Não vou contar agora como que foi a maratona do finde em Joinville e Belém do Pará, pois preciso estar com mais tempo, mas a volta para São Paulo foi uma saga, nem acreditei quando enfim chegamos em casa no domingo quase meia-noite quando a previsão era de chegarmos às 20hs.
Tudo começou no aeroporto em Belém com quase duas horas de atraso para embarcarmos porque estava chovendo muito lá. Já no avião encaramos quase 3h30 de viagem normal. A nossa sorte é que o João no momento que foi fazer check-in dos assentos resolveu pagar a taxa para podermos sentar nas poltronas ~especiais~ que são as saídas de emergência. Há mais espaço, dá para esticar bem as perninhas e temos um pouco de conforto digno durante a viagem.
Assim que o avião pousou no aeroporto de Guarulhos, o comandante avisou os passageiros no microfone com um tom de humor que não havia espaço na pista para a aeronave estacionar, logo teríamos de esperar por tempo indeterminado o congestionamento dos aviões, pois havia uma fila com seis na nossa frente aguardando espaço também. Caos gerado pela reforma da pista.
O humor foi para nos dar a notícia: "Dizem que São Paulo não pára e não temos onde parar o avião". Talvez tenha dito isso para amenizar o baque que acabou causando da mesma maneira.
Tal espera demorou um pouco mais de uma hora. Coisa básica. Passageiros famintos porque a TAM oferece um sanduíche que não faz nem cócegas no estômago, mas ainda assim é melhor do que um pacotinho com meia dúzia de amendoins. E passageiros que perderam conexões e estavam desesperados. Gente falando aqui e ali: "Imagina na Copa!". Clima super agradável. Só que bem ao contrário.
Daí encaramos outra viagem de Guarulhos até nosso bairro, pelo menos sem trânsito. Congestionamento já basta o de avião.
Houve um acúmulo de tudo: ressaca, poucas horas dormidas, cansaço e muito tempo sentada. A resistência do corpo acabou, bateria pifou, eu e o João estávamos sem energia e ele estava com indícios de resfriado, gripe ou virose.
Na segunda logo que acordei, liguei para a Fê, dei meus pêsames e avisei minha situação, disse que se ficasse boa no decorrer do dia, a ajudaria com o trabalho, mas estava tão indisposta, tão mal humorada que apenas atrapalharia naquele momento. E como tenho alguns dias de crédito, se não melhorasse, a gente já descontava um dia. Ela me ligou no horário do almoço, quando eram umas 13h30, perguntando se eu não queria pelo menos almoçar, acabamos dando um pulo no shopping Ibirapuera, fizemos um lanche, aproveitei para comprar uma calça branca nova que encontrei na loja Yogini que não conhecia, mas que virei cliente. E soube pela vendedora que é dos mesmos donos da Bayard. Resolvemos isso em menos de uma hora, pois estava sem um pingo de paciência e queria voltar para a cama.
Me recuperei apenas no final da tarde, mas também foi tarde demais, pois a Fê já tinha resolvido os compromissos do dia.
Ah, os pêsames que citei acima foi por conta do gato que infelizmente não resistiu e faleceu no sábado à noite. Ela me mandou uma mensagem para dar a notícia e fiquei bem triste, pois ele era o caçulinha dos três felinos dela, ela o tirou da rua, acompanhei de perto tudo: a chegada num lar, o crescimento dele, o sofrimento quando começou a ficar doente e principalmente a luta dela para conseguir levá-lo de volta para casa.
E ontem, descontei mais um dia de folga, resolvi ir ao salão para cuidar de mim, afinal minhas luzes no cabelo já estavam com prazo de validade vencido, e se não fizesse ontem, não sei quando conseguiria um dia livre nas próximas duas semanas. E sei que quando vou fazer isso, preciso ter horas disponíveis. Como tenho muito cabelo e os fios são compridos, somente para separar as mechas e passar a química das luzes, são 1h30 em média. Daí o produto precisa agir, passa mais um outro produto pra não-sei-o-quê e faço reconstrução capilar em seguida porque a química toda detona os fios. Daí lava, desembaraça, corta as pontas, seca. E lá se vão 4 horas no mínimo. Já que estava lá e não estava preocupada com o tempo, fiz tudo o que tinha direito: depilação geral, design na sobrancelha, mais os cuidados com as mãos e os pés.
Saí do salão no meu limite de horário, perto das 17hs, pois às 18hs precisava sair de casa para estar antes das 19hs na gravação do programa ´No divã com Dr.Kurtzman´ que passa no Canal Brasil.
Programa gravado é sempre demorado, mas foi muito divertido e nem vi a hora passar. É um programa de humor, mas do jeito que gosto, não é forçado, mas natural. Foi uma entrevista de uma maneira diferente, só assistindo para entender o que quero dizer...
Cheguei em casa quando eram quase 22hs, jantamos assistindo o BBB, respondi alguns e-mails e o sono bateu.
E hoje é dia de branco! o/
E amanhã é o dia de compensar os três dias que me dei ao luxo de não trabalhar! ;)
Bom dia! Boa quarta, axé e até!
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Bom dia!
Nossa, como foi difícil sair da cama hoje, dormi um sono pesado, sonhei muito daqueles sonhos bem reais e loucos, não foram pesadelos nem ruins, apenas agitados.
Ontem, fomos comer pizza na casa de uma amiga do prédio. Na verdade, foi o nosso plano B, pois como eu e o João adotamos o hábito de nadarmos à noite, então agitamos um socialzinho com alguns amigos do prédio, cada um levaria comes e bebes e ficaríamos fazendo farofada, conversando e nos refrescando na piscina. Tipo uma Pool Party, só que menos. Bem menos.
E daí a chuva acabou com toda nossa farra na piscina!
Aliás, tivemos um compromisso numa produtora no bairro Brooklin, eram 17 e pouco quando saímos de casa e quando estávamos na rua atrás, do nada começou a chover e cair pedrinhas de gelo. E eu que raramente faço escova no cabelo, quando resolvo fazer, chove! A reunião acabou quando eram quase 19hs, ficamos quase uma hora no trânsito. E quando chegamos na rua onde moramos, estava uma escuridão que só por Deus, tudo apagado. Era o que faltava estarmos sem energia elétrica no prédio, mas o nosso quarteirão e o seguinte estavam com luz para a nossa alegria.
Mesmo com uma garoa bem fina que não atrapalharia, afinal ficaríamos molhados de qualquer jeito na piscina ( um beijo para a escova que fiz apenas para a reunião ) resolvemos nos reunir na casa de alguém, então acabamos indo para o apartamento da Syl. Pedimos pizzas, os meninos ficaram bebendo uísque e nós meninas nos acabamos com frisantes.
Esta semana não foi diferente da passada, continuo na labuta sem ajuda e companhia da Fê. A transfusão de sangue no gatinho dela foi boa, parecia que começaria a se recuperar, mas o processo regrediu novamente na quarta-feira quando o entubaram e precisou começar a respirar com ajuda de um aparelho de oxigênio. Novos exames foram pedidos e está com suspeita de leucemia felina. Phoda. Mesmo com todo o estresse causado por conta da preocupação natural e com o fato da despesa para mantê-lo internado ser gigante, ele continuará lá até quando for necessário.
Trabalhando que nem uma louca, preocupada com a Fê e o gato, e ansiosa demais por vários motivos, me permiti tomar uma garrafa de frisante sozinha e comer quatro pedaços de pizza sem culpa em plena quinta-feira. Talvez por isso tudo quase não tenha conseguido sair da cama hoje.
Agora vou arrumar a mala e organizar algumas coisas para viajarmos daqui a pouco. Hoje toco em Joinville e amanhã em Belém do Pará. Voltamos no domingo à noite, ou seja, teremos uma tarde livre para passearmos por Belém. Aceito sugestões de passeios, restaurante para almoçar, lugares bacanas para conhecer nesta cidade! Se tiver bons pitacos, mande para mim no cantinhodaraq@gmail.com ;)
E para quem mora em São Paulo, na próxima sexta-feira (21) e no sábado, eu e a Fê vamos vender produtinhos eróticos em um salão de beleza no bairro Vila Olímpia. Nos dois dias estaremos no mesmo salão. Passo mais infos na próxima semana, mas quem quiser ir já pode começar a se planejar!
Então é isso. Boa sexta, bom finde e até!
Ontem, fomos comer pizza na casa de uma amiga do prédio. Na verdade, foi o nosso plano B, pois como eu e o João adotamos o hábito de nadarmos à noite, então agitamos um socialzinho com alguns amigos do prédio, cada um levaria comes e bebes e ficaríamos fazendo farofada, conversando e nos refrescando na piscina. Tipo uma Pool Party, só que menos. Bem menos.
E daí a chuva acabou com toda nossa farra na piscina!
Aliás, tivemos um compromisso numa produtora no bairro Brooklin, eram 17 e pouco quando saímos de casa e quando estávamos na rua atrás, do nada começou a chover e cair pedrinhas de gelo. E eu que raramente faço escova no cabelo, quando resolvo fazer, chove! A reunião acabou quando eram quase 19hs, ficamos quase uma hora no trânsito. E quando chegamos na rua onde moramos, estava uma escuridão que só por Deus, tudo apagado. Era o que faltava estarmos sem energia elétrica no prédio, mas o nosso quarteirão e o seguinte estavam com luz para a nossa alegria.
Mesmo com uma garoa bem fina que não atrapalharia, afinal ficaríamos molhados de qualquer jeito na piscina ( um beijo para a escova que fiz apenas para a reunião ) resolvemos nos reunir na casa de alguém, então acabamos indo para o apartamento da Syl. Pedimos pizzas, os meninos ficaram bebendo uísque e nós meninas nos acabamos com frisantes.
Esta semana não foi diferente da passada, continuo na labuta sem ajuda e companhia da Fê. A transfusão de sangue no gatinho dela foi boa, parecia que começaria a se recuperar, mas o processo regrediu novamente na quarta-feira quando o entubaram e precisou começar a respirar com ajuda de um aparelho de oxigênio. Novos exames foram pedidos e está com suspeita de leucemia felina. Phoda. Mesmo com todo o estresse causado por conta da preocupação natural e com o fato da despesa para mantê-lo internado ser gigante, ele continuará lá até quando for necessário.
Trabalhando que nem uma louca, preocupada com a Fê e o gato, e ansiosa demais por vários motivos, me permiti tomar uma garrafa de frisante sozinha e comer quatro pedaços de pizza sem culpa em plena quinta-feira. Talvez por isso tudo quase não tenha conseguido sair da cama hoje.
Agora vou arrumar a mala e organizar algumas coisas para viajarmos daqui a pouco. Hoje toco em Joinville e amanhã em Belém do Pará. Voltamos no domingo à noite, ou seja, teremos uma tarde livre para passearmos por Belém. Aceito sugestões de passeios, restaurante para almoçar, lugares bacanas para conhecer nesta cidade! Se tiver bons pitacos, mande para mim no cantinhodaraq@gmail.com ;)
E para quem mora em São Paulo, na próxima sexta-feira (21) e no sábado, eu e a Fê vamos vender produtinhos eróticos em um salão de beleza no bairro Vila Olímpia. Nos dois dias estaremos no mesmo salão. Passo mais infos na próxima semana, mas quem quiser ir já pode começar a se planejar!
Então é isso. Boa sexta, bom finde e até!
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Resumo dos últimos dias
Nem parece que já passou quase um mês desde meu último post. Este mês começou com tudo. Chega de desculpas porque fevereiro chegou!
Os últimos dias tem sido bastante tensos e intensos, um dos gatos da Fê pegou uma bactéria que atingiu os rins, está internado desde terça-feira passada num hospital veterinário, lutando pela sobrevivência, ontem fizeram uma transfusão de sangue nele já que o antibiótico não causou nenhuma melhora. A Fê tem ido todos os dias visitá-lo e está sem condições emocionais com toda razão para se dedicar ao trabalho, então tô segurando a onda sozinha. Raquel Surfistinha. ( risos)
Mas se está rolando bastante trabalho, não posso reclamar, eu trabalho dobrado e feliz. Ainda mais com este calor todo que tem feito, como amo o verão! Sol desde cedo, muito sorvete para refrescar, bronzeamento em dia, piscina quase todos os dias, roupinhas leves. Gosto assim.
No primeiro final de semana do mês, passamos na praia. Descemos na sexta, 31, na parte da manhã, mas ficamos o dia todo na função de deixar a casa da minha sogra em ordem para recebermos hóspedes que chegaram à noite. Assistimos o último capítulo da novela comendo pizza no apartamento da minha cunhada, voltamos para a casa e fomos à pé caminhar na beira do mar. Céu estrelado, início da madrugada bem quente, água deliciosamente refrescante... Era tudo o que estava precisando! Depois voltamos para a casa e ninguém queria dormir mesmo já sendo quase 2hs, então ficamos no terraço conversando até quase 5hs.
Às 10h30 do sábado já estávamos com os pés na areia, me estiquei na canga e fiquei torrando no sol e de vez em quando dei alguns mergulhos no mar, foi quando conquistei a cor que mais gosto de estar. E desde então, estou apenas mantendo a cor. No sábado à noite, realizamos nossa festa/homenagem à Iemanjá, rainha do mar. Éramos quase cem médiuns vestidos de brancos numa roda. E ficamos até o amanhecer. Pra fechar, sete mergulhos ( nada de pulinhos! ) com nossos pedidos mais íntimos à dona do mar...
