazenda com umas freiras. Acabou sendo uma mini viagem, pois ida e volta demorou quase uma hora na estrada. Ficamos na casa do Will até quase 1h da manhã, acabou cedo porque o dia seguinte já era segunda e todos precisavam que acordar cedo. Nos despedimos de todos já com saudade e voltamos ao hotel.

Na segunda, acordamos às 10h30, arrumamos nossas coisas e o Few foi nos levar ao aeroporto. Fomos surpreendidos por um trânsito infernal graças às reformas para a Copa. E por conta deste caos, por muito pouco não perdemos nosso voo, tivemos muita sorte no fim.
Chegamos no aeroporto de Guarulhos, esperamos a van do estacionamento onde deixamos o carro chegar, o pegamos e chegamos em casa no meio da tarde. Se não bastasse toda a comilança no finde, fomos almoçar quitutes árabes no DIB.
Estava cansada para trabalhar, então o maior esforço que fiz foi passear com a Tati.

No finde anterior ao que fomos a Curitiba, nós ficamos em São Paulo por um motivo muito especial: no sábado (26), houve a coroação de doze novos Pais no Santo, no terreiro. Logo quando ficamos sabendo deste evento, João anotou na agenda para não marcarmos nenhuma viagem.
O trabalho foi intenso durante toda a madrugada, após a Gira normal de sexta à noite, nos dividimos em grupos para arrumarmos todos os pequenos detalhes. Depois de ajudar a embalar as lembrancinhas, fui para a cozinha para picar a couve para a feijoada de Ogum. Nunca tinha cortado couve na vida, mas para compensar fiquei mais de duas horas com mais duas pessoas colaborando nesta tarefa. Era couve que não acabava mais, a feijoada era para nada mais nada menos do que 400 pessoas, pois a assistência poderia participar. Voltamos para casa quando sábado já estava amanhecendo, quase 6hs e às 11h30 já estávamos de volta no terreiro.
Sobre as coroações, foi uma das energias mais incríveis que senti, com muito axé dos orixás masculinos. Emocionante demais. Depois do meu batizado achei que nunca mais choraria tanto, mas estava enganada. Voltamos para casa quando eram quase 21hs, o dia passou muito rápido.

No domingo, acordamos e fomos tomar café-da-manhã no brunch da Dona Deôla, acho que foi a última vez que fomos, pelo menos não voltaremos tão cedo. Nos demos conta que simplesmente enjoamos. É tudo uma delícia, mas as opções são sempre as mesmas.
Voltamos para casa com quase meio quilo do bolo de nozes, aliás, difícil não resistir aos bolos de lá.
João foi para a mãe dele e eu fiquei em casa curtindo uma bela preguicite dominical.

No finde anterior a este que ficamos em Sampa, fomos à Maceió no domingo de Páscoa. Fui tocar na festa do EBA ( Encontro Brasileiro de Administradores ) que foi o encerramento dos cinco dias de palestras e eventos direcionados aos estudantes de administração.
A festa ocorreu no Espaço Pierre Chalita, um lugar lindo, enorme e super bacana para comemorações, um buffet chique.
Quando cheguei, antes de me levarem ao camarim, consegui dar uma espiadinha no espaço principal e me deu um frio gigante na barriga. Era muita gente, quase mil pessoas. Responsa total, mas adoro estes desafios!
Assumi o som e foi muito bacana, fiquei emocionada com o carinho que recebi do público. Os organizadores, contratantes, pessoal que cuidou de mim nos bastidores, enfim, foram todos fofos comigo.
Um pouco antes das 5hs, estávamos de volta ao hotel.

