terça-feira, 25 de junho de 2013

Bom dia!!

E quase um mês depois, estou de volta! Estava morrendo de saudade deste cantinho, mas a ausência no mundo virtual foi necessário para cuidar do real.
Aconteceram tantas coisas que nem sei por onde começar ou como resumir...

As duas semanas antes do dia dos namorados foram intensas e tensas, mas eu e a Fê conseguimos dar conta do recado. Criamos dois kits especialmente para esta data: um mais romântico e outro para uma noite mais apimentada. Fizeram tanto sucesso que resolvemos torná-los fixos, daí no próximo ano criamos outros para a data. Além das vendas pelo site, realizamos cinco ´clube das luluzinhas´, um chá de produtos eróticos e mais um evento no salão Laque. E já estamos planejando e organizando uma despedida de SOLTEIRA que acontecerá no final de julho! o/

Enquanto não conseguimos alvará dos respectivos maridos para irmos ao clube das mulheres em busca de contatos de gogo boys, então em numa noite dessas, resolvemos jogar no google em busca de contatos deles, encontramos várias agências, vimos inúmeras fotos e demos boas risadas!
E tem sido assim: no meio de um trabalho que levamos à sério, nos divertimos pacas!

No meio disso tudo, nos preocupando com o dia dos namorados das clientes, não consegui planejar o meu. João me surpreendeu com um vaso lindo de rosas logo pela manhã ( publiquei foto no instagram ), meu presente mesmo ganhei um dia antes porque ele não aguentou esperar por mais algumas horas para ver minha reação ao abrir a embalagem. E o presente dele chegou apenas na sexta, dois dias depois, pois comprei pela internet. Não saímos para jantar porque era quarta-feira: nosso dia de branco! E comemoramos nosso oitavo ano juntos trabalhando de branco. Mas foi uma comemoração muito boa, pois sabemos o quanto nos faz bem estarmos juntos ali...

No fim, nosso jantar para comemorarmos, acabou acontecendo apenas na semana passada, quando conseguimos enfim uma noite inteira para chamarmos de nossa!

No dia 10 deste mês, comecei a fazer um curso de hipnose com duração de 3 meses. É apenas às segundas e à noite, das 19h30 às 21h30, o que achei ótimo, pois é uma noite que o João tem um compromisso pessoal dele. Além disso, convenci a Fê pra fazer comigo.
Não decidi fazer este curso com o intuito de sair hipnotizando, embora seja bem interessante aprender. Tudo começou assim: o médium que cambono o guia dele às quartas à tarde, é psicoterapeuta e faz regressão, algo que sempre tive vontade de fazer, mas sempre tive um pé atrás. Há poucos meses, estávamos conversando sobre isto, daí ele comentou que é professor e sobre este curso que tô fazendo. Me indicou a fazer para que eu compreendesse todo o processo, pois regressão nada mais é do que uma hipnose. 

E no final de semana retrasado, fiz introdução ao xamanismo. Foram duas tardes incríveis! Consegui viajar, encontrei meus animais ( me arrepiei quando soube qual é o meu de cura ). Todas as explicações sobre a descrição de minhas viagens bateram demais com a minha vida. É uma experiência muito boa, e é preciso ir com o coração aberto e com a consciência que haverá cutucadas nas feridas ainda não cicatrizadas. É um ritual que mexe demais com a gente, mas é uma das coisas mais lindas que já vi. Já tô contando os dias para a iniciação!

Quem quiser o contato tanto do psicoterapeuta como do lugar do xamanismo, pode me pedir! Super recomendo os dois!

Mudando completamente de assunto...

Na semana passada, quinta-feira, discotequei aqui em Sampa na festa Menstruação ( evento que reúne os principais comediantes uma vez por mês! ) que acontece na balada Kitsch.
E na segunda, estava no Superpop, não era ao vivo, gravei na semana retrasada.

Bom, acho que consegui fazer um resuminho básico do que aconteceu desde o último post! Aos poucos vou atualizando, pois agora voltei para ficar, meu bem! ;)

terça-feira, 28 de maio de 2013

Fala mal de mim

Ouvi esta música pela primeira vez em Curitiba, no carro do Will. Adorei a letra, mas deixei pra lá.
Daí em minha pesquisa de funk na semana passada, lembrei dela e joguei no Google. É da MC Beyonce. Não sei quem é, não sei se tem outras músicas, mas apenas com esta ganhou meu coração.
A mensagem é boa demais.