Muita gente passa o ano criticando nossa religião, mas na virada do ano está ali, dando os sete pulinhos, esquecendo, fingindo que não sabem ou realmente não sabendo para quem são os pedidos.
Enfim, fomos embora no pôr-do-sol.
Acordamos ao meio-dia, passamos a tarde toda na praia e tivemos a brilhante ideia de subirmos a serra um pouco depois das 18hs. Nós e 90% teve a mesma ideia, conclusão: quase 6hs na estrada!
E fevereiro começou assim, com a alma lavada, muita energia boa e agenda cheia de compromissos.
Na sexta passada, fizemos um bate-volta em Suzano, cidade bem próxima de São Paulo, discotequei no Café Rio e voltamos em seguida. O contratante até ofereceu hospedagem num hotel, mas se temos oportunidade de dormirmos em casa, vale a pena o cansaço da volta.
Lá conheci um moço que tem tatuado no braço o meu nome, e não é nem da criatura, mas Raquel Pacheco com todas as letras mesmo. Quando vi, não acreditei que fosse tatuagem de verdade. Esfreguei, raspei a unha, acho que quase o machuquei, mas chequei que é de verdade.Vou publicar a foto no Instagram hoje, preciso pedir para a Fê me mandar, pois ela tirou fotos com o celular dela.
Chegamos em casa quando eram quase 6hs. Acordei às 11hs e pouco com o interfone tocando, uma amiga do prédio, a Dea, me chamando para ir na piscina. A vontade de continuar dormindo era grande, mas não queria perder um sábado todo lindo. A piscina estava parecendo um clube, minha turma de amigas estava toda presente ( menos a Fê que desceu mais tarde ), havia moradores que só encontro ali mesmo ou no elevador, e outros que nunca vi mais gordo. Subi para casa quando a fome bateu, pois desci sem tomar café-da-manhã, eram 16hs e pouco, saí para almoçar com o João e quando voltamos para casa, acabei apagando no sofá. Ele me acordou quando eram quase 20hs, me arrumei e fomos jantar na casa de um casal de amigos.
No domingo, novamente piscina logo cedo com direito a farofada. Acho digno. Fomos almoçar quando eram 16h30 num restaurante mineiro bem perto de casa. Comida mineira pesa pacas no estômago, mas é tão boa. Estava morrendo de vontade de comer tutu. Comida pesada mais calor, pense se quase não hibernei depois! Tirei uma sonequinha boa pós-almoço de domingo.
Acordei um pouco antes da Valesca aparecer no Faustão, como poderia perder? Vi a participação dela e assim que se despediu e saiu do palco, desligamos a televisão, coloquei o biquíni novamente, João colocou a sunga e descemos para a piscina. No lugar do sol, a lua. Não tínhamos muito tempo, pois a área de lazer do prédio fica aberta somente até às 22hs por conta da segurança ( alarmes são ligados ) e barulho. A água estava morna, aquecida naturalmente, me senti um sachê de chá boiando.
Depois do almoço, pensei que não conseguiria jantar, mas como manter asbanha? Saí da piscina com fome, acho que acabei gastando algumas calorias sem perceber, tudo bem que nadei bastante até. Acabamos pedindo delivery de um restaurante árabe, mas peguei leve, comi apenas homus e coalhada seca. Ah, e uma esfiha de Nutella.
E ontem o dia começou cedo, na parte da manhã respondi os e-mails que recebemos durante o finde, e depois fui fazer o que tinha que resolver na rua: correio, dois bancos e Kalunga para comprar cartucho para impressora. Eram quase 12h e não resisti, coloquei biquíni e fui aproveitar o sol. Precisava fazer algumas ligações, então se posso falar no celular deitada na beira da piscina porque vou ficar sentada dentro do escritório, não é mesmo? Não fiquei muito tempo, apenas uma hora e meia. Neste meio tempo, a Fê me avisou sobre a transfusão, e me agilizei pois levaria a Duda para fazer a doação de sangue, mas infelizmente ela não pôde ser doadora, pois o gato precisaria ter mais de 3kgs. Ela é grande, mas tem mais pelo que carne, coitada. No fim, conseguimos um gato para doar o sangue. Quando terminamos de resolver isso, já eram mais de 16hs, me despedi da Fê no hospital onde o gato tá internado e voltei para cuidar das nossas coisas.
Cheguei em casa quase às 20hs esbaforida de tanto calor, o João chegou um pouco depois e fomos para a piscina, onde ficamos até sermos expulsos quando já eram quase 22hs.
Assistimos uma parte da novela que demorou uma eternidade para acabar e como ainda não tinha assistido nenhum capítulo, então com o fato de não estar entendendo nada, o tempo demorou ainda mais para passar, mas aproveitamos o tempo para jantar. Depois do BBB, assistimos pela milésima vez o final do meu filme que estava passando pela centésima vez no Telecine Touch e finalmente subimos para o quarto.
Bom dia para quem é do dia! :)
Os últimos dias tem sido bastante tensos e intensos, um dos gatos da Fê pegou uma bactéria que atingiu os rins, está internado desde terça-feira passada num hospital veterinário, lutando pela sobrevivência, ontem fizeram uma transfusão de sangue nele já que o antibiótico não causou nenhuma melhora. A Fê tem ido todos os dias visitá-lo e está sem condições emocionais com toda razão para se dedicar ao trabalho, então tô segurando a onda sozinha. Raquel Surfistinha. ( risos)
Mas se está rolando bastante trabalho, não posso reclamar, eu trabalho dobrado e feliz. Ainda mais com este calor todo que tem feito, como amo o verão! Sol desde cedo, muito sorvete para refrescar, bronzeamento em dia, piscina quase todos os dias, roupinhas leves. Gosto assim.
No primeiro final de semana do mês, passamos na praia. Descemos na sexta, 31, na parte da manhã, mas ficamos o dia todo na função de deixar a casa da minha sogra em ordem para recebermos hóspedes que chegaram à noite. Assistimos o último capítulo da novela comendo pizza no apartamento da minha cunhada, voltamos para a casa e fomos à pé caminhar na beira do mar. Céu estrelado, início da madrugada bem quente, água deliciosamente refrescante... Era tudo o que estava precisando! Depois voltamos para a casa e ninguém queria dormir mesmo já sendo quase 2hs, então ficamos no terraço conversando até quase 5hs.
Às 10h30 do sábado já estávamos com os pés na areia, me estiquei na canga e fiquei torrando no sol e de vez em quando dei alguns mergulhos no mar, foi quando conquistei a cor que mais gosto de estar. E desde então, estou apenas mantendo a cor. No sábado à noite, realizamos nossa festa/homenagem à Iemanjá, rainha do mar. Éramos quase cem médiuns vestidos de brancos numa roda. E ficamos até o amanhecer. Pra fechar, sete mergulhos ( nada de pulinhos! ) com nossos pedidos mais íntimos à dona do mar...
Muita gente passa o ano criticando nossa religião, mas na virada do ano está ali, dando os sete pulinhos, esquecendo, fingindo que não sabem ou realmente não sabendo para quem são os pedidos.
Enfim, fomos embora no pôr-do-sol.
Acordamos ao meio-dia, passamos a tarde toda na praia e tivemos a brilhante ideia de subirmos a serra um pouco depois das 18hs. Nós e 90% teve a mesma ideia, conclusão: quase 6hs na estrada!
E fevereiro começou assim, com a alma lavada, muita energia boa e agenda cheia de compromissos.
Na sexta passada, fizemos um bate-volta em Suzano, cidade bem próxima de São Paulo, discotequei no Café Rio e voltamos em seguida. O contratante até ofereceu hospedagem num hotel, mas se temos oportunidade de dormirmos em casa, vale a pena o cansaço da volta.
Lá conheci um moço que tem tatuado no braço o meu nome, e não é nem da criatura, mas Raquel Pacheco com todas as letras mesmo. Quando vi, não acreditei que fosse tatuagem de verdade. Esfreguei, raspei a unha, acho que quase o machuquei, mas chequei que é de verdade.Vou publicar a foto no Instagram hoje, preciso pedir para a Fê me mandar, pois ela tirou fotos com o celular dela.
Chegamos em casa quando eram quase 6hs. Acordei às 11hs e pouco com o interfone tocando, uma amiga do prédio, a Dea, me chamando para ir na piscina. A vontade de continuar dormindo era grande, mas não queria perder um sábado todo lindo. A piscina estava parecendo um clube, minha turma de amigas estava toda presente ( menos a Fê que desceu mais tarde ), havia moradores que só encontro ali mesmo ou no elevador, e outros que nunca vi mais gordo. Subi para casa quando a fome bateu, pois desci sem tomar café-da-manhã, eram 16hs e pouco, saí para almoçar com o João e quando voltamos para casa, acabei apagando no sofá. Ele me acordou quando eram quase 20hs, me arrumei e fomos jantar na casa de um casal de amigos.
No domingo, novamente piscina logo cedo com direito a farofada. Acho digno. Fomos almoçar quando eram 16h30 num restaurante mineiro bem perto de casa. Comida mineira pesa pacas no estômago, mas é tão boa. Estava morrendo de vontade de comer tutu. Comida pesada mais calor, pense se quase não hibernei depois! Tirei uma sonequinha boa pós-almoço de domingo.
Acordei um pouco antes da Valesca aparecer no Faustão, como poderia perder? Vi a participação dela e assim que se despediu e saiu do palco, desligamos a televisão, coloquei o biquíni novamente, João colocou a sunga e descemos para a piscina. No lugar do sol, a lua. Não tínhamos muito tempo, pois a área de lazer do prédio fica aberta somente até às 22hs por conta da segurança ( alarmes são ligados ) e barulho. A água estava morna, aquecida naturalmente, me senti um sachê de chá boiando.
Depois do almoço, pensei que não conseguiria jantar, mas como manter asbanha? Saí da piscina com fome, acho que acabei gastando algumas calorias sem perceber, tudo bem que nadei bastante até. Acabamos pedindo delivery de um restaurante árabe, mas peguei leve, comi apenas homus e coalhada seca. Ah, e uma esfiha de Nutella.
E ontem o dia começou cedo, na parte da manhã respondi os e-mails que recebemos durante o finde, e depois fui fazer o que tinha que resolver na rua: correio, dois bancos e Kalunga para comprar cartucho para impressora. Eram quase 12h e não resisti, coloquei biquíni e fui aproveitar o sol. Precisava fazer algumas ligações, então se posso falar no celular deitada na beira da piscina porque vou ficar sentada dentro do escritório, não é mesmo? Não fiquei muito tempo, apenas uma hora e meia. Neste meio tempo, a Fê me avisou sobre a transfusão, e me agilizei pois levaria a Duda para fazer a doação de sangue, mas infelizmente ela não pôde ser doadora, pois o gato precisaria ter mais de 3kgs. Ela é grande, mas tem mais pelo que carne, coitada. No fim, conseguimos um gato para doar o sangue. Quando terminamos de resolver isso, já eram mais de 16hs, me despedi da Fê no hospital onde o gato tá internado e voltei para cuidar das nossas coisas.
Cheguei em casa quase às 20hs esbaforida de tanto calor, o João chegou um pouco depois e fomos para a piscina, onde ficamos até sermos expulsos quando já eram quase 22hs.
Assistimos uma parte da novela que demorou uma eternidade para acabar e como ainda não tinha assistido nenhum capítulo, então com o fato de não estar entendendo nada, o tempo demorou ainda mais para passar, mas aproveitamos o tempo para jantar. Depois do BBB, assistimos pela milésima vez o final do meu filme que estava passando pela centésima vez no Telecine Touch e finalmente subimos para o quarto.
Bom dia para quem é do dia! :)
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Finde
A semana passada foi pesada e cansativa. Chegava 2015, mas não chegava sexta.
Na segunda, a Fê comentou que uma amiga dela nos convidou para passarmos alguns dias num chalé em Itu, onde ficaríamos até sexta. O bicho ainda não está pegando com os filhotes, mas também não rola abandoná-los por 4 dias úteis, pelo menos uma tem que ficar cuidando, então disse para ela ir e não perder a oportunidade de viajar e, em contrapartida ganhei quatro dias de crédito sem trabalho!
Mas rolou uma lei de Murphy bonita e foi puxado para apenas uma pessoa. u.u
Na quarta à noite, ocorreu uma Gira grande apenas para os médiuns do centro, na verdade foi uma reunião para ficarmos sabendo de algumas mudanças internas, do plano de comprarmos uma casa própria para o centro neste ano para que tenhamos mais espaço e mais condições de crescimento, etc.
Ainda estamos de férias, o trabalho com a assistência começará apenas após a festa de Iemanjá que amo demais e me arrepio com a energia mesmo não sendo filha dela.
Na sexta, para fechar a semana, acordei com uma bola na pálpebra. Tudo começou assim: na madrugada, enquanto dormia, acordei com a Duda esfregando o focinho no meu rosto, como ela sempre faz quando quer me acordar. Ainda com os olhos fechados, senti um molhadinho na pálpebra direita, não era saliva dela, mas secreção que sai dos olhos dela, algo que para um gato persa é normal. Abri os olhos, fui ao banheiro, lavei minha pálpebra, peguei um algodão, limpei os olhos dela e voltei a dormir, mas acordei com uma bela alergia. Minha conclusão: quando abri o olho para ir ao banheiro, um pouco da secreção deve ter entrado no meu olho e como não limpei internamente, me causou uma reação.