Mas antes da festa, tivemos uma tarde livre. Infelizmente não tivemos muita sorte com o tempo, estava nublado, garoando, então não fomos passear, isso porque estávamos hospedados a duas quadras do mar.
Pra variar, estávamos morrendo de fome quando chegamos, então fomos caçar algum restaurante próximo do hotel, por sugestão fomos conhecer o Parmegianno. Como o nome sugere, a especialidade é bife à parmegiana, que aliás, foi a escolha do João. Já eu escolhi um prato com peixe, arroz e fritas.
Cada prato serve duas pessoas facilmente e o custo-benefício é ótimo.
Só sei que depois de comer tanto e com um tempo não muito animador, fomos descansar no hotel. Dormimos um pouco, claro.

À noite, uma das organizadoras do evento foi nos buscar e nos levou para jantar no restaurante Bodega do Sertão, um self-service com comidas típicas da região. Eu não estava com muita fome e a maioria das opções tinha carne, em compensação devorei as sobremesas, cocada no forno e pudim de canela. Adorei a decoração do ambiente, bem sertão mesmo. Ela nos deixou de volta no hotel e mais tarde foi nos buscar para a festa.

A nossa Páscoa foi comemorada de uma maneira diferente dos anos anteriores, longe da família, em Maceió ( que ainda não conhecíamos! ) e trabalhando.
Neste ano, ganhei bastante chocolate, nhac! Como sempre, o coelhinho João me surpreendeu, desta vez ele me deu uma embalagem da Kopenhagen que vem com alguns copinhos de chocolate, uma garrafinha de amarula e um ovo pequeno. Achei tão fofo que ainda não tive coragem de experimentar, pois no dia que resolver abrir, devorarei.

Na segunda-feira, tínhamos a tarde livre em Maceió, pois nosso voo era no comecinho da noite. O tempo estava um pouco melhor, então depois do café-da-manhã, fomos caminhar na praia. Mais tarde fomos almoçar no restaurante Sá Menina, também self-service com comidas típicas preparadas no fogão a lenha. Nos acabamos de tanto comer. Fomos passear mais um pouco, na beira da praia, nosso destino era a Feira de Artesanatos, a alguns bons quilômetros de onde estávamos, mas fomos caminhando e conversando, sem nos preocupar com a distância. Até que começou a chover e não teve jeito, decidimos pegar um táxi, faltava apenas um pouco mais de um quilômetro.
Passeamos com calma na feira, comprei alguns artesanatos regionais. Quando saímos de lá, não estava mais chovendo, então fomos tomar sorvete na Delícias do Sertão, onde há sabores tradicionais e vários exóticos, de frutas que sequer sabia que existiam. Como é self-service de massa, acabei fazendo uma gororoba porque não sei combinar sabores: araticum, buriti, cajá-manga, pequi e jabuticaba.
Voltamos caminhando na beira da praia, passeio romântico, mãos dadas, ouvindo o barulho do mar. Não queria mais voltar para São Paulo!

Depois de uma hora e meia de caminhada, chegamos cansados no hotel e com pouco tempo, descansamos um pouquinho, nem meia hora, nos arrumamos e seguimos para o aeroporto.

Até e axé!

      


     
 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

E depois de tantos dias...

Então. Nem sei por onde começar, talvez pedindo desculpas pelo meu sumiço já é um bom começo, ou não? Pois sente que lá vem um post gigante! Será uma mistureba de fatos, sem seguir a ordem cronológica dos fatos, nem sei se lembrarei de contar tudo o que gostaria, pois a boa memória me manda lembranças, mas tentarei fazer um resumo do último mês.
Março foi punk, pesado, muito por culpa da quaresma (que está acabando!) e dos planetinhas que estão fazendo bagunça no céu ( e continuam! ). Bem que fomos avisados durante um trabalho ´de branco´ que é um período que pede cautela e firmeza, muita firmeza. Em ano de justiça, quaresminha seria mais pesada que o normal.
Quaresma é um período católico, com todos os seus significados, mas nós umbandistas respeitamos estes quarenta dias obviamente com crenças diferentes, mais espirituais, no caso. Não é a toa que usamos um contra-egun no braço durante este período todo. Não tô aqui para discutir fé, principalmente porque religião é uma das poucas coisas que não se discute, cada um com a sua.
Um dia conto como que fomos parar na umbanda, ou melhor, já é um capítulo do próximo livro que será lançado no mês que comemorarei meus 10 anos de subceleb. 