Toquei na festa de 15 anos e a molecada pirou na pista. E eu gostei tanto que incluí no meu set do iPod e ouço quase todos os dias desde então.
Acho que  MC Beyonce escreveu esta música para eu cantar pra algumas pessoas, em especial para minha ~querida~ Tetê. (risos)

Mesmo que você não goste de funk, vale a pena dar uma espiadinha no vídeo:



Um sonho: conhecer MC Beyonce pessoalmente para agradecer por ter feito esta música!


"Não adianta, não tem vergonha na cara. Fala mal de mim, mas é minha fã incubada" >3

O despertador tocou pontualmente às 7h30 para a minha (in)felicidade. Deparar com o céu branco logo cedo é desanimador. Mais difícil do que sair da cama é sair da água quentinha do chuveiro.
Dei uma volta rápida com a Tati, em manhãs frias os passeios são curtos, depois compenso nas quentes.

Fui com o João tomar café-da-manhã na padoca. A fome era tanta que comi dois pães na chapa e um pedaço generoso de bolo de chocolate.

E agora estou na segunda toca pronta para começar mais um novo dia. Um longo dia.

Ontem, a Fê passou a noite em casa, me avisou que o plano de sair da empresa foi antecipado. Ela trabalhará até quarta desta semana, pois foi dispensada do que seria a última Feira dela. E já começamos a planejar como serão nossos dias juntas de quinta em diante. Não desfrutaremos deste feriado. Ficamos conversando sobre vários pontos enquanto nos aquecíamos com uma garrafa de vinho.

O final de semana foi bom demais, chegou rápido e com a mesma velocidade foi embora. No sábado, eu e o João fomos para uma cidade chamada Pinhalzinho, no interior de São Paulo. Fomos para uma festa com os médiuns do centro, uma festa para os ciganos com direito a uma fogueira gigante e linda. A noite inteira foi com choques térmicos, pois ficava bem perto do fogo e quando o calor se tornava insuportável, saia de perto encarando o frio da madrugada. O sereno estava muito intenso.
A festa foi linda, divertida, com muita energia boa, muita fartura. Prosperidade para todos.

Acabou às 4hs e voltamos para São Paulo, pois alugamos um ônibus já esperando que no fim todos estariam cansativos para dirigir por mais de duas horas. Chegamos quando eram quase 7hs, pegamos o carro no centro, paramos em uma padaria no caminho e fomos para casa. Dormimos até 14 e tanto, nos arrumamos e saímos para almoçar. O frio e a fome pediam um almoço reforçado. Lembramos que um amigo nos sugeriu certa vez uma restaurante com comida nordestina. As lombrigas agradeceram e sobre este lugar, comento no próximo post.

Bom dia mesmo que o dia esteja feio! ;)




 
 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

;)

Ufa! Acho que a partir de hoje já consigo voltar ao ritmo normal e estar mais presente por aqui e nas mídias sociais. Tenho muita coisa para contar, ainda estou devendo o post sobre a viagem à Curitiba, os assuntos estão atrasados, eu sei. Mas muita calma nesta hora!

Nestas últimas semanas precisei focar nos filhotes e o restante ficou em segundo plano. Ou terceiro.
Não estava conseguindo acompanhar e conciliar o crescimento deles. O que deveria ser motivo de felicidade ao ter de lidar com tantos bons acontecimentos, eu comecei a pirar. As boas coisas também podem assustar num primeiro momento, como aconteceu comigo. Eu não estava preparada para determinadas coisas para agora, tinha tais pretensões para um futuro breve, mas não para o presente.

Quando o negócio começa a crescer e a gente não consegue acompanhar, é um problema. Eu e a Fê precisamos parar, pensar e ver o que queremos. E aí? Encaramos agora tudo isso ou colocamos um freio? Resolvemos encarar. Já que é para ser assim, que assim seja. Já que fugiu do nosso controle, vamos assumir a responsabilidade e acompanhar o ritmo.

O resultado disso foi ter de ficar ausente para não sair do foco. Enquanto isso, a Fê pediu demissão na empresa de marketing onde ela trabalhou nos três últimos anos para conseguir se dedicar em tempo integral aos nossos filhotes. Ela só vai entregar a última Feira que é responsável e pronto, no dia 15 passaremos os dias juntas.

Às vezes dar um passo maior pode ser um perigo, mas pensamos e conversamos muito e concluímos que vamos arriscar! Espero que dê certo!

Nos próximos dias, vou colocar os assuntos em dia, hoje vou contar como foi a viagem para Búzios e este último finde:
    
Chegamos em Búzios no meio da tarde da última sexta-feira. Ficamos sabendo que todos os voos ao RJ que sairiam de Congonhas foram cancelados por conta da chuva, mas como saímos de Guarulhos, então conseguimos chegar. Sorte! Pero no mucho. Chegamos em Búzios com chuva e frio, muito frio.