De manhã, quase não consegui abri o olho direito que estava com a pálpebra extremamente inchada e pesada. Óbvio que me apavorei. João também, mas tentou disfarçar, apenas disse que seria bom irmos ao médico. É claro que não fui, para mim, médico é apenas em caso de: "ai, acho que vou morrer". E não era o caso, fora o fato de estar enxergando, então estava tudo certo, tudo lindo. Era apenas uma reação alérgica, nada demais.
João saiu para comprar água boricada e soro fisiológico, e minha sexta-feira foi lavando o olho a cada meia hora e rezando que desinchasse até o dia seguinte. Precisei sair de casa, mas o óculos de sol conseguiu disfarçar a situação, mesmo assim, voltei o mais rápido que pude.
Tirei uma foto e publiquei para meus amigos no Face pessoal pedindo dicas e recebi das mais variadas possíveis, desde compressa com chá gelado de camomila à compressa com leite de mama. O que me fez quase ter um treco de tanto rir. O Marcos, meu amigo que sugeriu isto, garantiu que melhora em pouco tempo. Pode até melhorar, mas onde ia encontrar leite de mama do nada, gente?
Não tenho nenhuma amiga grávida no momento e jamais teria coragem de pedir leite para alguma mama alheia. Ri porque por alguns segundos imaginei a situação, abordando uma mulher na rua e pedindo gentilmente um pouco de leite para colocar no meu olho. Situação fofa, né? rs.
À noite, o olho já estava bom, apenas com um pouco de inchaço, mas já sem incômodo. E para a minha felicidade, no sábado, acordei já pronta para uma nova reação alérgica!
Finalmente sábado chegou, estava tão ansiosa, como criança em véspera de festa de aniversário.
Acordamos às 6h30 e fomos para o centro, pois às 8hs um mini-ônibus que contratamos, levaria um grupo para Atibaia, onde em uma chácara, aconteceria nossa confraternização em um churrasco para os médiuns. Muitos optaram para irem com o próprio carro, mas havia a opção do ônibus para quem não estivesse com vontade de dirigir.
Chegamos na chácara, às 10hs e pouco, e já fomos aproveitar todos os cantos, em especial a cachoeira:
Tirei poucas fotos, primeiro porque estava sem o sinal da TIM então não havia necessidade de ficar carregando o celular comigo. Depois porque na primeira visita à cachoeira, por pouco meu celular não caiu na água, daí fiquei com medo de que em algum momento ele caísse realmente e como não faz dois meses que troquei de aparelho, ainda estou apegada.
A água da cachoeira estava geladíssima, mas é claro que entrei e fiquei embaixo dela por um bom tempo, parecia que minhas mãos tinham grudado na rocha. Foi um banho bom demais, sempre fui apaixonada por cachoeiras, me dá uma paz gigante. Só não fiquei mais porque mais duas pessoas estavam me esperando sair para irem também.
Também aproveitamos a piscina gigante com tobogã e ainda rolou um show de uma dupla que tocou ao vivo músicas nacionais de vários estilos. Foi uma tarde muito gostosa, com muitas risadas, muitos comes e bebes, muita diversão!
A saída do ônibus para voltar para São Paulo estava previsto para às 17h30, mas quando era este horário, ainda tinha sol e todos estavam na piscina, ninguém estava com vontade de ir embora. Contamos com a boa vontade do motorista que entendeu que queríamos aproveitar mais um pouco, o que acabou se tornando mais um tanto, pois saímos de lá às 20hs e pouco!
Chegamos no centro, todos pegaram os carros e fomos numa padaria próxima para fazemos um lanchinho básico. Algumas pessoas queriam apenas um docinho ( como o meu caso! ), outras queriam jantar. Enfim, chegamos em casa quando eram quase 22hs.
E depois de uma tarde incrível, nada melhor do que chegar em casa, tomar banho e dormir o sonho dos deuses!
No domingo, acordamos às 10hs e pouco, fomos tomar café-da-manhã na Santa Micaela, e na volta fui praticamente direto para a piscina, onde a Fê e a nossa panelinha do prédio já estava. Passei a tarde toda, subi para casa apenas quando a fome bateu às 17hs, almoçamos em casa mesmo, dormi e à noite pedimos pizza!
Bom dia!
Na segunda, a Fê comentou que uma amiga dela nos convidou para passarmos alguns dias num chalé em Itu, onde ficaríamos até sexta. O bicho ainda não está pegando com os filhotes, mas também não rola abandoná-los por 4 dias úteis, pelo menos uma tem que ficar cuidando, então disse para ela ir e não perder a oportunidade de viajar e, em contrapartida ganhei quatro dias de crédito sem trabalho!
Mas rolou uma lei de Murphy bonita e foi puxado para apenas uma pessoa. u.u
Na quarta à noite, ocorreu uma Gira grande apenas para os médiuns do centro, na verdade foi uma reunião para ficarmos sabendo de algumas mudanças internas, do plano de comprarmos uma casa própria para o centro neste ano para que tenhamos mais espaço e mais condições de crescimento, etc.
Ainda estamos de férias, o trabalho com a assistência começará apenas após a festa de Iemanjá que amo demais e me arrepio com a energia mesmo não sendo filha dela.
Na sexta, para fechar a semana, acordei com uma bola na pálpebra. Tudo começou assim: na madrugada, enquanto dormia, acordei com a Duda esfregando o focinho no meu rosto, como ela sempre faz quando quer me acordar. Ainda com os olhos fechados, senti um molhadinho na pálpebra direita, não era saliva dela, mas secreção que sai dos olhos dela, algo que para um gato persa é normal. Abri os olhos, fui ao banheiro, lavei minha pálpebra, peguei um algodão, limpei os olhos dela e voltei a dormir, mas acordei com uma bela alergia. Minha conclusão: quando abri o olho para ir ao banheiro, um pouco da secreção deve ter entrado no meu olho e como não limpei internamente, me causou uma reação.
De manhã, quase não consegui abri o olho direito que estava com a pálpebra extremamente inchada e pesada. Óbvio que me apavorei. João também, mas tentou disfarçar, apenas disse que seria bom irmos ao médico. É claro que não fui, para mim, médico é apenas em caso de: "ai, acho que vou morrer". E não era o caso, fora o fato de estar enxergando, então estava tudo certo, tudo lindo. Era apenas uma reação alérgica, nada demais.
João saiu para comprar água boricada e soro fisiológico, e minha sexta-feira foi lavando o olho a cada meia hora e rezando que desinchasse até o dia seguinte. Precisei sair de casa, mas o óculos de sol conseguiu disfarçar a situação, mesmo assim, voltei o mais rápido que pude.
Tirei uma foto e publiquei para meus amigos no Face pessoal pedindo dicas e recebi das mais variadas possíveis, desde compressa com chá gelado de camomila à compressa com leite de mama. O que me fez quase ter um treco de tanto rir. O Marcos, meu amigo que sugeriu isto, garantiu que melhora em pouco tempo. Pode até melhorar, mas onde ia encontrar leite de mama do nada, gente?
Não tenho nenhuma amiga grávida no momento e jamais teria coragem de pedir leite para alguma mama alheia. Ri porque por alguns segundos imaginei a situação, abordando uma mulher na rua e pedindo gentilmente um pouco de leite para colocar no meu olho. Situação fofa, né? rs.
À noite, o olho já estava bom, apenas com um pouco de inchaço, mas já sem incômodo. E para a minha felicidade, no sábado, acordei já pronta para uma nova reação alérgica!
Finalmente sábado chegou, estava tão ansiosa, como criança em véspera de festa de aniversário.
Acordamos às 6h30 e fomos para o centro, pois às 8hs um mini-ônibus que contratamos, levaria um grupo para Atibaia, onde em uma chácara, aconteceria nossa confraternização em um churrasco para os médiuns. Muitos optaram para irem com o próprio carro, mas havia a opção do ônibus para quem não estivesse com vontade de dirigir.
Chegamos na chácara, às 10hs e pouco, e já fomos aproveitar todos os cantos, em especial a cachoeira:
A água da cachoeira estava geladíssima, mas é claro que entrei e fiquei embaixo dela por um bom tempo, parecia que minhas mãos tinham grudado na rocha. Foi um banho bom demais, sempre fui apaixonada por cachoeiras, me dá uma paz gigante. Só não fiquei mais porque mais duas pessoas estavam me esperando sair para irem também.
Também aproveitamos a piscina gigante com tobogã e ainda rolou um show de uma dupla que tocou ao vivo músicas nacionais de vários estilos. Foi uma tarde muito gostosa, com muitas risadas, muitos comes e bebes, muita diversão!
A saída do ônibus para voltar para São Paulo estava previsto para às 17h30, mas quando era este horário, ainda tinha sol e todos estavam na piscina, ninguém estava com vontade de ir embora. Contamos com a boa vontade do motorista que entendeu que queríamos aproveitar mais um pouco, o que acabou se tornando mais um tanto, pois saímos de lá às 20hs e pouco!
Chegamos no centro, todos pegaram os carros e fomos numa padaria próxima para fazemos um lanchinho básico. Algumas pessoas queriam apenas um docinho ( como o meu caso! ), outras queriam jantar. Enfim, chegamos em casa quando eram quase 22hs.
E depois de uma tarde incrível, nada melhor do que chegar em casa, tomar banho e dormir o sonho dos deuses!
No domingo, acordamos às 10hs e pouco, fomos tomar café-da-manhã na Santa Micaela, e na volta fui praticamente direto para a piscina, onde a Fê e a nossa panelinha do prédio já estava. Passei a tarde toda, subi para casa apenas quando a fome bateu às 17hs, almoçamos em casa mesmo, dormi e à noite pedimos pizza!
Bom dia!
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Le Pain Quotidien
Para voltar com a seção Comes & Bebes, vou dividir com vocês a boa experiência que tive no Le Pain. No último domingo, fomos tentar pela segunda vez comer o tal croissant com nutella, mas novamente não conseguimos, pois a moça que nos atendeu contou que não tem esta opção no cardápio, apenas no buffet do café-da-manhã que, aliás, há todos os dias. OMG!
Mas já que estávamos lá, resolvemos ficar. O lugar é bem aconchegante com três ambientes internos e uma área externa. No cardápio há várias opções para vegetarianos e outras para veganos.
Estava com um pouco de fome e com vontade de experimentar alguma opção vegana, mesmo não sendo uma, pois me falta força de vontade e coragem para abrir mão de tudo que tem ovo e leite. Admiro muito quem consegue, inclusive temos um casal de amigos que é e acho o máximo, mas está fora de cogitação levar uma vida extremamente saudável e natureba, já não como carne vermelha há 5 anos, estou cortando frango, e já está bom demais para mim, sabe.
E sou uma quase vegetariana ( quase porque ainda como carne branca ) sem costume de comer salada. Também admiro quem consegue encher o prato de mato.
Mesmo sem ser fã de salada, acabei pedindo uma das opções na seção de mato por dois motivos: 1. estava muito calor! 2. estava consciente que precisava desintoxicar o corpo pós-bebedeira na sexta e no sábado.
E assim, pedi o Tabule de quinoa (R$ 30 ) que acompanha muita rúcula, tomate, pesto de manjericão, grãos de bico, rabanete, molho de mostarda e duas fatias de pão orgânico.
Uma delícia! Devorei tudo com tanta vontade que não sobrou nenhum grão de bico para contar a história. O pesto de manjericão é a cereja do bolo. Não me lembro de ter comido uma salada com tanto gosto.
O atendimento foi muito bom, pois quando chegamos, havia uma mesa com mais de dez pessoas que tinham acabado de fazer o pedido, daí pensei que demoraria um século se levasse em conta a ordem de chegada, mas minha salada chegou na mesa em menos de 15 minutos. Com isso, ganhou vários pontos, pois o chef teve bom senso ao montar um prato mais simples e evitar que uma cliente, eu no caso, esperasse outros tantos pratos, provavelmente mais demorados, serem feitos.
O João não comeu nada por estar sem fome, apenas queria um docinho.
O expresso de lá é ótimo, consegui tomar sem adoçar e é forte do jeito que gosto.
De sobremesa, pedi um brownie feito com chocolate belga( R$ 9 ) e o João uma fatia de cheesecake com frutas vermelhas ( R$ 17 ).
Quanto ao brownie, apesar de ter um sabor muito bom de chocolate meio amargo, me decepcionei um pouco, pois estou tão acostumada a comer esta sobremesa de outra maneira em restaurantes: quente e com uma bola de sorvete de creme.
Quando chegou na mesa, me deparei com algo parecido com um muffin, sem estar quente e sem o sorvete. E achei a massa um pouco pesada. É gostoso sim, mas não sei se comeria novamente.
Já o cheesecake é sensacional! Experimentei e só não pedi uma fatia para mim também porque não aguentaria e seria gula demais. A calda de frutas vermelhas não é muito azeda nem doce demais, ou seja, na medida certa. A consistência é perfeita, derrete na boca. Não é feito com creem cheese, mas com queijo mascarpone, o que dá todo um diferencial. E a massa é no ponto certo também, não é dura e nem esfarela.