Fiquei quase duas semanas com uma virose bem chata, que me derrubou nos três primeiros dias, nos quais não consegui sair de casa e quase não saí da cama, não consegui me alimentar com nada, o que me fez emagrecer quase 1,5 Kg nestes três dias ( já devidamente recuperados, diga-se de passagem ). Era João querendo me levar para o hospital e eu acreditando que me recuperaria sozinha sem ajuda de médico. Foi bom para dar uma pausa na correria do dia-a-dia, para ficar assistindo filmes, dormir e ser mimada pelo marido. Férias forçadas em um momento que não poderia pensar nisso, mas tudo bem.

No dia que finalmente acordei me sentindo bem, resolvi ir ao salão para cortar o cabelo, nenhum corte radical, apenas dois dedinhos nas pontas, uma boa repicada e a franja ficou um pouco mais curta. E ninguém notou a diferença até hoje. Então fui ao shopping Ibirapuera para bater perna e fazer comprinhas, foi quando conheci a loja Quem disse, Berenice? de makes. Adorei o lápis de olhos, bem preto do jeito que gosto. Detestei o demaquilante. Me apaixonei pela linha de esmaltes.
"Se tô boa para passear no shopping, então tô boa para trabalhar" - pensei. E foi o que fiz, liguei pra Fê para dar a ótima notícia do meu retorno na labuta. Ainda assim, nos outros dias ainda tive um pouco de febre, tosse, garganta inflamada, mas já estava me considerando bem. Até que fui tocar numa festa em Mendes e na volta, o organismo deu um jeitinho de me avisar que não, não estava ainda tão bem como pensava. Mais um dia de molho em casa.

Mendes me surpreendeu. Para chegar até lá foi uma viagem cansativa, chegamos no aeroporto do Rio de Janeiro e encaramos duas horas de carro. Parecia uma viagem eterna. Mendes fica lá no alto da serra, numa estrada cheia de curvas, passamos por Nova Iguaçu e não teve como não me lembrar da Fani no BBB e seu grito de guerra: "U-hú! Nova Iguaçu!". Chegamos no comecinho da noite na pousada onde ficamos hospedados, estávamos famintos e cansados, esperamos os contratantes chegarem para nos conhecermos e combinarmos o horário que teríamos de estar lá na festa. Jantamos na própria pousada e dormimos um pouco.
A cidade é bem pequena, a festa de música eletrônica aconteceu num espaço de um clube.
Enquanto me arrumava para ir, ouvia o barulho da chuva, deu frio na barriga, pensei que a festa fosse miar.
Chegando lá, bateu um leve desespero, o único caminho para chegar até a área da festa era toda de terra que com chuva, se tornou lama. Além dos saltos afundarem a cada passo dado, todo cuidado era necessário para não escorregar.   
Cheguei com um pouco mais de uma hora antes de assumir o som. Fiquei sozinha esperando o momento de subir no palco, num camarim improvisado com lona, minhas únicas companhias eram um balde contendo uma garrafa de Absolut, algumas latinhas de Red Bull, e um bichinho ( parecido com um gafanhoto ) que tentava sobreviver após se afogar numa pequena poça de água. João ficou conversando com os seguranças do lado de fora e de vez em quando ia me visitar.
A pista da festa estava bem cheia, quase lotada, para o meu alívio o temporal na pequena cidade não atrapalhou.
Valeu a pena ter voltado para a pousada com as sandálias marrons de tanta lama e os dedinhos quase congelados!