Na quinta à noite, minha sogra me ligou pra dizer que acabara de ver na TV a previsão do tempo: o Rio de Janeiro estaria frio. "Leve um casaquinho!". - me aconselhou. Ainda bem que levei.

Já esperando este tempo miado, acabei levando meu notebook. Uma tarde de passeio por Búzios tinha ido por água a baixo. Literalmente. Precisava terminar de baixar músicas para a festa de sábado, então aproveitei o tempo livre para trabalhar.

Quando a chuva deu uma trégua, já no início da noite, saímos para jantar e passear um pouco pela região. Fomos até a famosa Rua das Pedras, onde há as lojas e restaurantes mais badalados.
Jantamos no restaurante Deck, escolhi uma massa recheada com tomate seco e queijo de búfala. O João devorou uma massa com molho de gorgonzola e fatias de carne. De entrada, dividimos uma porção de mandioquinha frita com guacamole. O atendimento é ótimo e o lugar super aconchegante, com a vista para o mar. Mega romântico!
Os pratos são deliciosos, porém as porções são modestas com valores altos.

Depois, fomos tomar sorvete no Mil Frutas, tínhamos ido apenas duas vezes na filial do shopping Cidade Jardim, aqui em São Paulo. Foi bom para matar saudade do sorvete de jabuticaba.

Andamos mais um pouco e então voltamos para a pousada onde estávamos hospedados. Enquanto o João tirava uma sonequinha, continuei com a minha busca por músicas. Quando fui ver, mesmo se quisesse, não poderia mais tirar um cochilo que fosse, pois já estava na hora de nos arrumarmos.

Fomos para a balada The Must, para a festa Ladies. Ainda na pousada, conhecemos a funkeira Taty Princesa. Já na balada, ficamos batendo papo no camarote. Assim como a Valesca, ela também me surpreendeu pela simpatia e humildade. Daí o papo foi interrompido, conferi o show dela e depois discotequei. Já era quase 4 horas quando nos encontramos novamente no camarote e o papo continuou. Quando pensei que já íamos embora, levaram para nós mais uma garrafa de vodka com energéticos.

Praticamente fechamos a balada, vimos a pista esvaziar, as pessoas sumirem e quando saímos, surpresa: o dia já tinha amanhecido! Eram 6 e pouco.

***
Acordamos às 9hs. Ressaca gigante me dominava. No café-da-manhã da pousada, foi ótimo encontrar um rocambole gigante com muito, mas muito doce de leite! Estava precisando de uma boa glicose.
Às 10 e pouco, o Juninho  - que tem um pouco mais de 2 metros e que me fez sentir uma anã perto dele -  nos levou até o aeroporto. Apaguei na estrada e o João me acordou quando já tínhamos chegado. De Búzios até o Rio de Janeiro são quase 2h30 de viagem. Chegamos com um pouco mais de uma hora para o nosso embarque.

Desembarque em Guarulhos. Já eram 16 e tanto. Fomos tomar café e comer brigadeiros na Brigaderia. Concorrente da Maria Brigadeiro. Os brigadeiros são diferentes e maiores. Não posso dizer que são melhores ou piores, são apenas diferentes. Quero voltar com calma para experimentar e ter uma segunda opinião.

Depois fomos esperar a van do estacionamento onde deixamos o carro. Dez minutos de espera que pareceram uma eternidade.
Quando finalmente chegamos no prédio onde moramos, já eram 18 e pouco, fomos tirar as coisas do carro e... Cadê a mala? João ligou para o estacionamento e tínhamos esquecido na van. Por culpa minha, assumo. A responsabilidade era minha, mas estava tão cansada que me preocupei apenas com a minha bolsa pessoal e a bolsa com o case e o fone.

João voltou para buscá-la. Detalhe: de casa até Guarulhos é uma viagem de 40 minutos quando não há trânsito. Subi para casa, pois precisava gravar os cds com as músicas que baixei na pousada em Búzios.
 
Não tinha tempo para dormir: ou cuidava dos últimos detalhes para a festa mais tarde ou descansava. E responsabilidade tem vindo em primeiro lugar ultimamente.
Gravei os cds, fui para a segunda toca para treinar um pouco e principalmente para passar o som no equipamento pra ver se a gravação estava ok. Voltei para casa e o João já tinha voltado com a nossa mala e estava dormindo um pouco.