João que adora esta sobremesa disse que de todos cheesecakes que já experimentou, este é o melhor.
Tanto que antes de irmos embora, ele fez questão de falar com o gerente, parabenizar pelo cheesecake. Então ele perguntou ao João se gosta de pistache, e com a afirmativa, disse para voltar e experimentar a torta de pistache que, segundo ele, não existe outra igual.
Voltaremos com certeza, tanto para experimentarmos o café-da-manhã e finalmente comermos o croissant, como para que eu coma novamente a mesma salada e uma fatia do cheesecake e daí o João experimentará a torta de pistache pra ver se é tão boa mesmo.
Ah, e não é uma filial francesa como sugeri no outro post, é belga.
-----
Le Pain Quotidien
Rua Pais de Araújo, 178 - Itaim Bibi - São Paulo ( há outros endereços, mas fomos neste )
Mas já que estávamos lá, resolvemos ficar. O lugar é bem aconchegante com três ambientes internos e uma área externa. No cardápio há várias opções para vegetarianos e outras para veganos.
Estava com um pouco de fome e com vontade de experimentar alguma opção vegana, mesmo não sendo uma, pois me falta força de vontade e coragem para abrir mão de tudo que tem ovo e leite. Admiro muito quem consegue, inclusive temos um casal de amigos que é e acho o máximo, mas está fora de cogitação levar uma vida extremamente saudável e natureba, já não como carne vermelha há 5 anos, estou cortando frango, e já está bom demais para mim, sabe.
E sou uma quase vegetariana ( quase porque ainda como carne branca ) sem costume de comer salada. Também admiro quem consegue encher o prato de mato.
Mesmo sem ser fã de salada, acabei pedindo uma das opções na seção de mato por dois motivos: 1. estava muito calor! 2. estava consciente que precisava desintoxicar o corpo pós-bebedeira na sexta e no sábado.
E assim, pedi o Tabule de quinoa (R$ 30 ) que acompanha muita rúcula, tomate, pesto de manjericão, grãos de bico, rabanete, molho de mostarda e duas fatias de pão orgânico.
Uma delícia! Devorei tudo com tanta vontade que não sobrou nenhum grão de bico para contar a história. O pesto de manjericão é a cereja do bolo. Não me lembro de ter comido uma salada com tanto gosto.
O atendimento foi muito bom, pois quando chegamos, havia uma mesa com mais de dez pessoas que tinham acabado de fazer o pedido, daí pensei que demoraria um século se levasse em conta a ordem de chegada, mas minha salada chegou na mesa em menos de 15 minutos. Com isso, ganhou vários pontos, pois o chef teve bom senso ao montar um prato mais simples e evitar que uma cliente, eu no caso, esperasse outros tantos pratos, provavelmente mais demorados, serem feitos.
O João não comeu nada por estar sem fome, apenas queria um docinho.
O expresso de lá é ótimo, consegui tomar sem adoçar e é forte do jeito que gosto.
De sobremesa, pedi um brownie feito com chocolate belga( R$ 9 ) e o João uma fatia de cheesecake com frutas vermelhas ( R$ 17 ).
Quanto ao brownie, apesar de ter um sabor muito bom de chocolate meio amargo, me decepcionei um pouco, pois estou tão acostumada a comer esta sobremesa de outra maneira em restaurantes: quente e com uma bola de sorvete de creme.
Quando chegou na mesa, me deparei com algo parecido com um muffin, sem estar quente e sem o sorvete. E achei a massa um pouco pesada. É gostoso sim, mas não sei se comeria novamente.
Já o cheesecake é sensacional! Experimentei e só não pedi uma fatia para mim também porque não aguentaria e seria gula demais. A calda de frutas vermelhas não é muito azeda nem doce demais, ou seja, na medida certa. A consistência é perfeita, derrete na boca. Não é feito com creem cheese, mas com queijo mascarpone, o que dá todo um diferencial. E a massa é no ponto certo também, não é dura e nem esfarela.
João que adora esta sobremesa disse que de todos cheesecakes que já experimentou, este é o melhor.
Tanto que antes de irmos embora, ele fez questão de falar com o gerente, parabenizar pelo cheesecake. Então ele perguntou ao João se gosta de pistache, e com a afirmativa, disse para voltar e experimentar a torta de pistache que, segundo ele, não existe outra igual.
Voltaremos com certeza, tanto para experimentarmos o café-da-manhã e finalmente comermos o croissant, como para que eu coma novamente a mesma salada e uma fatia do cheesecake e daí o João experimentará a torta de pistache pra ver se é tão boa mesmo.
Ah, e não é uma filial francesa como sugeri no outro post, é belga.
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Le Pain Quotidien
Rua Pais de Araújo, 178 - Itaim Bibi - São Paulo ( há outros endereços, mas fomos neste )
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Finde
Sexta-feira, quase uma hora da manhã, uma ligação foi capaz de mudar todos os planos para o final de semana. Eu estava morta na farofa, deitada no sofá com um gata esparramada nos meus pés e outra na minha barriga enquanto colocava a leitura em dia. Enquanto isso, sentado na poltrona, João jogava Resident Evil 4.
Até que o celular dele tocou, era um amigo chamando a gente pra balada com uma turma. E não é que me animei? Acho que nunca me arrumei tão rápido em toda minha vida. Em menos de 30 minutos, tomei banho ( já pensando qual roupa colocaria para ganhar tempo ), me vesti e fiz a maquiagem. E lá fomos nós nos encontrarmos com o povo.
Fomos numa balada GLS para um povo gay mais velho, na faixa dos 40, chamada Bailão.
O lugar é um pouco trash, as músicas são a maioria do tipo que dá vontade de sentar no meio da pista e chorar. Estava louca para ouvir ´Beijinho no Ombro´ da Valesca, mas lá não toca funk.
Mas enfim, nada disso desanimou, fazia tempo que não me jogava e dançava no meio da pista, bem longe do camarote, no meio do povo mesmo. Fizemos uma roda e dançamos até o DJ anunciar que tocaria a música saideira, às 6hs e tanto da manhã. Não me lembrava de como é bom tudo isso, a liberdade e a energia de estar no meio da pista, até mesmo o fato de levar cotovelada em balada faz falta! Juro.
Bebi como se não houvesse final de semana, mas houve e com muita ressaca. Estava indo tudo bem, eu com minha amada vodka, até que um dos nossos amigos sumiu e voltou para a pista com uma garrafa de Chandon (agregamos valor na pista?). Depois de duas taças que tomei, aconteceu o que não posso fazer de jeito nenhum: misturar bebida. Meu fígado é dos bons, mas se eu misturar, aquele abraço.
Lembram na Fazenda? Toda festa eu ficava bêbada por conta da mistura, lá era impossível não fazer mistureba etílica.
Quando saímos da balada, a primeira providência foi arrancar as sandálias dos pés. Estávamos todos famintos e combinamos de alimentar as lombrigas no Chico Hambúrguer, mas quando chegamos lá, demos de cara com a porta fechada. Já eram 7hs e pouco, mas achamos que eles aproveitavam este público que dança a música saideira na balada. rs
Acabamos indo para a opção mais próxima e que tínhamos certeza ser 24hs: Mc Donalds da Av. Bandeirantes.
Ainda bem que o Mc estava vazio ou que todas as meninas, como eu, no caso, estavam descalças.
Estava bêbada consciente, então apesar da fome, pedi o pão no chapa. O único lanche que como lá é o Mc Chicken, mas minha pouca consciência me lembrou que não cairia bem este lanche no café-da-manhã, nem as batatinhas oleosas. Não me lembro exatamente do sabor do pão na chapa, mas João me disse que elogiei várias vezes e que devorei em um piscar de olhos.
Para a minha sorte, não passei mal, quero dizer, não desopilei o fígado. O mundo estava girando ao redor, a memória estava fraca, mas quando coloquei a cabeça no travesseiro, dormi que foi uma beleza.
Acordei assustada quando era quase meio-dia com o interfone tocando loucamente. Era a Fê perguntando se eu já estava pronta para irmos ao salão, pois tínhamos marcado manicure. Ela ainda não sabia que eu tinha ido para a balada, então expliquei mais dormindo que acordada e pedi para que esperasse um pouco. Pensei em desistir e desmarcar meu horário para continuar dormindo, mas olhei para as unhas, a última vez que tinha cuidado delas foi no dia 30 e achei por bem ir.
Minha cabeça estava explodindo de dor, tomei um remedinho, desci o elevador tomando uma garrafinha de água de coco, algo que sempre tenho em casa não apenas para curar dias de ressaca. E me senti como se não me hidratasse há dias, anos, uma vida. A boca continuou seca.
No meio do caminho, a Fê me fez comprar uma lata de Coca-Cola normal porque "vai te curar!", tomei e nada. Já perto do salão, comprei uma garrafinha de água numa banca de revistas, virei em poucos goles.
E daí prometi que não beberia nunca mais nesta encarnação! Promessa esta que durou até o meio da tarde.
Minha sogra que estava desde o Reveillon na praia, chegou no sábado cedo, então João combinou com ela que almoçaríamos juntos. Eu estava com mais sede que fome, mas meu corpinho estava pre-ci-san-do de arroz com feijão. Depois do almoço, João foi levá-la para a casa dela, e daí fiquei com a Fê e o marido dela. Não queria vir para casa para não dormir, mas acabei não resistindo. Eram quase 18hs e não estava aguentando mais meus olhos abertos e vim dormir. Acordei quando eram quase 23hs, mas pelo menos estava bem melhor. Fiz um lanchinho e ainda com sono, voltei a dormir. Pensei que depois de tantas horas dormindo, conseguiria acordar cedo, mas que nada.
No domingo, só por Deus que saí da cama. Não consegui acordar cedo de jeito nenhum, não consegui ir recepcionar meu cunhado que ficou um mês em Londres com os filhos e chegou na parte da manhã, perdi o almoço na casa da sogra, perdi um churrasco que iria pós-casa da sogra. Mas só consegui levantar para valer, quando já eram 15h30. O churrasco ainda estaria rolando, mas a preguiça estava tanta, que preferi me recuperar para começar a semana bem.
Às 18hs e pouco, João voltou da casa da mãe e sugeriu de irmos ao cinema, mas o convenci de irmos durante a semana, pois cinema lotado com um monte de barulho de saquinho de pipoca, não é comigo. Mas como ele queria fazer algo que não fosse em casa, então sugeri de irmos conhecer o outro Le Pain, que nosso casal de amigos sugeriu e que fomos no último domingo no ~ errado ~.
Assim que paramos o carro, a chuva nos pegou em cheio e como tínhamos estacionado o carro a dois quarteirões da cafeteria, então ficamos ensopados. Chego no Mc Donalds às 7hs e pouco descalça, no dia seguinte chego na cafeteria parecendo um pinto ( sem malícia, peloamor ) molhado. quer dizer,
Enfim, meu final de semana foi bem diferente do que tinha planejado, mas foi bom na medida do possível.
Até que o celular dele tocou, era um amigo chamando a gente pra balada com uma turma. E não é que me animei? Acho que nunca me arrumei tão rápido em toda minha vida. Em menos de 30 minutos, tomei banho ( já pensando qual roupa colocaria para ganhar tempo ), me vesti e fiz a maquiagem. E lá fomos nós nos encontrarmos com o povo.
Fomos numa balada GLS para um povo gay mais velho, na faixa dos 40, chamada Bailão.
O lugar é um pouco trash, as músicas são a maioria do tipo que dá vontade de sentar no meio da pista e chorar. Estava louca para ouvir ´Beijinho no Ombro´ da Valesca, mas lá não toca funk.
Mas enfim, nada disso desanimou, fazia tempo que não me jogava e dançava no meio da pista, bem longe do camarote, no meio do povo mesmo. Fizemos uma roda e dançamos até o DJ anunciar que tocaria a música saideira, às 6hs e tanto da manhã. Não me lembrava de como é bom tudo isso, a liberdade e a energia de estar no meio da pista, até mesmo o fato de levar cotovelada em balada faz falta! Juro.
Bebi como se não houvesse final de semana, mas houve e com muita ressaca. Estava indo tudo bem, eu com minha amada vodka, até que um dos nossos amigos sumiu e voltou para a pista com uma garrafa de Chandon (agregamos valor na pista?). Depois de duas taças que tomei, aconteceu o que não posso fazer de jeito nenhum: misturar bebida. Meu fígado é dos bons, mas se eu misturar, aquele abraço.
Lembram na Fazenda? Toda festa eu ficava bêbada por conta da mistura, lá era impossível não fazer mistureba etílica.
Quando saímos da balada, a primeira providência foi arrancar as sandálias dos pés. Estávamos todos famintos e combinamos de alimentar as lombrigas no Chico Hambúrguer, mas quando chegamos lá, demos de cara com a porta fechada. Já eram 7hs e pouco, mas achamos que eles aproveitavam este público que dança a música saideira na balada. rs
Acabamos indo para a opção mais próxima e que tínhamos certeza ser 24hs: Mc Donalds da Av. Bandeirantes.
Ainda bem que o Mc estava vazio ou que todas as meninas, como eu, no caso, estavam descalças.