No final de semana anterior a este de Mendes, fizemos uma maratona no Paraná, cada dia em uma cidade. Na sexta, chegamos no meio da tarde em Londrina, estávamos com o Few ( nosso amigo curitibano ) que passou a semana em São Paulo e nos acompanhou neste finde para discotecar antes de mim. Deixamos as malas no hotel e já saímos em busca do shopping mais próximo, que acabou sendo o Catuaí. Famintos, fomos diretamente para a praça de alimentação. Depois que almoçamos, fomos passear e nos deparamos com outra praça, mais nova, com melhores opções. Ai que raiva!
Tinha até o restaurante Madero ( que conhecemos e jantamos em Joinville ), fora outros bons restaurantes. Na praça onde ficamos, só tinham as opções mais simples de fast food.   
Andamos pelo shopping inteiro que não é tão grande e voltamos pro hotel.
À noite, eu e o Few fomos ao Studio New York, salão de beleza das donas das baladas que tocaríamos tanto em Londrina como em Maringá. Fomos muito bem recebidos e mimados, atendimento exclusivo, pois o salão estava fechado para nos receber.
O ambiente é muito fofo, bem feminino, cheio de detalhes, a decoração é do jeito que gosto: mistura de vintage com coisas modernas. A equipe de profissionais é boa demais, com um astral contagiante e eles me transformaram. Amei tudo, a maquiadora Carla manda bem demais. Infelizmente não me lembro dos nomes dos cabeleireiros, mas fizeram cachos sensacionais no meu cabelo. Fora o manicure gato que mandou melhor que muita mulher nos cuidados com as unhas.

O João não nos acompanhou, pois ficou responsável pelo nosso jantar, não teríamos tempo de sair do salão e irmos a algum restaurante, então ele foi sozinho e levou marmitinhas para o hotel. Comemos rapidinho, nos arrumamos e já fomos para a balada New York Club, já era meia-noite e tanto. Enquanto o Few discotecava, fiquei com um pessoal no camarim até assumir o som. A pista estava quente, animada, me arrepiei. Gosto assim.
Depois que saí da cabine de DJ, fiquei tirando fotos e recebendo vários abraços. Chegamos de volta no hotel quando eram quase 5hs. Pena que o buffet de café-da-manhã ainda não estava pronto.

No sábado, acordamos às 11hs, arrumamos as malas e seguimos viagem para Maringá. Lá foi o mesmo esquema: malas no hotel e partiu shopping! o/ Almoçamos num restaurante top, mas não me lembro do nome e acabei de ver que não fiz check-in no foursquare. Um self-service com comidinhas no estilo de fazenda mineira, bem caseiras e deliciosas. As sobremesas então, sem comentários!
Durante o passeio ainda encontramos uma brigaderia no meio do caminho, daí já viu. Voltamos para o hotel ainda com bastante tempo livre, mas não saímos mais. À noite, fomos jantar no restaurante Casarão XV, onde comemos pizza ( a de agrião com tomate seco é maravilhosa ). O que peca é o atendimento lento e péssimo, nem dá vontade de pagar a taxa de serviço, sabe.
Achamos que não tínhamos tido sorte, mas ao fazer check-in, me deparei com várias críticas sobre os mesmos motivos.
Voltamos para o hotel e ficamos esperando o maquiador chegar, então enquanto ele me arrumava, ficamos já fazendo um esquenta pré-balada. Chegamos na New York Lounge um pouco antes da meia-noite. O espaço é bem menor, tanto que um é Lounge e o de Londrina é Club, o estilo é diferente, mas independente do tamanho, as pistas estavam bem animadas e fui tratada com muito carinho no momento que recebo as pessoas para tirarem fotos comigo. <3