Já eram 21h30 e queríamos sair de casa às 22hs. Em meia hora não conseguiria me arrumar, considerando que precisava lavar e secar o cabelo. Precisávamos estar na festa perto da meia-noite, mas queríamos assistir a valsa que aconteceria entre 23hs e 23h30.

Enfim, me contrataram para tocar numa festa de 15 anos que aconteceu em uma mansão no Morumbi. A aniversariante pediu para que eu tocasse bastante funk, um estilo musical que não sou ligada. Aprendi a gostar com a Valesca Popozuda, tenho CD dela e tal, mas não sou ligada no mundo do funk. Em Búzios, fiz uma pesquisa para saber quais são os funks que estão bombando atualmente, pedi socorro para o meu amigo Few que me sugeriu algumas músicas.
Mas havia um porém: eu não poderia tocar qualquer tipo de funk. O pai da aniversariante me pediu gentilmente que eu não tocasse nenhuma músicas "pesada", ou seja, com muito apelo sexual.
Então além da minha pesquisa, precisei filtrar, ouvi uma por uma. Deu um certo trabalho. Ainda assim, consegui selecionar, baixar e gravar 32 músicas. Incluindo aí cinco de sertanejo universitário que ela também queria que eu tocasse. Outro estilo musical que também não sou ligada.
Tive algumas surpresas durante minha pesquisa... Comecei a gostar de algumas que, aliás, nunca tinha escutado. Outras já conhecia, mas não tinha prestado atenção no que diziam.

Bom, chegamos na festa com alguns minutos antes da valsa começar. Borrei a maquiagem, mas não consegui segurar as lágrimas. Muito emocionante!

Assumi o som quando era quase 1h. Abri a apresentação tocando eletrohouse, depois parti para o funk. Fiquei discotecando por mais de duas horas. Depois ficamos curtindo a festa, pois havia vários amigos nossos lá.

Fomos embora quando eram quase 6hs. Mas fomos dormir mesmo às 8hs e pouco. E daí apaguei depois de duas baladas seguidas. Sem despertador propositalmente, acordamos quando já eram 14hs. Fomos almoçar na Confeitaria Catedral que, apesar do nome, há todos os tradicionais salgados árabes.
Voltamos para casa e dormimos novamente. Acordamos já no comecinho da noite. João foi para a casa da mãe dele e dormi mais um pouco, desta vez no sofá da sala.
Perdemos o jogo do Corinthians, mas o cansaço estava maior do que a vontade de ver nosso time vencer.

Quando o João voltou, pedimos pizza e jantamos. Assistimos um pouco de TV e fomos deitar. Precisámos aproveitar para colocar o sono em dia para iniciarmos uma nova semana. Mais uma semana intensa pela frente. E que assim continue!  

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Ei!

Comecei a escrever este post na quinta-feira passada, mas não consegui terminar e por isso não o publiquei... No final, após os asteriscos, complementarei o que já havia escrito!

Peço desculpas por estar em falta há mais de uma semana por aqui, mas pelo menos minha ausência tem sido por uma boa causa: tudo está fluindo e estou aproveitando a maré boa, quase enlouquecendo é verdade, mas muito feliz com todos os acontecimentos.
Farei o possível para que nos próximos dias, eu consiga estar mais presente por aqui e nas redes sociais.

Ainda preciso comentar sobre os três dias em Curitiba que foram especiais, com direito a muitas risadas, gulodices e ótima venda de produtos no PinUp!

Enfim, segue o que escrevi antes e o complemento em seguida: ;)
 

Queria ter escrito este post assim que chegamos de viagem no domingo, mas não tinha condições nem para ligar o computador tamanho era o cansaço. Depois de ficar quase meia hora dentro do avião no céu porque não podia pousar por fatores meteorológicos, me esgotou mentalmente. O comandante ficou avisando os passageiros sobre a situação com a intenção de acalmar, mas me deixava ainda mais nervosa. Da janela, era impossível ver algo por conta da neblina. Já estava cansada e depois deste episódio, fiquei esgotada.

Na segunda, dormi quase o dia inteiro para me recuperar das poucas horas dormidas dos últimos dias, consequência de duas madrugadas consecutivas na balada.
Já na terça, precisei recuperar o tempo perdido por ter dormido no dia anterior e iniciar as obrigações da semana. Não almocei porque não consegui parar, enganei a fome com café o dia inteiro, pelo menos para mim este truque resolve. À noite fomos jantar e como era mais uma reunião de negócios a um jantar propriamente dito, ficamos quase 4 horas no restaurante. Demorei para dormir, pensando no conteúdo da conversa da reunião. Algo que até então havia fugido com todas as minhas forças, mas já que surgiu uma boa oportunidade, resolvi arriscar. Talvez seja um bom momento e pode ser divertido.