Estava bêbada consciente, então apesar da fome, pedi o pão no chapa. O único lanche que como lá é o Mc Chicken, mas minha pouca consciência me lembrou que não cairia bem este lanche no café-da-manhã, nem as batatinhas oleosas. Não me lembro exatamente do sabor do pão na chapa, mas João me disse que elogiei várias vezes e que devorei em um piscar de olhos.
Para a minha sorte, não passei mal, quero dizer, não desopilei o fígado. O mundo estava girando ao redor, a memória estava fraca, mas quando coloquei a cabeça no travesseiro, dormi que foi uma beleza.
Acordei assustada quando era quase meio-dia com o interfone tocando loucamente. Era a Fê perguntando se eu já estava pronta para irmos ao salão, pois tínhamos marcado manicure. Ela ainda não sabia que eu tinha ido para a balada, então expliquei mais dormindo que acordada e pedi para que esperasse um pouco. Pensei em desistir e desmarcar meu horário para continuar dormindo, mas olhei para as unhas, a última vez que tinha cuidado delas foi no dia 30 e achei por bem ir.
Minha cabeça estava explodindo de dor, tomei um remedinho, desci o elevador tomando uma garrafinha de água de coco, algo que sempre tenho em casa não apenas para curar dias de ressaca. E me senti como se não me hidratasse há dias, anos, uma vida. A boca continuou seca.
No meio do caminho, a Fê me fez comprar uma lata de Coca-Cola normal porque "vai te curar!", tomei e nada. Já perto do salão, comprei uma garrafinha de água numa banca de revistas, virei em poucos goles.
E daí prometi que não beberia nunca mais nesta encarnação! Promessa esta que durou até o meio da tarde.
Minha sogra que estava desde o Reveillon na praia, chegou no sábado cedo, então João combinou com ela que almoçaríamos juntos. Eu estava com mais sede que fome, mas meu corpinho estava pre-ci-san-do de arroz com feijão. Depois do almoço, João foi levá-la para a casa dela, e daí fiquei com a Fê e o marido dela. Não queria vir para casa para não dormir, mas acabei não resistindo. Eram quase 18hs e não estava aguentando mais meus olhos abertos e vim dormir. Acordei quando eram quase 23hs, mas pelo menos estava bem melhor. Fiz um lanchinho e ainda com sono, voltei a dormir. Pensei que depois de tantas horas dormindo, conseguiria acordar cedo, mas que nada.
No domingo, só por Deus que saí da cama. Não consegui acordar cedo de jeito nenhum, não consegui ir recepcionar meu cunhado que ficou um mês em Londres com os filhos e chegou na parte da manhã, perdi o almoço na casa da sogra, perdi um churrasco que iria pós-casa da sogra. Mas só consegui levantar para valer, quando já eram 15h30. O churrasco ainda estaria rolando, mas a preguiça estava tanta, que preferi me recuperar para começar a semana bem.
Às 18hs e pouco, João voltou da casa da mãe e sugeriu de irmos ao cinema, mas o convenci de irmos durante a semana, pois cinema lotado com um monte de barulho de saquinho de pipoca, não é comigo. Mas como ele queria fazer algo que não fosse em casa, então sugeri de irmos conhecer o outro Le Pain, que nosso casal de amigos sugeriu e que fomos no último domingo no ~ errado ~.
Assim que paramos o carro, a chuva nos pegou em cheio e como tínhamos estacionado o carro a dois quarteirões da cafeteria, então ficamos ensopados. Chego no Mc Donalds às 7hs e pouco descalça, no dia seguinte chego na cafeteria parecendo um pinto ( sem malícia, peloamor ) molhado. quer dizer,
Enfim, meu final de semana foi bem diferente do que tinha planejado, mas foi bom na medida do possível.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Resumo dos últimos dias
E o recesso logo acabou. Os poucos dias de descanso se resumiram em: piscina e gordices.
Na última sexta, foi quando mais aproveitamos e exibimos asbanha loucamente para quem quisesse ver, mas só Deus pôde nos julgar. Não eram 9hs e lá estávamos nós, e mesmo sendo o segundo dia ~útil~ do ano, a piscina estava cheia de moradores. Quando a Sil chegou, nossa amiga que não mora no prédio, trouxe sacolinhas de supermercado cheias de gulodices e bebidas para farofarmos e jacarmos acabando com qualquer intenção de: neste ano vamos tomar vergonha na cara, malharemos e conquistaremos aquele corpinho sarado e esbelto.
Pisar na jaca é mais gostoso que pisar em uma academia, não é?
E assim, passamos mais um dia inteiro na piscina, como se não houvesse outro dia assim tão cedo. E realmente não houve desde então. Na segunda, já iniciamos mais um ano de trabalho, muito trabalho. Que assim seja, amém.
No sábado, eu e o João fomos passear na Liberdade, pois fazia tempo que queria fazer algumas comprinhas ali, mas na época de Natal e final de ano, está fora de cogitação porque tenho fobia de formigueiro humano. Não posso afirmar que no sábado estava tranquilo o movimento, mas estava suportável. Quando voltamos, deixamos as coisas em casa e fomos para o boteco onde um grupo de amigos já nos esperava para almoçarmos. No final da tarde, eu, Fê e mais duas amigas fomos tomar sorvete no Fredíssimo, a poucos quarteirões de onde estávamos. Preciso incluir mais um ítem do que farei nesta vida: mudar e experimentar novos sabores de sorvete. Sempre vou com a intenção de variar e experimentar algo diferente, mas sempre peço o mesmo. Independente da sorveteria que vá, já tenho meus queridinhos. No caso do Fredíssimo, só peço o bem-casado.
No domingo, fomos tomar o brunch na padaria Dona Deôla, jacando mais um pouco. Ah, mas é café-da-manhã AND almoço, assim tudo ao mesmo tempo, então está liberado! Desculpa bem da esfarrapada, mas quem se importa? Comi até sair pãozinho doce de nozes pelos ouvidos. Óbvio que isto não aconteceu, mas houve tal sensação. Para fechar, tomamos expresso que estava mais para chá do que café, o que nos decepcionou. Daí no caminho, passamos na frente do Le Pain, uma cafeteria muito da boa. "Vamos tomar um expresso de verdade?". Bora. Paramos o carro e fomos. Ainda havia espaço no estômago para uma dose de cafeína.
Lembramos que um casal de amigos, o Ronaldo e a Ana, na festa do meu aniversário passado, comentou que pre-ci-sá-va-mos conhecer um tal de Le Pain onde há um croissant com nutella dos deuses. Eles são nossos parceiros de gordices por São Paulo. Comentaram que fica no Itaim ( ou região, não me lembro agora exatamente o bairro), daí quando vimos, paramos, achando que era alguma filial. Não que fôssemos comer o tal croissant depois de um brunch. Ok, íamos. O que é uma banha a mais neste corpinho de meu Deus?
Pedimos os expressos e como quem não quer nada, perguntamos ao mocinho que nos atendeu sobre o famoso croissant. Após alguns segundos de silêncio, ele nos disse que está havendo uma confusão, pois há duas cafeterias chamadas Le Pain, mas de donos diferentes e uma não tem nada a ver com a outra. Só que uma é filial que veio do exterior, considerando o nome, bem provável que seja da França. E esta que fomos é daqui do Brasil mesmo, só que quando a outra chegou, já tinha esta aqui. E daí está esta confusão com duas cafeterias com o mesmo nome.
Quando chegamos em casa, não pensei duas vezes, troquei de roupa e me joguei no sofá, de onde saí horas depois porque apaguei. E foi num domingo cheio de preguiça que me despedi do curto período de férias.
Na segunda, voltamos à labuta. Não com tanta intensidade, pois janeiro é um mês um tanto quanto morto para vendas, mas qualquer trocadinho é muito bem-vindo, sim senhor. Tiramos o aviso de recesso do site, divulgamos uma mensagem fofa de feliz 2014 nas redes sociais e fomos tomar café para conversamos sobre como queremos este ano seja na vida dos filhotes.
À noite, eu e o João fomos ao centro porque se para os católicos foi dia de reis, para nós também foi e tivemos uma Gira do Oriente. Havia mais pessoas da assistência do que médiuns, mas nossa homenagem foi linda.
Na terça, recebemos o primeiro pedido do ano, graças a uma cliente fiel. >3
À tarde, meu empresário ligou para dizer que fechou duas baladinhas no meio de fevereiro, uma em Joinville e a outra em Belém do Pará. Duas cidades que já conheço, mas que será um prazer voltar!
À noite, fui com o João na comemoração do aniversário de uma amiga no Quintal do Espeto, em Moema. Assistimos o show de stand up do grupo Pay Per Riu e o Vilela foi um dos comediantes convidados. Ele foi um dos que acabou comigo no Fritada, sabe. Quando ele nos viu, foi falar comigo e com o João, nós já nos conhecíamos por conta dos churrascos na casa do Gus, antes de ser fritada, inclusive.
Daí quando o stand up acabou, todos os comediantes que se apresentaram estavam no palco se despedindo e o Vilela resolveu agradecer a minha presença com toda a indiscrição possível. E eu estava com um brigadeiro inteiro na boca bem neste momento ( sim, há espeto com brigadeiros! ). Levantei a mão fazendo um gesto de retribuição e me dei conta que o bar parou para me olhar, daí virei para a Ana e disse: "Posso me esconder agora embaixo da mesa ou melhor esperar um pouco?".
Contando assim, não tem graça, mas na hora choramos de rir.
E a noite foi uma delícia com várias risadas, vários espetinhos e a Jana ainda ganhou uma garrafa de vodka do bar, pois a partir de 20 convidados presentes, a aniversariante ganha, mas apenas eu e mais outro convidado que bebemos, não a garrafa toda, lógico, porque me controlei absurdamente e tenho amor ao meu fígado.
Fomos embora quase 1h quando o bar já estava fechando.
Ontem fomos na casa de uma cliente que conhecemos em um dos eventos em salão no final do ano, mas na ocasião ela estava com a mãe, daí apenas olhou os produtos discretamente e pegou nosso contato, ligou para a gente na semana passada e marcamos para nos encontrarmos.
Quando a mulher está em grupo, mesmo que seja apenas entre amigas, acontece de deixar de comprar algo por vergonha. Já aconteceu o fato de sairmos de um evento fechado desse tipo e uma das meninas que estava presente, nos ligar e pedir para reservarmos um vibrador que tinha acabado de ver, mas que por vergonha da reação das amigas, não comprou na frente delas. Enviamos o vibrador por correio no dia seguinte do evento.
Essa cliente que fomos ontem, ficou louca com nossos produtos, comprou vários deles, mas nos disse que jamais compraria na frente da mãe.
É bem gratificante vender produtos eróticos, não apenas porque sei que de uma maneira indireta estou colaborando com muitas vidas sexuais, mas o que mais gosto mesmo é da cumplicidade que há entre eu e as clientes. Me sinto como uma amiga mesmo, uma cúmplice, pois elas se sentem à vontade ao me contar tudo, onde estão os bloqueios, o que buscam. Fico sabendo até mesmo de detalhes não tão necessários assim, mas que acaba sendo divertido ouvir.
E mais uma vez na vida, me sinto novamente psicóloga, mesmo sem um diploma e sem o conhecimento teórico.
Essa é minha vida, esse é meu clube. rs
Na última sexta, foi quando mais aproveitamos e exibimos asbanha loucamente para quem quisesse ver, mas só Deus pôde nos julgar. Não eram 9hs e lá estávamos nós, e mesmo sendo o segundo dia ~útil~ do ano, a piscina estava cheia de moradores. Quando a Sil chegou, nossa amiga que não mora no prédio, trouxe sacolinhas de supermercado cheias de gulodices e bebidas para farofarmos e jacarmos acabando com qualquer intenção de: neste ano vamos tomar vergonha na cara, malharemos e conquistaremos aquele corpinho sarado e esbelto.
Pisar na jaca é mais gostoso que pisar em uma academia, não é?
E assim, passamos mais um dia inteiro na piscina, como se não houvesse outro dia assim tão cedo. E realmente não houve desde então. Na segunda, já iniciamos mais um ano de trabalho, muito trabalho. Que assim seja, amém.
No sábado, eu e o João fomos passear na Liberdade, pois fazia tempo que queria fazer algumas comprinhas ali, mas na época de Natal e final de ano, está fora de cogitação porque tenho fobia de formigueiro humano. Não posso afirmar que no sábado estava tranquilo o movimento, mas estava suportável. Quando voltamos, deixamos as coisas em casa e fomos para o boteco onde um grupo de amigos já nos esperava para almoçarmos. No final da tarde, eu, Fê e mais duas amigas fomos tomar sorvete no Fredíssimo, a poucos quarteirões de onde estávamos. Preciso incluir mais um ítem do que farei nesta vida: mudar e experimentar novos sabores de sorvete. Sempre vou com a intenção de variar e experimentar algo diferente, mas sempre peço o mesmo. Independente da sorveteria que vá, já tenho meus queridinhos. No caso do Fredíssimo, só peço o bem-casado.
No domingo, fomos tomar o brunch na padaria Dona Deôla, jacando mais um pouco. Ah, mas é café-da-manhã AND almoço, assim tudo ao mesmo tempo, então está liberado! Desculpa bem da esfarrapada, mas quem se importa? Comi até sair pãozinho doce de nozes pelos ouvidos. Óbvio que isto não aconteceu, mas houve tal sensação. Para fechar, tomamos expresso que estava mais para chá do que café, o que nos decepcionou. Daí no caminho, passamos na frente do Le Pain, uma cafeteria muito da boa. "Vamos tomar um expresso de verdade?". Bora. Paramos o carro e fomos. Ainda havia espaço no estômago para uma dose de cafeína.