No domingo, às 11hs, já estávamos no carro para o último evento desta maratona, dessa vez nosso destino foi o Hotel Fazenda Salto Bandeirantes que fica em Santa Fé, no interior do Paraná. A viagem durou 1h30, assim que chegamos, deixamos as coisas no quarto e fomos ao restaurante para almoçarmos. O tempo estava curto, pois eu e o Few não discotecaríamos em uma balada no início da madrugada, mas em uma festa de uma clínica de estética que estava divulgando a marca e realizando um desfile de biquínis e vestidos. O evento começaria às 18hs.
Era apenas um maquiador para um grupo de oito mulheres, então tudo precisou ser bem cronometrado, sendo assim, tive meus cabelos enrolados ainda no início da tarde e passei o dia todo com a cabeça cheia de grampos o que me fez sentir a Dona Florinda, mas o resultado foi cachos e mais cachos. 
O camarim estava improvisado num dos quartos do hotel, enquanto uma menina estava no cantinho da make, as outras ficavam experimentando as peças para o desfile, a bebida foi liberada após o almoço, foi uma farra só. O que demos de risada!
Enquanto isso, o João e o Few ficaram papeando com os meninos, pois havia desfile com peças masculinas também. Dentre eles, o Mister Paraná e o ex-BBB Cristiano Naya que participou da 11a. edição e se tornou quase melhor amigo de infância do João. Mas ele é gente boa mesmo, bem na dele.
Dentre as meninas, estava a Karine, Miss Paraná 2009, querida demais, super humilde além de lindíssima.

A tarde passou rápida porque foi agitada e havia expectativa de todas as partes. Era o primeiro evento da clínica, então as donas estavam ansiosas porque eram muitos detalhes e tudo precisaria sair do jeito que esperavam, o investimento foi grande demais para não haver retorno do público. Uma banda foi contratada para cantar antes e depois do desfile, tinha uma tenda vendendo os comes, outra vendia bebidas. E todos resolveram atrasar. Precisava montar o palco com toda a estrutura de som, enfim, eram muitos detalhes para pouco tempo e o público começaria a chegar às 17hs. Até eu comecei a ficar tensa, mas no fim acabou dando tudo certo, mas houve um atraso considerável de quase duas horas, por sorte a banda animou as pessoas que já estavam presentes e aguardando o desfile.
O evento terminou às 23hs e pouco, as donas da clínica nos chamaram para um after que aconteceria na área da piscina, para estourar champanhe e reunir todos os envolvidos diretamente para que o evento ocorresse.
Fui para o quarto para me "desmontar", rs, precisava arrancar as sandálias, o vestido, diminuir o volume dos cachos, tirar o quilo de make do rosto e precisava principalmente de um bom banho e relaxar um pouco. Mas nestes 40 minutos no quarto e ainda mais depois do banho, a adrenalina abaixou de tal maneira que fiquei sem energia e com um sono incontrolável. Abortei a ideia de participar do after, o João curtiu minha decisão porque também estava bem cansado, então mandei mensagem para o Few para avisar que não iríamos mais.

Fui dormir apenas sem disposição e energia, que estava esgotada, mas pensei que uma boa noite de sono seria o suficiente para acordar bem. Lego engano. Acordei com a garganta inflamadíssima e o nariz ruim, assim que chegamos no aeroporto de Sampa, passei na farmácia e comprei alguns remedinhos porque ficar doente era tudo o que não queria naquela semana que tinha vários compromissos. E daí foram as quase duas semanas com a virose que me pegou em cheio e que comentei no início deste post...