E ontem, além de acordar atrasada, tive poucas horas para colocar tudo em ordem antes de irmos ao centro. Quarta é dia de vestir branco e trabalhar de uma outra maneira. Trabalho não remunerado, mas que gera um bem enorme que nenhum dinheiro compra. Tô gostando muito de cambonar, é a melhor maneira de aprendizado. Já tinham me dito que o médium quando cambona aprende mais que ao estar incorporado. E hoje compreendo perfeitamente isto.
Cambono não pode contar o que escuta durante a assistência. As pessoas diante um guia, abrem suas vidas, desabafam, contam segredos, enfim, confiam mais em um guia espiritual do que em um ser humano encarnado. Eu ouço tudo porque é necessário e faz parte do trabalho, mas guardo para mim e não comento nem com o João. Já ouvi desabafos intensos de deixar qualquer um chocado, mas não posso interferir, dar palpites, sair comentando.
As pessoas que buscam assistência estão ali por algum tipo de dor.
E é ali que vejo que não tenho problemas na vida, que as minhas preocupações são pequenas, tolas, egoístas inclusive.

Quando este trabalho acaba, tenho uma pequena pausa até às 20hs, quando então começa o curso de desenvolvimento que não tem hora para terminar. Ontem acabou quando era quase meia-noite.

****
Quinta e sexta, o foco foi nos filhotes. Eu e a Fê merecíamos ganhar hora extra, de nós mesmas, no caso. Se por um lado ficamos tranquilas que conseguimos entregar todos os produtos da campanha que fizemos para o dia das mães do filhote mais velho, quase piramos pensando e elaborando a do dia dos namorados para ambos negócios, embora o foco principal seja no dos produtos eróticos, obviamente.

Nossa sexta-feira acabou na verdade já na madrugada de sábado. Nem fomos no bar com as amigas como de costume, mas abrimos uma garrafa de vinho quando já estávamos quase terminando.

Sábado amanheceu com um dia lindo, por isso nem me importei ao ter que sair da cama tão cedo, com apenas 5 horas de sonhos. Na parte da manhã, visitamos algumas lojas próximas de onde moramos em busca de embalagens para os kits. Exatamente as mesmas embalagens do nosso fornecedor que fica no bairro Penha, do outro lado da cidade. Mesmos produtos, mas com o preço bem diferente: quase o dobro. E assim, atravessamos São Paulo.

Quando chegamos no prédio de volta já eram quase 15hs, então fomos almoçar com os maridos que estavam nos esperando. Encontramos ainda com um casal de amigos em comum, comemos feijoada e depois ficamos jogando papo para o ar até o final da tarde.
Eu e o João fomos para casa e dormimos, acordamos às 20hs e pouco, nos arrumamos e fomos na festa de aniversário do Warley onde ficamos até 1h30. Na volta, ainda fomos no apartamento de um amigo do prédio, onde estava uma turma de amigos do prédio, nossa "panelinha", a Fê estava lá com o marido. E foi a primeira vez na semana que conseguimos conversar sem entrar em qualquer tipo de assunto referente ao trabalho.
Voltamos para casa quando já era quase 5hs...

No domingo, levamos a minha sogra e uma tia do João para almoçarem conosco. Como no restaurante que fomos, nenhuma sobremesa é atraente ( é de uma marca que vende os doces congelados... ), então preferimos devorar algum doce no Pain et Chocolat. Elas amaram! Minha sogra já conhecia esta doceria, pois já tínhamos a levado para tomar café-da-manhã algumas vezes.

Deixamos as duas em suas respectivas moradias. Voltamos para casa, jogamos um pouquinho de videogame e fomos nos encontrar com um casal de amigos em um barzinho para assistirmos o jogo juntos. O drink escolhido para acalmar meu coração corintiano foi o Alexander, docinho e perigoso.
E meu time, mais uma vez, me matou de orgulho! >3

Voltamos para casa e organizei algumas coisas para começar mais uma semana!

Bom dia! E até!!




 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Bom dia!

Hoje é dia de ir à Curitiba! o/ Ficaremos até domingo à noite, então teremos bastaaante tempo livre para curtir esta cidade que amo! Os únicos compromissos profissionais serão:

Hoje das 19hs às 22hs, estarei no salão PinUp vendendo meus produtinho eróticos! E amanhã, às 2hs da madrugada, discotecarei no Espaço Vicente, então se algum(a) leitor(a) de Curitiba quiser me conhecer, terá estas duas oportunidades! ;)

Bom restinho de semana e um ótimo finde!