Lembramos que um casal de amigos, o Ronaldo e a Ana, na festa do meu aniversário passado, comentou que pre-ci-sá-va-mos conhecer um tal de Le Pain onde há um croissant com nutella dos deuses. Eles são nossos parceiros de gordices por São Paulo. Comentaram que fica no Itaim ( ou região, não me lembro agora exatamente o bairro), daí quando vimos, paramos, achando que era alguma filial. Não que fôssemos comer o tal croissant depois de um brunch. Ok, íamos. O que é uma banha a mais neste corpinho de meu Deus?
Pedimos os expressos e como quem não quer nada, perguntamos ao mocinho que nos atendeu sobre o famoso croissant. Após alguns segundos de silêncio, ele nos disse que está havendo uma confusão, pois há duas cafeterias chamadas Le Pain, mas de donos diferentes e uma não tem nada a ver com a outra. Só que uma é filial que veio do exterior, considerando o nome, bem provável que seja da França. E esta que fomos é daqui do Brasil mesmo, só que quando a outra chegou, já tinha esta aqui. E daí está esta confusão com duas cafeterias com o mesmo nome.
Quando chegamos em casa, não pensei duas vezes, troquei de roupa e me joguei no sofá, de onde saí horas depois porque apaguei. E foi num domingo cheio de preguiça que me despedi do curto período de férias.
Na segunda, voltamos à labuta. Não com tanta intensidade, pois janeiro é um mês um tanto quanto morto para vendas, mas qualquer trocadinho é muito bem-vindo, sim senhor. Tiramos o aviso de recesso do site, divulgamos uma mensagem fofa de feliz 2014 nas redes sociais e fomos tomar café para conversamos sobre como queremos este ano seja na vida dos filhotes.
À noite, eu e o João fomos ao centro porque se para os católicos foi dia de reis, para nós também foi e tivemos uma Gira do Oriente. Havia mais pessoas da assistência do que médiuns, mas nossa homenagem foi linda.
Na terça, recebemos o primeiro pedido do ano, graças a uma cliente fiel. >3
À tarde, meu empresário ligou para dizer que fechou duas baladinhas no meio de fevereiro, uma em Joinville e a outra em Belém do Pará. Duas cidades que já conheço, mas que será um prazer voltar!
À noite, fui com o João na comemoração do aniversário de uma amiga no Quintal do Espeto, em Moema. Assistimos o show de stand up do grupo Pay Per Riu e o Vilela foi um dos comediantes convidados. Ele foi um dos que acabou comigo no Fritada, sabe. Quando ele nos viu, foi falar comigo e com o João, nós já nos conhecíamos por conta dos churrascos na casa do Gus, antes de ser fritada, inclusive.
Daí quando o stand up acabou, todos os comediantes que se apresentaram estavam no palco se despedindo e o Vilela resolveu agradecer a minha presença com toda a indiscrição possível. E eu estava com um brigadeiro inteiro na boca bem neste momento ( sim, há espeto com brigadeiros! ). Levantei a mão fazendo um gesto de retribuição e me dei conta que o bar parou para me olhar, daí virei para a Ana e disse: "Posso me esconder agora embaixo da mesa ou melhor esperar um pouco?".
Contando assim, não tem graça, mas na hora choramos de rir.
E a noite foi uma delícia com várias risadas, vários espetinhos e a Jana ainda ganhou uma garrafa de vodka do bar, pois a partir de 20 convidados presentes, a aniversariante ganha, mas apenas eu e mais outro convidado que bebemos, não a garrafa toda, lógico, porque me controlei absurdamente e tenho amor ao meu fígado.
Fomos embora quase 1h quando o bar já estava fechando.
Ontem fomos na casa de uma cliente que conhecemos em um dos eventos em salão no final do ano, mas na ocasião ela estava com a mãe, daí apenas olhou os produtos discretamente e pegou nosso contato, ligou para a gente na semana passada e marcamos para nos encontrarmos.
Quando a mulher está em grupo, mesmo que seja apenas entre amigas, acontece de deixar de comprar algo por vergonha. Já aconteceu o fato de sairmos de um evento fechado desse tipo e uma das meninas que estava presente, nos ligar e pedir para reservarmos um vibrador que tinha acabado de ver, mas que por vergonha da reação das amigas, não comprou na frente delas. Enviamos o vibrador por correio no dia seguinte do evento.
Essa cliente que fomos ontem, ficou louca com nossos produtos, comprou vários deles, mas nos disse que jamais compraria na frente da mãe.
É bem gratificante vender produtos eróticos, não apenas porque sei que de uma maneira indireta estou colaborando com muitas vidas sexuais, mas o que mais gosto mesmo é da cumplicidade que há entre eu e as clientes. Me sinto como uma amiga mesmo, uma cúmplice, pois elas se sentem à vontade ao me contar tudo, onde estão os bloqueios, o que buscam. Fico sabendo até mesmo de detalhes não tão necessários assim, mas que acaba sendo divertido ouvir.
E mais uma vez na vida, me sinto novamente psicóloga, mesmo sem um diploma e sem o conhecimento teórico.
Essa é minha vida, esse é meu clube. rs
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Adeus, 2013 + Réveillon
2013 foi um ano leve, intenso e libertador. Foi o ano que resolvi sair pra valer da zona de conforto e comecei a encarar novos desafios. Deixei propositalmente a criatura de escanteio, quieta, mas aparecendo de vez em quando estrategicamente para ser lembrada. Foram poucas, mas boas aparições na TV:
1. Tabu ( NetGeo )
2. Superpop ( Rede Tv!)
3. Altas Horas ( Globo )
4. Máquina ( Gazeta )
5. Fritada ( Multishow )
Mas o momento mais especial com certeza foi a exibição do filme na Globo, no Super Cine, em 13 de julho. Ah, que felicidade! Indescritível o que senti naquela noite. Frutinho do bom.
Se há uma palavra que define meu 2013, essa palavra é produtividade. Um ano no qual ideias, projetos, sonhos e realizações fizeram parte do meu dia-a-dia.
Realizei dois módulos do curso de produção musical. Tive vontade de aprender hipnose, fui lá e fiz o curso que durou quase 3 meses. Também realizei a introdução ao xamanismo em junho e farei a iniciação neste ano. Me dediquei intensamente ao desenvolvimento espiritual, já comecei a incorporar e entender a energia dos meus guias lindos, até o final deste ano quero estar pronta para trabalhar com eles em consultas à assistência.
2012 foi um ano de luto e perdas, já 2013 foi um ano de luta e ganhos.
A vida profissional também foi sensacional, mas o sucesso não é apenas mérito meu, pois a Fê tem uma ponta de culpa enorme por termos batido nossas metas mensais. Finalmente, depois de várias tentativas frustrantes, consegui uma parceira que posso confiar de olhos fechados. Neste ano, continuaremos firmes e fortes com nosso primeiro filhote, com novas ideias, novas metas. E paralelamente, com o segundo, vendendo os produtos eróticos, realizando eventos, nos divertindo com este trabalho-hobby. A batalha continuará para novas conquistas.
Sei que não estive muito presente aqui no ano passado, mas agradeço a compreensão. Aproveito para agradecer o carinho e os bons desejos que fizeram a mim, aos e-mails com mensagens carinhosas que recebi. Sou grata aos que torcem por mim, aos que me desejam que eu faça uma boa caminhada em minha trajetória, onde quer que eu esteja. Agradeço e compartilho toda a felicidade que estou sentindo hoje, pois tenho certeza que essa é a melhor maneira de comemorar.
Que em 2014 vocês tenham MUITOS e bons motivos para comemorar e muito brilho no olhar! Que seja um ano PHODA - no melhor sentido que esta palavra possa significar. Que façam boas colheitas e consigam realizar tudo o que mais desejam!! ;)
É um ano 7, ou seja, de justiça! Gosto assim.
***
Nosso Réveillon foi uma delícia! Juntamos um grupo de amigos e fizemos uma festa na casa de um dos casais. Antes de irmos para lá, eu e a Fê, que não fomos para a mesma festa, brindamos nosso ano e fizemos nossos votos para o novo em um esquenta pré-Reveillon aqui em casa.
Eu e o João chegamos na festa às 22hs e pouco, cada casal ficou responsável por levar um prato salgado, um doce e bebidas. João que adora cozinhar, se empolgou e levou quatro opções salgadas: costelinhas com molho barbecue, lombinho, farofa que adoro e maionese de batata. E lá tinha de tudo um pouco, para todos os gostos. Ficamos na área externa da casa, onde tem piscina aproveitando a noite maravilhosa. À meia-noite, estouramos as champanhes, brindamos e fizemos nossa ceia.
Comemos lentilha e descobri que não pode comê-las com os pés no chão. Vivendo e aprendendo...
Depois foi o momento mais esperado por mim: da sobremesa.
Uma amiga comentou que a maioria das pessoas passa o ano falando mal da nossa religião e na virada do ano tá ali, pulando as sete ondinhas, fazendo pedidos para Iemanjá. rs
Ficamos curtindo nossa primeira madrugada do ano, com muitos comes e bebes, fartura mesmo, muita energia boa, cercados por gente do bem. O dia amanheceu, ficamos mais um pouco e resolvemos vir para casa, mas combinamos que voltaríamos para almoçar porque sobrou muita comida e bebida.
Chegamos em casa quando eram quase 8hs, colocamos despertador para às 13hs, acordamos, nos arrumamos e fomos para o almoço continuação do Réveillon. Ficamos bebendo na beira da piscina, continuando com o papo e iniciamos a função do almoço quando começou a chover, no final da tarde, já eram quase 17hs. Fomos embora às 21hs e pouco.
Queria ter assistido o filme Até que a sorte nos separe, pois mais de uma pessoa disse que é muito bom. Mas quem disse que aguentei ficar acordada? Assisti um pedaço da novela e olhe lá.
Apaguei no sofá, e não era meia-noite, já estava na cama. A ressaca bateu daqueeele jeito e hoje acordei a sentindo profundamente, mas tudo bem, tudo bem.
Até.
1. Tabu ( NetGeo )
2. Superpop ( Rede Tv!)
3. Altas Horas ( Globo )
4. Máquina ( Gazeta )
5. Fritada ( Multishow )
Mas o momento mais especial com certeza foi a exibição do filme na Globo, no Super Cine, em 13 de julho. Ah, que felicidade! Indescritível o que senti naquela noite. Frutinho do bom.
Se há uma palavra que define meu 2013, essa palavra é produtividade. Um ano no qual ideias, projetos, sonhos e realizações fizeram parte do meu dia-a-dia.
Realizei dois módulos do curso de produção musical. Tive vontade de aprender hipnose, fui lá e fiz o curso que durou quase 3 meses. Também realizei a introdução ao xamanismo em junho e farei a iniciação neste ano. Me dediquei intensamente ao desenvolvimento espiritual, já comecei a incorporar e entender a energia dos meus guias lindos, até o final deste ano quero estar pronta para trabalhar com eles em consultas à assistência.
2012 foi um ano de luto e perdas, já 2013 foi um ano de luta e ganhos.
A vida profissional também foi sensacional, mas o sucesso não é apenas mérito meu, pois a Fê tem uma ponta de culpa enorme por termos batido nossas metas mensais. Finalmente, depois de várias tentativas frustrantes, consegui uma parceira que posso confiar de olhos fechados. Neste ano, continuaremos firmes e fortes com nosso primeiro filhote, com novas ideias, novas metas. E paralelamente, com o segundo, vendendo os produtos eróticos, realizando eventos, nos divertindo com este trabalho-hobby. A batalha continuará para novas conquistas.
Sei que não estive muito presente aqui no ano passado, mas agradeço a compreensão. Aproveito para agradecer o carinho e os bons desejos que fizeram a mim, aos e-mails com mensagens carinhosas que recebi. Sou grata aos que torcem por mim, aos que me desejam que eu faça uma boa caminhada em minha trajetória, onde quer que eu esteja. Agradeço e compartilho toda a felicidade que estou sentindo hoje, pois tenho certeza que essa é a melhor maneira de comemorar.
Que em 2014 vocês tenham MUITOS e bons motivos para comemorar e muito brilho no olhar! Que seja um ano PHODA - no melhor sentido que esta palavra possa significar. Que façam boas colheitas e consigam realizar tudo o que mais desejam!! ;)
É um ano 7, ou seja, de justiça! Gosto assim.
***
Nosso Réveillon foi uma delícia! Juntamos um grupo de amigos e fizemos uma festa na casa de um dos casais. Antes de irmos para lá, eu e a Fê, que não fomos para a mesma festa, brindamos nosso ano e fizemos nossos votos para o novo em um esquenta pré-Reveillon aqui em casa.
Eu e o João chegamos na festa às 22hs e pouco, cada casal ficou responsável por levar um prato salgado, um doce e bebidas. João que adora cozinhar, se empolgou e levou quatro opções salgadas: costelinhas com molho barbecue, lombinho, farofa que adoro e maionese de batata. E lá tinha de tudo um pouco, para todos os gostos. Ficamos na área externa da casa, onde tem piscina aproveitando a noite maravilhosa. À meia-noite, estouramos as champanhes, brindamos e fizemos nossa ceia.