***
Fomos ao Erótika Fair, eu, João, Fê e Eli. Resolvemos ir no último dia do evento, no final da tarde do domingo.
Expectativa: queríamos visitar todos os stands, sem exceção, em busca de novidades do mercado erótico, quem sabe não encontraríamos lançamentos ou produtos diferentes que nossos fornecedores não importam ou fabricam?
Realidade: nem dez minutos já lá dentro, um grupo de amigos me reconheceu e pediu para tirar fotos, parei e muitas pessoas que estavam passando viram a muvuca e resolveram parar também. E daí fiquei tirando fotos por um bom tempo achando que depois conseguiria começar a visitar os stands...
Apenas conseguimos visitar com calma o da Lelo, que é uma marca belga de massageadores/vibradores, são maravilhosos, fiquei apaixonada por todos os produtos.
Ficamos mais de meia hora, fomos recebidos tão bem pelos dois representantes da marca no Brasil, eles nos explicaram tudo, desde o conceito da marca, como os detalhes dos produtos. Não é a toa que é a marca líder em produtos eróticos de luxo. E põe luxo nisso!
O design dos massageadores é bem diferente, a textura é super macia, alguns podem ser até objetos de decoração de tão lindos e sem cara de coisa erótica. Fora a vibração que é BEM intensa!
Detalhe: nenhum funciona com pilha, mas com bateria recarregável na tomada.
Há até um massageador banhado com ouro, pequeno e delicado, que é para o clitóris. Uma jóia erótica que custa 8 mil reais! 
Que sorte que tivemos de nos deparar com o stand desta marca! Já tinha visto várias fotos destes produtos na internet, mas ainda não conhecia pessoalmente, pois nossos fornecedores não importam. Bom, fechamos parceria, trocamos contatos e vamos começar no próximo mês a vender os produtos da Lelo! o/
Além da parceria, ainda ganhei dois mimos de presente: um vibrador e uma pluma tantra. Peeense na minha felicidade!
E assim, apenas um stand compensou nossa ida e à expectativa frustrada por não termos visitado todos.

***
Por falar em produtos eróticos, continuamos vendendo, mas demos uma pausa nos eventos nos salões, pois nos findes que estamos em São Paulo temos tido outros compromissos, mas vamos nos organizar para realizarmos algum em breve, pois estamos sentindo falta de vendermos os produtos pessoalmente. ;)

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No último finde, ficamos aqui em Sampa. No sábado, fomos almoçar feijoada com um amigo do Centro, a Fê foi com a gente, pois não basta passarmos todos os dias quase inteiros da semana trabalhando juntas, sabe. Depois do almoço, fomos tomar sorvete no Fredíssimo. E quando fomos ver, o dia já tinha acabado e estava anoitecendo. Nos despedimos do nosso amigo, a Fê foi para a casa dela, eu e o João viemos para casa e dormimos até 21hs. Quando eram quase 23hs, quem veio em casa? A Fê! rs. Fizemos um esquenta pré-balada.
Fui tocar na festa Plasticine, no Luar Rock Bar, em Itaquera. Precisávamos estar às 2hs lá, mas chegamos um pouco antes. Itaquera é do outro lado da cidade, quase uma viagem para nós, ainda bem que pelo horário e dia, não há trânsito.
Grata pelo carinho do Ramirez que nos recebeu e fez companhia no camarim pra gente. Sorte a minha de ter bons contratantes, até hoje não tive problema com nenhum, não tenho do que reclamar.
A festa foi boa demais, posso dizer que superou minhas expectativas. Gosto assim.
A Fê acabou sendo minha assistente porque não quis ficar na pista, ficou num cantinho ao lado da mesa com o equipamento, então quando eu queria algo, fazia sinal pra ela ir buscar para mim água, energético ou vodka, mas não abusei da boa vontade dela, juro. Ah, e ela gravou por espontânea vontade vários vídeos no celular.
Depois que comandei o som, voltamos ao camarim onde recebi as pessoas para tirar foto. Fomos embora às 5hs e pouco. No caminho, resolvemos parar num Mc Donald´s porque nós três estávamos famintos.
Chegamos em casa quando eram quase 6hs, nem colocamos despertador, pois como não tínhamos marcado nenhum compromisso propositalmente, então não tínhamos hora pra nada. Acordamos quando às 13hs e pouquinho, nos arrumamos e fomos tomar brunch na padaria Dona Deôla. Comi tanto que dava para hibernar por dias. Voltamos para casa e foi um domingo com preguicite aguda cheio de dignidade.

***
Acho que por hoje tá bom, né?
Até e axé.