Até.

***

Salão PinUp! - Rua Chile, 1603 - Rebouças - (041) 3332-5278
Espaço Vicente - Avenida Vicente Machado, 1082

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Show do Jota Quest + feriado

Quase não acreditei quando recebi convites para ir a um show exclusivo do Jota Quest da Tv e Rádio Mix!
Aconteceu na terça-feira, pré feriado. Foi um show fechado para poucos convidados para a gravação do programa Álbuns clássicos que passará tanto na tv como na rádio.

Adoro esta banda! Muitas músicas fazem parte da minha vida, inclusive duas marcaram o início do meu relacionamento com o João e as consideramos como nossas músicas.
Fomos em um show em 2007, mas nada se compara a este último. Estávamos sentados na terceira fileira, a pouquíssimos metros do palco, então tivemos uma visão incrível de tudo.

Em Álbuns Clássicos, a banda convidada canta todas as músicas do álbum que mais marcou a carreira, no caso do Jota Quest, o álbum escolhido foi o De volta ao planeta.

Além deles cantarem as dez músicas que estão neste álbum, também aconteceu uma entrevista ao vivo, então eles contaram como surgiu cada música e o significado delas. Muito bacana!

Recebi seis convites, então levei o João ( óbvio! ), a Fê e o marido, minha cunhada e o marido.

Quando a gravação terminou, eles tocaram 3 músicas que não fazem parte do De volta ao Planeta... E para a nossa sorte, minha e do João no caso, uma delas foi Só Hoje, que é uma das ´nossas´. >3 >3

Foi um show incrível, quase perdi a voz, me arrepiei em vários momentos, enfim agradeço DEMAIS aos convites que recebi!

No final, é claro que fomos tietar o Rogério Flausino que nos recebeu muito bem, mega humilde e simpático. Devia ter levado algum DVD de show para que ele autografasse para mim. :(



Fomos embora quando era quase meia-noite e seguimos para a festa de aniversário da Elaine que estava comemorando no barzinho onde batemos cartão. Ficamos lá até quase 4hs, mas tudo bem porque no dia seguinte era feriado...

Aliás, meu feriado foi bem diferente do que havia planejado. Planejei ficar o dia todo em casa, curtindo minha toca, já que não quase não tenho ficado nela e sinto muita falta dos meus momentos caseira. Eu e o João nem colocamos despertador e acordamos quando já eram quase 11hs, às 14 e pouco saímos para almoçar e todas nossas opções estavam lotadas, alguns até com fila de espera. Acabamos indo em uma galeteria. Passamos num churrasco que estava rolando no prédio, antes de chegarmos combinamos que ficaríamos no máximo meia hora, mas ficamos até o anoitecer. Passamos rapidinho na casa da mãe do João e voltamos ao churrasco que foi até às 22hs, horário limite para o condomínio por conta do sistema de segurança na área externa e principalmente por causa do barulho também, claro. No fim, não ficamos em casa como gostaria, mas ok. Aproveitei o finalzinho da noite.



terça-feira, 30 de abril de 2013

A semana passada foi assim...

... marcada por alguns contratempos me pegando de surpresa. Embora tenha conseguido resolver, não estava contando perder tempo com tais detalhes chatos.

Na terça, além de ter perdido quase 2 horas para colocarem a rede de segurança no terracinho, no meio da tarde recebi uma carta que me apavorou. Há quase dois meses, fiz uma compra em um site gringo que já sou cliente há um certo tempo, mas pela primeira vez fui taxada. Tudo bem que assumo que desta vez abusei um pouco. No papel dizia que eu precisaria ir pessoalmente na agência X ( mais próxima de casa ) para resolver. Gelei. Como nunca tinha acontecido isto, fiquei preocupada com as consequências.

Minutos de silêncio com tico e teco agindo, então liguei para o João me socorrer, daí ele me disse que eu poderia ficar despreocupada quanto aos meus medos neste caso e que a única consequência era pagar os tributos. O valor a ser pago inclusive estava no papel.

Mais tranquila, o segundo passo foi entrar no site para ver a relação dos produtos que comprei, então comecei a fazer contas e concluí que mesmo tendo sido taxada, ainda valeria a pena.
O terceiro passo foi ir ao correio, consegui tempo apenas na sexta e após mais de meia hora na fila, consegui resolver.