Comemos lentilha e descobri que não pode comê-las com os pés no chão. Vivendo e aprendendo...
Depois foi o momento mais esperado por mim: da sobremesa.
Uma amiga comentou que a maioria das pessoas passa o ano falando mal da nossa religião e na virada do ano tá ali, pulando as sete ondinhas, fazendo pedidos para Iemanjá. rs
Ficamos curtindo nossa primeira madrugada do ano, com muitos comes e bebes, fartura mesmo, muita energia boa, cercados por gente do bem. O dia amanheceu, ficamos mais um pouco e resolvemos vir para casa, mas combinamos que voltaríamos para almoçar porque sobrou muita comida e bebida.
Chegamos em casa quando eram quase 8hs, colocamos despertador para às 13hs, acordamos, nos arrumamos e fomos para o almoço continuação do Réveillon. Ficamos bebendo na beira da piscina, continuando com o papo e iniciamos a função do almoço quando começou a chover, no final da tarde, já eram quase 17hs. Fomos embora às 21hs e pouco.
Queria ter assistido o filme Até que a sorte nos separe, pois mais de uma pessoa disse que é muito bom. Mas quem disse que aguentei ficar acordada? Assisti um pedaço da novela e olhe lá.
Apaguei no sofá, e não era meia-noite, já estava na cama. A ressaca bateu daqueeele jeito e hoje acordei a sentindo profundamente, mas tudo bem, tudo bem.
Até.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Bom dia!
Não consegui vir neste cantinho para desejar um feliz Natal, mas espero que tenha sido ótimo!
O nosso foi muito bom, a ceia foi com uma parte da família do João, na casa do cunhado da minha cunhada. Acho que comi o suficiente para hibernar 2014 inteiro!
Tinha até um doce que comi muito na infância e que nunca mais tinha visto, são umas bolinhas ( bem pequenas mesmo ) de massa frita e por cima muito mel. Sobremesa simples, mas muito boa. Pena que não me lembro do nome.
Fomos embora de lá umas 3hs e pouco, daí passamos na casa de um casal de amigos onde estava rolando uma festa que mais parecia ser Réveillon! Fomos apenas para dar uma passadinha, mas acabamos ficando até o dia clarear.
Na quarta, acordamos quando eram quase 13hs, nem colocamos despertador, o dia estava um horror, mas pelo menos minha ressaca estava bem menor do que imaginei que estaria. Nos arrumamos e saímos para tomar café-da-manhã em alguma padoca, é tão estranho ver as ruas vazias com quase tudo fechado, nem parece São Paulo. Depois da padaria, fomos ficar um pouco na casa da minha sogra, onde comi uma das coisas que mais espero no Natal: o melhor bolo de nozes do mundo que ela faz!
Depois, resolvemos passear de carro meio sem rumo, pois se voltássemos para casa, certamente dormiríamos novamente e não queríamos. Acabamos parando na Blockbuster para garimpar filmes, mas os mais interessantes que achamos, já temos.
Fomos até a avenida Paulista, pois ainda não tínhamos ido conferir a decoração natalina deste ano.
Passeamos mais um tanto sem rumo e voltamos para casa.
A Fê veio em casa para tomarmos café com chocotone e trabalharmos enquanto João se divertia com os novos jogos no Xbox. Íamos trabalhar até domingo, mas em comum acordo, decidimos adiantar nosso recesso, daí já colocamos nosso aviso de retorno no dia 06 no site e nas mídias sociais e está tudo certo, tudo lindo. De quinta até domingo, provavelmente não teríamos muitas vendas e como já batemos nossa meta mensal, então achamos por bem descansarmos mais alguns dias para começarmos nosso 2014 com tudo! Daí em pleno Natal, resolvemos encerrar nosso trabalho neste ano, mas antes colocamos em ordem a planilha do fluxo de caixa, fizemos o balanço do ano, conferimos o estoque, listamos os pedidos para os fornecedores e fizemos um esqueleto do PN 2014. Por fim, brindamos e ficamos bebendo enquanto fazíamos planos pós-recesso. Antes dela ir embora, prometemos que não falaremos de trabalho até o dia 06, vamos ver se conseguiremos, pois nos encontraremos todos os dias de qualquer maneira.
Quando a Fê foi embora, quase 23hs, eu e o João estávamos sem sono e resolvemos assistir um filme. No lugar da pipoca, batatas Lay´s ( que voltou no Brasil! o/ ) e sorvete Tablito em versão massa. Assistimos Cartas para Julieta, história fofa, com um final previsível e óbvio, mas que me fez chorar mesmo assim.
A semana passada foi punk, no melhor sentido que esta palavra possa significar. Além termos de cumprir com a entrega dos pedidos do primeiro filhote, ainda fizemos três eventos para vendermos os produtos eróticos: um no salão Laquê ( pela quarta vez! ), realizamos um ´Amiga secreta erótica´ e um evento fechado num condomínio em Barueri, num dos Tamboré.
O ´Amiga secreta erótica´ foi um teste, mas se soubéssemos que seria tão bacana, teríamos agitado outros. A Ana, uma amiga em comum, abraçou nossa ideia e agitou com uma turma de amigas, foram 22 no total. Como foi em cima da hora, então elas fizeram o sorteio, compraram os produtos e entregaram os mimos eróticos para a amiga secreta na mesma noite! Mas foi uma boa estratégia, até mesmo porque nesta época é difícil conseguir reunir todas por duas vezes. Alugamos o salão de festas, providenciamos comes & bebes, colocamos um som ambiente e deixamos os produtos escondidos em uma mesa externa na área da piscina ( por sorte não choveu! ). Depois do sorteio, uma de cada vez, ia comigo até a mesa, me dizia quem era a amiga sorteada e um breve perfil dela: comprometida ou não, porra louca ou recatada, enfim, infos importantes para poder sugerir produtinhos. Daí colocava numa embalagem, a pessoa voltava para ficar no salão e eu buscava a próxima.
A troca dos presentes foi a parte mais divertida, rimos pacas.
Presentes entregues, ainda ficamos um bom tempo falando sobre assuntos básicos de mulher.
O evento no Tamboré também foi muito bacana, quem agitou o encontro tem uma empresa de dietas personalizadas, no caso, de detox. Além da Fabi ser nutricionista, é também chef, então é ela quem prepara todas as refeições diárias das clientes, estas por sua vez, recebem diariamente todas as porções prontas e os horários que precisam se alimentar com cada uma. E ela acompanha a perda de peso ou ganho de massa. Achei este serviço fantástico!
Daí ela convidou as clientes para uma confraternização de final de ano com direito a muitos espumantes e aperitivos lights e saborosos, este encontro aconteceu na casa dela.
Ela soube que estou vendendo os produtos eróticos para a mulherada e me convidou. A Fê foi comigo, óbvio. Chegamos às 13hs e pouco, as convidadas foram chegando aos poucos. Eram quase 17hs, nossos produtos estavam expostos em uma mesa, e nós conversando com um grupo de mulheres. Numa hora, discretamente, comentei com ela que achava que não venderíamos nada, mas que tudo bem, pelo menos estávamos nos divertindo e bebendo espumante numa bela tarde de quinta-feira. Até que a Fabi me pediu para ir apresentar os produtos, e depois de só-Deus-sabe quantas taças de espumante que bebi já me sentindo em casa, pisquei para a Fê e fui.
Explicava sobre um produto e logo ouvia: "eu quero um desse!", "eu também!".
E eu que achava que não venderíamos nada, modéstia a parte, foi um sucesso!
Fomos embora às 20hs e tanto, e só não ficamos mais porque eu tinha combinado com o João que jantaríamos num lugar especial para comemorarmos nosso ano, quando liguei para avisar que já estávamos quase indo embora do evento, ele até me perguntou se eu preferia deixar o jantar para a noite seguinte, mas estava tão empolgada que, mais do que nunca queria comemorar.
Chegamos em São Paulo quando eram quase 21h30. Me despedi da Fê, troquei de roupa e fomos jantar, queríamos ir em algum restaurante bacana que ainda não conhecêssemos, decidimos então conferir o Coco Bambu.
Eu estava faminta, apesar de ter comido alguns quitutes ótimos durante o evento, eram todos lights e minhas lombrigas não estão acostumadas com comidinhas leves demais. Como manter asbanha?
O Coco Bambu foi uma escolha perfeita! E ainda tivemos sorte, pois não estava lotado e conseguimos sentar no terraço. Pedimos uma porção de polentas com alecrim enquanto decidíamos o prato principal. Brindamos com vinho. O pão de queijo do couvert estava com sabor de requentado, mas ok. Todas ( ou quase todas ) as opções de pratos são para duas pessoas, mas quando o qual pedimos chegou, vimos que serve três e olha que nós dois comemos muito bem! Pedimos o prato Camarão ao Coco ( camarões com molho a base de coco, gratinado com queijo coalho, servido com purê de abóbora e arroz com castanha ). Peeense no quanto é bom!!
A sobremesa ficou para a próxima vez, pois não aguentávamos nem mais um grão de arroz.
E gostamos tanto que o João já combinou com um casal de amigos para irmos em janeiro.
Foi um jantar romântico e especial! ♥
No mais, ontem fiquei quase o dia todo na piscina com a Fê e mais algumas amigas do prédio. Depois de tanto tempo trabalhando intensamente, foi até estranho não fazer ~nada~ em plena sexta-feira, mas é tão bom ficar que nem lagartixa na piscina sabendo que a missão foi cumprida!
E hoje o dia já amanheceu lindo! Já tô com biquíni e a piscina me aguarda! :)
Boa última sexta-feira de 2013!
O nosso foi muito bom, a ceia foi com uma parte da família do João, na casa do cunhado da minha cunhada. Acho que comi o suficiente para hibernar 2014 inteiro!
Tinha até um doce que comi muito na infância e que nunca mais tinha visto, são umas bolinhas ( bem pequenas mesmo ) de massa frita e por cima muito mel. Sobremesa simples, mas muito boa. Pena que não me lembro do nome.
Fomos embora de lá umas 3hs e pouco, daí passamos na casa de um casal de amigos onde estava rolando uma festa que mais parecia ser Réveillon! Fomos apenas para dar uma passadinha, mas acabamos ficando até o dia clarear.
Na quarta, acordamos quando eram quase 13hs, nem colocamos despertador, o dia estava um horror, mas pelo menos minha ressaca estava bem menor do que imaginei que estaria. Nos arrumamos e saímos para tomar café-da-manhã em alguma padoca, é tão estranho ver as ruas vazias com quase tudo fechado, nem parece São Paulo. Depois da padaria, fomos ficar um pouco na casa da minha sogra, onde comi uma das coisas que mais espero no Natal: o melhor bolo de nozes do mundo que ela faz!
Depois, resolvemos passear de carro meio sem rumo, pois se voltássemos para casa, certamente dormiríamos novamente e não queríamos. Acabamos parando na Blockbuster para garimpar filmes, mas os mais interessantes que achamos, já temos.
Fomos até a avenida Paulista, pois ainda não tínhamos ido conferir a decoração natalina deste ano.
Passeamos mais um tanto sem rumo e voltamos para casa.
A Fê veio em casa para tomarmos café com chocotone e trabalharmos enquanto João se divertia com os novos jogos no Xbox. Íamos trabalhar até domingo, mas em comum acordo, decidimos adiantar nosso recesso, daí já colocamos nosso aviso de retorno no dia 06 no site e nas mídias sociais e está tudo certo, tudo lindo. De quinta até domingo, provavelmente não teríamos muitas vendas e como já batemos nossa meta mensal, então achamos por bem descansarmos mais alguns dias para começarmos nosso 2014 com tudo! Daí em pleno Natal, resolvemos encerrar nosso trabalho neste ano, mas antes colocamos em ordem a planilha do fluxo de caixa, fizemos o balanço do ano, conferimos o estoque, listamos os pedidos para os fornecedores e fizemos um esqueleto do PN 2014. Por fim, brindamos e ficamos bebendo enquanto fazíamos planos pós-recesso. Antes dela ir embora, prometemos que não falaremos de trabalho até o dia 06, vamos ver se conseguiremos, pois nos encontraremos todos os dias de qualquer maneira.
Quando a Fê foi embora, quase 23hs, eu e o João estávamos sem sono e resolvemos assistir um filme. No lugar da pipoca, batatas Lay´s ( que voltou no Brasil! o/ ) e sorvete Tablito em versão massa. Assistimos Cartas para Julieta, história fofa, com um final previsível e óbvio, mas que me fez chorar mesmo assim.
A semana passada foi punk, no melhor sentido que esta palavra possa significar. Além termos de cumprir com a entrega dos pedidos do primeiro filhote, ainda fizemos três eventos para vendermos os produtos eróticos: um no salão Laquê ( pela quarta vez! ), realizamos um ´Amiga secreta erótica´ e um evento fechado num condomínio em Barueri, num dos Tamboré.