Na quinta era dia de pagar as faturas dos cartões, luz, internet e gás. E o vencimento de tudo isso era no próprio dia 25, ou seja, não tinha como deixar para o dia seguinte. Tinha planejado pagar na parte da manhã, tudo já certinho e chegou o momento de digitar o código do ioken. Digitei e apareceu que o código estava errado. Segunda tentativa: código errado novamente. E fui tentando até que tive a proeza de bloquear o meu aparelhinho. Legal, né? Era tudo mesmo o que queria, adoro ir ao banco, super divertido, lugar seguro e agradável. ¬¬
E ainda tive a sorte grande de aparecer na agência bem na hora do almoço da minha gerente. Enquanto a esperava, fui pagando as contas no caixa porque precisava falar com ela apenas sobre o desbloqueio do meu token.

E pra fechar a semana de pequenos contratempos... Na sexta-feira, fui no salão, saí com as unhas lindas e quando cheguei em casa, notei que o esmalte do dedão estava todo amassado, aparecendo várias partes da unha. Tentei colocar o esmalte no lugar, mas ficou pior do que já estava. Tinha que estar na Móoca em menos de uma hora, então não tinha tempo para voltar no salão e consertar o estrago. Não tive dúvidas: enrolei um band-aid no dedão para esconder a unha. Quando voltei do compromisso, fui direto ao salão e a manicure pintou novamente.

E daí entre contratempos, aconteceram coisas boas:

1. A rede de proteção estragou a vista do terraço e me fez sentir em uma gaiolinha, mas sempre quis colocar uma mesa redonda e cadeiras ali, e apenas não tinha providenciado antes porque tinha medo destes móveis servirem como um trampolim aos gatos. Agora já posso deixar este cantinho da toca do jeito que quero!

2. Tive que ir pessoalmente ao correio, mas aproveitei para me informar sobre o serviço e-commerce. Já fazia tempo que precisava fazer isto, mas apenas estava enrolando. Matei dois coelhos com uma cajada só.

3. A espera no banco foi útil porque aproveitei para fazer algumas anotações.

4. Quando estava voltando para casa depois de ir ao salão para arrumar a unha, encontrei por um acaso com uma amiga que não via há bastante tempo desde que ela mudou de prédio. Fomos tomar café no Starbucks, colocamos o papo em dia, peguei o número novo dela e agora não perderemos mais contato.

É por estas e outras que vale a pena viver com leveza para termos ou vermos as coisas boas no meio ( ou no fim ) dos contratempos da vida! ;)

No mais, na semana passada trabalhei que nem gente grande! E ainda participei de uma festa linda de Ogum!

O final de semana foi bacana: no sábado passamos a tarde toda e metade da noite em um churrasco de amigos. Enquanto ainda estávamos lá, a Fê me ligou pedindo que quando chegasse no prédio para que eu fosse no apartamento dela porque estava agitando comes&bebes já que não queria passar a noite sozinha, pois o marido viajou para pescar com amigos. O João veio para casa e fui direto para a Fê, pois cansada do jeito que estava, era bem provável acabar não indo para lá. Ficamos eu, Fê, Dea e Elaine conversando até quase 3 horas. Isso porque quando eu e o João chegamos era quase 22hs e disse à ele que por estar muito cansada, estaria em casa no máximo até a meia-noite. Quando cheguei, ele já estava no décimo quinto sonho.

No domingo, acordamos tarde, já eram 10 e tanto. Não rolava mais irmos ao restaurante Dona Lucinha porque o café-da-manhã de lá encerra às 11hs. Plano B. Resolvemos experimentar algum lugar novo então fomos conferir o brunch da padaria Dona Deôla. Valeu à pena!

Primeiro pratinho do meu café-da-manhã

O buffet é completo, com uma boa variação de pãezinhos e outros quitutes. Achei o preço bem honesto: R$ 27 por pessoa. Comi sem culpa três pratinhos cheios de guloseimas. O pãozinho doce recheado com nozes é para comer rezando.

Aproveitei para descansar o dia todo e recuperar a energia para o início de mais uma semana.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Duda & Eu

Na semana passada, a Duda inventou de dar mais emoção à vida felina. Estava tudo indo muito bem para ser verdade, achei que por já estar aceitando melhor a presença da Aline, estivesse voltando a ser a gata calma que era, masss de duas semanas para cá, começou a ter algumas atitudes que nunca havia tido. Tem feito de tudo para chamar minha atenção.

Talvez eu tenha uma ponta de culpa nisso, pois tenho ficado ainda menos em casa e assumo que não tenho dado a atenção necessária. A Duda já é uma gata velhinha com quase 9 anos e que precisou dividir as atenções da noite para o dia. Juntando estes pequenos fatos, até compreendo porque resolveu se rebelar.

Uma noite cheguei em casa e me deparei com ela no alto da estante da sala, na última prateleira. Para resgatá-la precisei pedir uma escada emprestada no condomínio. Não sei como ela conseguiu chegar ali, se foi escalando ou subindo de prateleira por prateleira. Tem coisas na vida que é melhor nem tentar entender, sabe.

Daí ela começou com a mania de entrar na geladeira. É só alguém abrir a porta que um vulto branco passa correndo e se enfia entre as garrafas que ficam no espaço mais baixo. Mereço?

Entrar na geladeira não é nada perto do acontecimento na última quinta. O João estava na mãe dele e eu fui beber com duas amigas. Cheguei em casa quando era quase 1h, abri a porta e vi a Duda se equilibrando no suporte de alumínio que fica sobre o vidro que cerca o terracinho da sala. Um vento forte ou um passo errado, ela cairia.

Mesmo não estando bêbada, passei as mãos nos olhos para ter certeza do que estava vendo. A Duda estava paralisada olhando para mim ali do alto. Meu coração disparou, comecei a chorar e fechei os olhos porque não conseguiria mais ver aquela cena. Por intuição, gritei: "Quem quer papá?".

Me agachei sem abrir os olhos e logo senti a Duda perto de mim. Depois, João me contou que foi a melhor coisa que fiz porque se eu tivesse ido para cima dela no terraço, ela poderia se assustar com algum movimento meu e cairia. Meu Deus, não posso nem pensar nisso!

Coloquei comida para as três, liguei o computador e desencanei, pois achei que o fato dela ter subido ali pudesse ter sido um caso isolado. Com a barriga cheia e com a minha presença, talvez ela não tivesse vontade de se aventurar mais. É claro que me enganei. De repente ouvi um barulho no vidro lá fora, novamente gelei, olhei de onde estava e não a vi, mas intui que ela estava sim. Levantei com as pernas bambas e sem fazer barulho, me aproximei da porta que divide o terraço da sala. A Duda estava se equilibrando em umas das laterais. Me agachei e a chamei, fazendo gestos mostrando que faria carinho como recompensa. Ela miou, se ajeitou na beirada e pulou no chão indo para a minha direção.

Em seguida fechei a porta. Ela já demonstrou que seria capaz de subir quantas vezes bem quisesse e eu não estava disposta a passar momentos de pavor por conta disso.

No dia seguinte, logo cedo, liguei para uma empresa que coloca redes de proteção e agendei o serviço.
De sexta até hoje, funcionou assim: porta fechada e Duda solta pela casa durante o dia todo. E à noite, ao chegar, depois de enchê-la de carinho, a deixava presa no banheiro e abria a porta para ventilar e renovar o ar até a manhã seguinte.

Neste momento, o João está acompanhando o serviço dos dois funcionários da empresa que vieram instalar a rede de proteção. E eu estou de "castigo" aqui no quarto por motivo de: da mesma maneira que tenho fobia de altura, não consigo ver ninguém no alto, tenho aflição. Como o apartamento é duplex, então o pé direito do terraço é duplo. Para instalar a rede, um deles está sobre uma escada gigante furando a parede para colocar os ganchos e sem nenhum equipamento de segurança. Até aí o problema não é meu, mas da empresa onde ele presta o serviço. De qualquer maneira, sei que se algo der errado, acontecerá um acidente. Achei melhor ficar aqui no quarto, sem ficar observando o moço correndo risco.

Daqui a pouco, já com a rede devidamente colocada, poderei ficar tranquila e começar o dia, pois será longo!

Hoje já é terça, mas ainda estou com a sensação do estômago cheio, consequência de um finde que quase não parei de comer. No sábado, foi aniversário da Fê. Almoçamos feijoada e jantamos pizza. Depois do almoço, fomos tomar café no Museu do Pão e o gerente, ao saber que era aniversário dela, gentilmente levou um pedaço de bolo para cada. Estávamos com nossa amiga Syl.

Isso porque no caminho, comentei que não aguentaria nem comer o biscoitinho que acompanha o café. Comi o bolo fazendo força para não fazer desfeita à gentileza do gerente.

No domingo, eu e o João fomos almoçar com um casal de amigos em um restaurante chamado Garimpos do Interior. Achei que meu estômago explodiria.

Só sei que poderia hibernar tranquilamente após este final de semana... Mas como não tô hibernando, preciso dar início ao trabalho do dia! Até!!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Como não amar Malu?


"Deixa eu pensar...". Ai que vontade de apertar esta menina! Malu, venha rabiscar a minha geladeira agora! *-*