O ´Amiga secreta erótica´ foi um teste, mas se soubéssemos que seria tão bacana, teríamos agitado outros. A Ana, uma amiga em comum, abraçou nossa ideia e agitou com uma turma de amigas, foram 22 no total. Como foi em cima da hora, então elas fizeram o sorteio, compraram os produtos e entregaram os mimos eróticos para a amiga secreta na mesma noite! Mas foi uma boa estratégia, até mesmo porque nesta época é difícil conseguir reunir todas por duas vezes. Alugamos o salão de festas, providenciamos comes & bebes, colocamos um som ambiente e deixamos os produtos escondidos em uma mesa externa na área da piscina ( por sorte não choveu! ). Depois do sorteio, uma de cada vez, ia comigo até a mesa, me dizia quem era a amiga sorteada e um breve perfil dela: comprometida ou não, porra louca ou recatada, enfim, infos importantes para poder sugerir produtinhos. Daí colocava numa embalagem, a pessoa voltava para ficar no salão e eu buscava a próxima.
A troca dos presentes foi a parte mais divertida, rimos pacas.
Presentes entregues, ainda ficamos um bom tempo falando sobre assuntos básicos de mulher.
O evento no Tamboré também foi muito bacana, quem agitou o encontro tem uma empresa de dietas personalizadas, no caso, de detox. Além da Fabi ser nutricionista, é também chef, então é ela quem prepara todas as refeições diárias das clientes, estas por sua vez, recebem diariamente todas as porções prontas e os horários que precisam se alimentar com cada uma. E ela acompanha a perda de peso ou ganho de massa. Achei este serviço fantástico!
Daí ela convidou as clientes para uma confraternização de final de ano com direito a muitos espumantes e aperitivos lights e saborosos, este encontro aconteceu na casa dela.
Ela soube que estou vendendo os produtos eróticos para a mulherada e me convidou. A Fê foi comigo, óbvio. Chegamos às 13hs e pouco, as convidadas foram chegando aos poucos. Eram quase 17hs, nossos produtos estavam expostos em uma mesa, e nós conversando com um grupo de mulheres. Numa hora, discretamente, comentei com ela que achava que não venderíamos nada, mas que tudo bem, pelo menos estávamos nos divertindo e bebendo espumante numa bela tarde de quinta-feira. Até que a Fabi me pediu para ir apresentar os produtos, e depois de só-Deus-sabe quantas taças de espumante que bebi já me sentindo em casa, pisquei para a Fê e fui.
Explicava sobre um produto e logo ouvia: "eu quero um desse!", "eu também!".
E eu que achava que não venderíamos nada, modéstia a parte, foi um sucesso!
Fomos embora às 20hs e tanto, e só não ficamos mais porque eu tinha combinado com o João que jantaríamos num lugar especial para comemorarmos nosso ano, quando liguei para avisar que já estávamos quase indo embora do evento, ele até me perguntou se eu preferia deixar o jantar para a noite seguinte, mas estava tão empolgada que, mais do que nunca queria comemorar.
Chegamos em São Paulo quando eram quase 21h30. Me despedi da Fê, troquei de roupa e fomos jantar, queríamos ir em algum restaurante bacana que ainda não conhecêssemos, decidimos então conferir o Coco Bambu.
Eu estava faminta, apesar de ter comido alguns quitutes ótimos durante o evento, eram todos lights e minhas lombrigas não estão acostumadas com comidinhas leves demais. Como manter asbanha?
O Coco Bambu foi uma escolha perfeita! E ainda tivemos sorte, pois não estava lotado e conseguimos sentar no terraço. Pedimos uma porção de polentas com alecrim enquanto decidíamos o prato principal. Brindamos com vinho. O pão de queijo do couvert estava com sabor de requentado, mas ok. Todas ( ou quase todas ) as opções de pratos são para duas pessoas, mas quando o qual pedimos chegou, vimos que serve três e olha que nós dois comemos muito bem! Pedimos o prato Camarão ao Coco ( camarões com molho a base de coco, gratinado com queijo coalho, servido com purê de abóbora e arroz com castanha ). Peeense no quanto é bom!!
A sobremesa ficou para a próxima vez, pois não aguentávamos nem mais um grão de arroz.
E gostamos tanto que o João já combinou com um casal de amigos para irmos em janeiro.
Foi um jantar romântico e especial! ♥
No mais, ontem fiquei quase o dia todo na piscina com a Fê e mais algumas amigas do prédio. Depois de tanto tempo trabalhando intensamente, foi até estranho não fazer ~nada~ em plena sexta-feira, mas é tão bom ficar que nem lagartixa na piscina sabendo que a missão foi cumprida!
E hoje o dia já amanheceu lindo! Já tô com biquíni e a piscina me aguarda! :)
Boa última sexta-feira de 2013!
domingo, 15 de dezembro de 2013
Oi!!
Nem acredito que consegui sentar e colocar em dia as notícias por aqui. As últimas semanas foram phodas - no melhor sentido que esta palavra possa significar. Muito trabalho graças à Deus e apesar das consequências, como poucas horas de sono e asbanha crescendo graças ao fast food diário, eu e a Fê não podemos reclamar.
Os últimos dois finais de semana foram minha despedida nas picapes neste ano. Toquei no dia 30 em Bauru, na 212 Club, e no dia 07 toquei em Itapeva, na Villa Victoria Music. Duas baladas bem bacanas!
Fora isso, realizamos mais uma despedida de solteira e oito eventos fechados para a venda dos produtos eróticos em apenas duas semanas. Quem quiser agitar um evento fechado com as amigas, divulgarei mais infos ainda nesta semana, pois já estamos fechando nossa agenda de janeiro.
Estaremos de recesso dos dias 29 ao 05, mas na segunda (06) já começamos nossa batalha de 2014.
Ontem passamos a tarde toda no salão Mega Hair em Moema vendendo os produtinhos, ficamos das 13 às 19hs e foi um loucura. As mulheres estão aprovando muito este nosso trabalho. É tão bom agregar valor na vida sexual das pessoas! rs.
Só não temos fechado mais eventos desse tipo, pois nosso outro filhote tem exigido muito tempo e nós não temos coragem de abandoná-lo, mesmo sabendo que se focássemos nos produtos eróticos, seria racionalmente e financeiramente pensando, muito melhor.
Passei o dia todo com apenas duas bisnaguinhas e café com leite no estômago, pois não tivemos tempo de almoçar. Com a agitação no salão a fome não bateu, mas quando saímos de lá e a adrenalina abaixou, nossa, fomos direto para o Croasonho, o local mais próximo de onde estávamos e nos entupimos de croassant recheado. Cometi a maior gordice da semana, mas o croassant com brigadeiro de panela é de comer rezando.
A única coisa que fiz desde o último post além de trabalhar foi ter ido com o João na terça retrasada ao Kinoplex porque fazia tempo que não íamos ao cinema. Vimos o ´Crô´, mas pensei que daria boas gargalhadas, o que não foi o caso. Ah, também fomos jantar duas noites no Paris 6. E só.
Na quarta e na sexta, foram nossas despedidas do trabalho de branco, últimos atendimentos abertos à assistência no centro. Agora só em janeiro. Vou sentir falta de cambonar e de aprender com os guias!
Na próxima quarta, terá um trabalho apenas para os médiuns e então estaremos de férias.
É difícil não se apegar às pessoas que buscam ajuda espiritual, pois todas chegam com dor, seja física, seja emocional. Cambonando, ouço os desabafos das pessoas que conversam com o guia que estou auxiliando, mas não posso comentar com ninguém, nem com o João. Um cambono não comenta com outro sobre o que ouviu, temos esta ética. Podemos ouvir a coisa mais absurda, mas fica com a gente. Ouvimos os dois lados: os segredos e desabafos da pessoa que está sendo assistida e os conselhos do guia. E aprendemos demais!
Uma das coisas que aprendi e que levarei para o resto da minha vida é que não podemos julgar as dores. Não podemos ouvir o que causa dor na pessoa e julgar do tipo: "que besteira, a pessoa sofre só por isso?". Dor é dor. Cada um carrega a sua.
Não posso dizer que a minha dor é menor ou maior que a sua que está me lendo agora.
E eu digo que aprendi porque já julguei muito, eu já disse ou pensei: "que besteira, a pessoa sofre só por isso?".
E ouvindo os relatos dos assistidos, aprendi muito com as dores deles e principalmente a não julgá-las. Já vi gente se acabando de chorar porque teve o carro roubado e já vi uma mãe que teve um filho que desencarnou num acidente uma semana antes, firme e forte, pedindo apenas ao guia para que o filho fizesse a passagem tranquilamente, pedindo auxilio espiritual para que cuidassem dele onde quer que ele estivesse. E o fato de não ter chorado não quer dizer que não estivesse sofrendo. A dor estava ali, mas a fé era ainda maior.
O cambono aprende mais do que o médium que está incorporado. Sei que um dia precisarei parar de cambonar para dar passe-consulta incorporada com algum guia, mas até lá, continuarei tendo meus aprendizados necessários.
Bom, já são quase 3hs e tô quase dormindo no teclado. Hoje já é domingo, dia de folga! o/
Espero que tenha sol para ficar que nem lagartixa na piscina até o comecinho da tarde, pois temos um churrasco para ir. Preciso descansar um pouquinho para encarar mais uma semana!
Bom domingo e até!!
Os últimos dois finais de semana foram minha despedida nas picapes neste ano. Toquei no dia 30 em Bauru, na 212 Club, e no dia 07 toquei em Itapeva, na Villa Victoria Music. Duas baladas bem bacanas!
Fora isso, realizamos mais uma despedida de solteira e oito eventos fechados para a venda dos produtos eróticos em apenas duas semanas. Quem quiser agitar um evento fechado com as amigas, divulgarei mais infos ainda nesta semana, pois já estamos fechando nossa agenda de janeiro.
Estaremos de recesso dos dias 29 ao 05, mas na segunda (06) já começamos nossa batalha de 2014.
Ontem passamos a tarde toda no salão Mega Hair em Moema vendendo os produtinhos, ficamos das 13 às 19hs e foi um loucura. As mulheres estão aprovando muito este nosso trabalho. É tão bom agregar valor na vida sexual das pessoas! rs.
Só não temos fechado mais eventos desse tipo, pois nosso outro filhote tem exigido muito tempo e nós não temos coragem de abandoná-lo, mesmo sabendo que se focássemos nos produtos eróticos, seria racionalmente e financeiramente pensando, muito melhor.
Passei o dia todo com apenas duas bisnaguinhas e café com leite no estômago, pois não tivemos tempo de almoçar. Com a agitação no salão a fome não bateu, mas quando saímos de lá e a adrenalina abaixou, nossa, fomos direto para o Croasonho, o local mais próximo de onde estávamos e nos entupimos de croassant recheado. Cometi a maior gordice da semana, mas o croassant com brigadeiro de panela é de comer rezando.
A única coisa que fiz desde o último post além de trabalhar foi ter ido com o João na terça retrasada ao Kinoplex porque fazia tempo que não íamos ao cinema. Vimos o ´Crô´, mas pensei que daria boas gargalhadas, o que não foi o caso. Ah, também fomos jantar duas noites no Paris 6. E só.
Na quarta e na sexta, foram nossas despedidas do trabalho de branco, últimos atendimentos abertos à assistência no centro. Agora só em janeiro. Vou sentir falta de cambonar e de aprender com os guias!
Na próxima quarta, terá um trabalho apenas para os médiuns e então estaremos de férias.
É difícil não se apegar às pessoas que buscam ajuda espiritual, pois todas chegam com dor, seja física, seja emocional. Cambonando, ouço os desabafos das pessoas que conversam com o guia que estou auxiliando, mas não posso comentar com ninguém, nem com o João. Um cambono não comenta com outro sobre o que ouviu, temos esta ética. Podemos ouvir a coisa mais absurda, mas fica com a gente. Ouvimos os dois lados: os segredos e desabafos da pessoa que está sendo assistida e os conselhos do guia. E aprendemos demais!
Uma das coisas que aprendi e que levarei para o resto da minha vida é que não podemos julgar as dores. Não podemos ouvir o que causa dor na pessoa e julgar do tipo: "que besteira, a pessoa sofre só por isso?". Dor é dor. Cada um carrega a sua.
Não posso dizer que a minha dor é menor ou maior que a sua que está me lendo agora.
E eu digo que aprendi porque já julguei muito, eu já disse ou pensei: "que besteira, a pessoa sofre só por isso?".
E ouvindo os relatos dos assistidos, aprendi muito com as dores deles e principalmente a não julgá-las. Já vi gente se acabando de chorar porque teve o carro roubado e já vi uma mãe que teve um filho que desencarnou num acidente uma semana antes, firme e forte, pedindo apenas ao guia para que o filho fizesse a passagem tranquilamente, pedindo auxilio espiritual para que cuidassem dele onde quer que ele estivesse. E o fato de não ter chorado não quer dizer que não estivesse sofrendo. A dor estava ali, mas a fé era ainda maior.
O cambono aprende mais do que o médium que está incorporado. Sei que um dia precisarei parar de cambonar para dar passe-consulta incorporada com algum guia, mas até lá, continuarei tendo meus aprendizados necessários.
Bom, já são quase 3hs e tô quase dormindo no teclado. Hoje já é domingo, dia de folga! o/
Espero que tenha sol para ficar que nem lagartixa na piscina até o comecinho da tarde, pois temos um churrasco para ir. Preciso descansar um pouquinho para encarar mais uma semana!
Bom domingo e até!!
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